16 abr 2018

FEBRE AMARELA

Entenda como ocorre a infecção e quais são os sintomas

DEVO ME VACINAR CONTRA A FEBRE AMARELA?

Com base em informações do Ministério da Saúde, veja se está no grupo que deve se imunizar agora

1. Quantos anos você tem?

 

2. Você se enquadra em alguma destas situações?

  • Mulher amamentando crianças menores de 6 meses de idade
  • Alergia grave ao ovo
  • Vive com HIV e tem contagem de células CD4 menor que 350
  • Em tratamento com quimioterapia / radioterapia
  • Portador de doenças autoimunes
  • Em tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo)

3. Você se enquadra em alguma destas situações?

  • Terminou tratamento de quimioterapia e radioterapia
  • Portador de doenças hematológicas (do sangue), renais e hepáticas
  • Grávidas
  • Faz uso de medicamentos corticoide

4. Você vive ou vai viajar para uma localidade na lista de municípios com recomendação de vacina do ministério da saúde ( confira em tinyurl.com/listafebre)?

Fonte: Ministério da Saúde
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13 abr 2018

SOROCABA – O número de mortes pelo vírus influenza, causador da gripe, quase dobrou em 20 dias no Estado de São Paulo, conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde. Desde o início de 2018 e até o dia 22 de março, tinham sido registrados 42 casos graves da doença e seis óbitos. Nesta terça-feira, 10, o número de casos graves tinha subido para 65, mas o de mortes chegou a 11. Os casos relacionados ao vírus A (H3N2) passaram de 14, com um óbito, para 19, com três mortes. Em todo o ano de 2017, foram 1.021 casos e 200 óbitos, cerca da metade relacionados ao H3N2 – 562 casos e 99 mortes.

Vacinação
A campanha na rede pública de vacinação contra a gripe deve começar no dia 23 para os grupos de risco  Foto: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

+++ Taubaté tem mortes confirmadas pela gripe H3N2

Nesta terça-feira, a Vigilância Epidemiológica de Taubaté, no interior, confirmou a gripe como causa da morte de dois jovens – um rapaz de 19 anos e uma jovem de 20, mortos em março. A cidade já havia registrado outras duas mortes, neste ano, pela doença. As vítimas foram um bebê de 3 meses e uma idosa de 70 anos. Há ainda um óbito em investigação.

+++ Vacinação contra gripe começa na rede privada

Em Rio Claro, um casal morreu neste fim de semana com sintomas da gripe. A Vigilância Epidemiológica aguarda o resultado dos exames para confirmar a doença e o tipo do vírus. Outras duas pessoas estão internadas com sintomas.

+++ Bon Jovi cancela shows no Canadá após membros da banda pegarem gripe

A diretora de imunização da pasta estadual, Helena Sato, disse que não há razão para alarme, pois a circulação do vírus no Estado está sendo monitorada e controlada com vacinação. No próximo dia 23, São Paulo entra na 20ª Campanha Nacional de Vacinação Contra o Vírus Influenza, programada pelo Ministério da Saúde.

O público-alvo, estimado em 12 milhões de pessoas, receberá a vacina trivalente, que imuniza contra os vírus H1N1, H3N2 e o tipo B. A vacinação segue até 1º de julho e terá o Dia D em 12 de maio.

Conforme Helena, são prioridade grupos mais suscetíveis, como crianças entre 6 meses e 5 anos, idosos, grávidas, puérperas, portadores de doenças crônicas, profissionais da saúde, professores e detentos.

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10 abr 2018

A vacina da gripe disponível no Brasil nessa temporada contém proteção contra versão do H3N2, vírus que circulou com força no hemisfério norte em janeiro desse ano. Por lá, essa forma do vírus puxou o número de infectados pelo influenza para 47 mil, o dobro do registrado em 2017. Em laboratórios da rede privada, o imunizante já está disponível a um preço médio de R$ 130.

Na rede pública, o Ministério da Saúde informa que a campanha nacional destinada aos mais vulneráveis deve começar na segunda quinzena de abril.

Geralmente, as vacinas contra o influenza são disponibilizadas no Brasil entre abril e maio para proteção em junho, período em que o vírus da gripe começa a circular com mais força. Os vírus utilizados para a confecção da vacina são atualizados anualmente e, esse ano, a vacina brasileira ganhou essa nova forma do H3N2 que ajudou a provocar a epidemia mais grave registrada nos EUA nos últimos 13 anos.

No hemisfério norte, a vacina acabou por não ser atualizada em tempo e, por isso, o vírus acabou fazendo mais vítimas, explica o infectologista e pediatra Renato Kfouri. “Normalmente, há um pareamento entre o vírus circulante e a vacina, mas isso acabou não acontecendo no hemisfério norte e houve um aumento expressivo no número de casos”, diz Kfouri.

“Por aqui, a vacina brasileira já vai conter a forma do vírus que circulou no hemisfério norte, mas ainda precisamos ver se vai haver esse pareamento entre a vacina e a forma circulante”, explica o especialista.

O médico detalha que os vírus influenza conseguem sofrer pequenas mutações que, embora não tão diferentes do ponto de vista morfológico, são suficientes para “enganar” o sistema imunológico e provocar infecções mais graves.

“Essa forma que circulou nos EUA foi mais virulenta, o que significa dizer que foi mais agressiva que as demais”, aponta Kfouri.

O H3N2 já fez 10 vítimas no Brasil em 2018 — não há confirmação, no entanto, se os óbitos ocorreram por essa forma circulante nos Estados Unidos. Segundo o Ministério da Saúde, o país registrou 228 casos de influenza e 28 óbitos. Do total, 57 casos e 10 óbitos foram por H3N2. Em relação ao vírus H1N1, foram registrados 84 casos e 8 óbitos.

Ainda foram registrados 50 casos e 6 óbitos foram por influenza B. A pasta informa que os outros 37 casos e 4 óbitos foram provocados por influenza A sem subtipo definido. Em 2017 (ano todo), foram registrados 2.691 casos e 498 óbitos por influenza.

Vacina da gripe no Brasil em 2018

Na rede privada, laboratórios já estão oferecendo a vacina com os novos vírus recomendados para essa temporada.

Em laboratórios do Grupo Dasa, que administra redes no Brasil inteiro, as vacinas tri e tetravalente estão sendo oferecidas a um preço que varia entre 90 e 160 reais. Em farmácias em São Paulo, a vacina trivalente é oferecida a um preço médio de R$ 130.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar informa que os planos de saúde não estão obrigados a oferecer e cobrir a vacina contra a gripe. Segundo a ANS, todo o programa de imunizações fica a cargo do Ministério da Saúde.

Já o Ministério da Saúde informa que a campanha nacional contra o vírus será definida nos próximos dias, mas deve ocorrer ainda esse mês. A vacina é oferecida gratuitamente pelo governo para pessoas que podem desenvolver reações mais graves ao vírus.

  • Crianças de 6 meses a 5 anos de idade;
  • Gestantes; puérperas, isto é, mães que deram à luz há menos de 45 dias;
  • Idosos;
  • Profissionais de saúde, professores da rede pública ou privada, portadores de doenças crônicas, povos indígenas e pessoas privadas de liberdade.

Como o imunizante consegue induzir o sistema imunológico com um vírus morto, não há risco de reações graves e a vacina é indicada para pessoas com problemas de imunidade, diz Kfouri. Ele explica que, embora a vacina na campanha nacional seja destinada aos mais vulneráveis, a indicação é que todos que puderem procurem o imunizante.

Doses de vacinas contra a gripe no Brasil (Foto: Reprodução/ EPTV)

Doses de vacinas contra a gripe no Brasil (Foto: Reprodução/ EPTV)

Vírus definidos pela OMS

Todos os anos, a Organização Mundial de Saúde define quais tipos de vírus as vacinas contra a gripe devem conter a partir dos vírus mais circulantes no ano anterior. No hemisfério Sul, ficou definido que a vacina trivalente (com três vírus) deve conter:

– um vírus similar ao vírus influenza A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09;

– um vírus similar ao vírus influenza A/Singapore/INFIMH-16-0019/2016 (H3N2);

– um vírus similar ao vírus influenza B/Phuket/3073/2013.

Já as vacinas quadrivalentes, podem conter também o influenza B da forma Brisbane/60/2008.

“Há uns 9 anos mais ou menos, não era comum ter a circulação simultânea de dois tipos de influenza B. Essa situação mudou e, por isso, começaram a surgir as vacinas com quatro subtipos do vírus”, diz Kfouri.

Entenda os tipos de influenza e mutações

O infectologista Renato Kfouri explica que o vírus influenza é dividido em tipos, subtipos e linhagens. Todas essas variações correspondem a diferenças encontradas no material genético do vírus.

Primeiro, em relação ao tipo, o influenza é dividido em A, B e C. O vírus A e B são os que infectam seres humanos; já o tipo C, não é incluído em vacinas e não tem relevância para a saúde pública até o momento.

Já essas formas H3N2, H1N1, dentre outras, referem-se aos subtipos do influenza A. As letras H e N referem-se a proteínas encontradas na superfície do vírus, respectivamente, neuraminidase e hemaglutinina.

Os números, por sua vez, são referentes a maneira como essa proteína é apresentada, como uma haste mais longa, por exemplo.

Já o influenza B é dividido em duas linhagens, que passaram a circular simultaneamente nos últimos anos.

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09 abr 2018
Centenas de pessoas passaram a noite de terça-feira (3) e a madrugada desta quarta-feira (4) fazendo filas em clínicas particulares de Goiânia para se vacinarem contra a gripe H1N1. A procura pela imunização aumentou depois que três mortes pelo vírus foram confirmadas no estado só este ano. A campanha do Ministério da Saúde foi adiada em uma semana e só vai começar em 23 de abril. De acordo com o governo federal, houve problemas na entrega das doses.

Na porta de uma clínica no Setor Aeroporto, pacientes se organizaram e fizeram, por conta própria, uma lista de chegada. A relação começou a ser feita às 19h de terça-feira. Às 6h desta quarta-feira já haviam 185 pessoas, antes mesmo do local ser aberto. A concentração de pacientes se repetiu em outras três clínicas da capital.

“Cheguei 20h ontem. Vim aqui e eles me informaram que a vacina ia chegar no aeroporto ao meio dia. Eu vim às 3h da manhã com a minha filha, e agora eles falaram que só vão vacinar quem estava na fila. Eu saí da fila não aguento ficar fila de 3h até agora”, disse uma paciente que estava em uma clínica no Setor Marista.

O avanço no registro de casos e a morte de um pediatra da rede municipal por suspeita da doença levou a população a procurar clínicas de vacinação. Até a segunda-feira (2), quando o último boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES) foi divulgado, 44 casos de H1N1 já haviam sido registrados este ano em Goiás.

A Influenza A é dividida em dois tipos, de acordo com o vírus que a provoca: H1N1 e H3N2. As últimas mortes por H1N1 ocorreram em 2016. Também existe a Influenza B. De acordo com a gerente da Vigilância Epimilógica, Magna Maria de Carvalho, só na última semana foram registrados 14 casos graves de influenza A.

Uma representante de uma das clínicas que fica no Setor Marista disse que os pacientes que estão indo ao local a procura de doses de outras vacinas estão sendo atendidos.

“A população não está entendendo que a gente não tem vacina. Eles querem ficar aqui no portão. Está complicado, a gente não tem vacina”, disse.

Grupo passou a noite na porta de clínica no Setor Marista, em Goiânia, Goiás (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

Grupo passou a noite na porta de clínica no Setor Marista, em Goiânia, Goiás (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

Comitê apura casos

Para combater o avanço das doenças, o governo do estado criou um comitê que vai debater sobre ações e levantar o que ainda é necessário ser feito. Uma das primeiras ações foi a reserva de 30 leitos de hospital para casos graves das influenzas.

A notificação da doença não é compulsória desde 2012 e, por isso, não são compiladas todas as ocorrências. “A secretaria está preocupada, é um aumento significativo, mas é sazonal”, afirmou a gestora. “Goiás não vive epidemia, o número de casos está crescendo, mas estamos em alerta para epidemia.”

A SES-GO destaca que a vacinação é importante todos os anos porque os vírus sofrem mutações e, a cada nova dose, a vacina protege contra um novo tipo.

O órgão lembra que os grupos prioritários na imunização são: crianças com mais de 6 meses e menos de 5 anos, gestantes, puérperes (mulheres que deram à luz há 40 dias ou menos), servidores da saúde, professores, adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas, presos, servidores do sistema prisional idosos e pessoas com doenças crônicas.

Filas para se vacinar contra a gripe H1N1 em clinica particular de Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Filas para se vacinar contra a gripe H1N1 em clinica particular de Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Casos registrados

O boletim mais recente, divulgado na segunda-feira (2), registrou 50 casos de Influenza, sendo 44 diagnósticos de H1N1, cinco por H3N2 e um de Influenza B. O documento aponta ainda para 235 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), que podem ter várias causas, entre elas as gripes, registrando aumento de 16% em uma semana.

“Por enquanto o que predomina é H1N1. Pode ter circulação de H3N2 também, pode ter vindo do hemisfério norte. Dentro da síndrome, a maior preocupação é com a influenza porque, historicamente, ela tem mais potencial de epidemia”, afirmou.

Magna destaca que a vacina fornecida pela rede pública de saúde protege contra H1N1, H3N2 e Influenza B, que são os tipos com maior número de ocorrências no momento. A gerente avaliou que a época em que ocorreu o aumento sazonal neste ano foi diferente se comparado aos anos anteriores.

“O aumento de casos geralmente ocorre em março, abril e maio. Esse ano o aumento veio em fevereiro. Começou antes do esperado. Geralmente nessa época de outono essas doenças tem alta, mas não era esperado que fosse maior que o ano passado”, avaliou.

A enfermeira Katiane Karla de Melo, de 35 anos, conta que ficou seis dias internada na UTI de um hospital em Goiânia com suspeita de gripe H1N1. Ela disse que atendeu uma paciente com sintomas da doença e acredita que se contagiou nesse momento.

Das três mortes confirmadas, duas são de pacientes da Vila São Cottolengo em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia. Houve surto da doença no local e outros 10 pessoas que viviam no local morreram, mas as causas estão ainda sob investigação.

Vacina contra a gripe H1N1 está em falta na maioria das clínicas da capital. (Foto: Divulgação)

Vacina contra a gripe H1N1 está em falta na maioria das clínicas da capital. (Foto: Divulgação)

Sintomas

O médico infectologista Boaventura Bras explica que os principais sintomas da gripe H1N1 são os mesmos de um estado gripal comum, como febre que dura entre 3 e 5 dias, tosse seca, secreção e dores no corpo. A forma mais eficaz de evitar a transmissão do vírus é a higienização das mãos, principalmente com álcool gel.

Caso a pessoa tenha algum sintoma da doença, ela pode procurar qualquer unidade de saúde e, lá, será dado o encaminhamento adequado a ela, de acordo com a gravidade da doença.

Quem pode se vacinar?

Podem se vacinar bebês a partir de 6 meses de idade. A vacina é contraindicada apenas para aqueles que têm alergia a ovo, segundo o médico infectologista.

Os grupos prioritários são grávidas em qualquer período da gestação, crianças entre 6 meses e 5 anos e idosos acima de 65 anos. Também têm recomendação de vacinação portadores do vírus HIV, com problemas cardíacos, diabéticos, com insuficiência renal e doenças respiratórias crônicas.

Quem já teve H1N1 pode contrair a doença de novo?

“Pessoas que já tiveram comprovadamente a gripe H1N1 têm uma resistência maior ao vírus, então seria mais difícil contrair novamente. Porém, o vírus sofreu modificações e ele também pode ser infectado por outros vírus dentro da influenza”, explicou o médico.

Além disso, familiares de pacientes com o vírus também precisam tomar cuidados especiais. “Os parentes também precisam tomar o mesmo medicamento, mas em uma dose menor, mas tudo com orientação médica”, completou.

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05 abr 2018

O alto número de casos de síndromes fortes de gripe registrado nos Estados Unidos, com mais de 26 mil pessoas hospitalizadas desde outubro do ano passado, segundo o CDC (Centro para Controle e Prevenção de Doenças, na sigla em inglês), já coloca as autoridades de saúde do Brasil em alerta para a próxima temporada de inverno.

O tipo Influenza “da vez” é o A-H3N2, responsável por que 60 mil registrados de casos de gripe nos EUA. A vacina que será aplicada por aqui a partir de 16 de abril na rede pública vai proteger contra ele, além das variantes A-H1N1 e B-Puket.

“Estamos monitorando os dados semanalmente. Os EUA estão enfrentando uma atividade generalizada de influenza no período 2017/2018, parecido com o que passaram em 2014/2015”, disse a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado, Regiane de Paula. “A situação de lá serve como alerta para nós e exige mudar ações de prevenção.”

Segundo ela, já estão sendo feitos alertas para que hospitais e UBSs estejam sensíveis a esse tipo de doença e para estimular a vacinação. “É uma campanha que as pessoas já esperam, estão acostumadas a todo ano se vacinarem.”

O Estado pretende aplicar 11 milhões de doses da vacina. No ano passado, a campanha foi sendo estendida a outros públicos-alvo além dos originais porque sobraram doses na rede pública. E a dose do ano passado também já protegeu contra a variante A-H3N2.

Casos

 

Neste ano, até 24 de março, a Secretaria Municipal da Saúde registrou 230 casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) – gripe com consequências mais sérias e de registro obrigatório. Desses, 8 foram causados pelo influenza H3N2, mas sem nenhuma morte associada a esse subtipo de vírus até o momento.

No Estado, segundo a Vigilância Epidemiológica, houve 11 óbitos em 2018 devido a essa gripe agravada – o subtipo do vírus que os causaram está sendo investigado.

 

Fonte: http://noticias.band.uol.com.br/noticias/100000907306/surto-de-gripe-nos-eua-acende-alerta-no-brasil.html

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