31 out 2019
poliomielite

A Poliomielite também conhecida como paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda que pode afetar crianças e adultos, e em casos mais graves pode resultar na paralisia dos membros inferiores. A vacinação é a única forma de prevenção contra essa doença, sendo imprescindível que crianças menores de cinco anos sejam vacinadas.

No dia 24 de outubro foi celebrado o Dia Mundial contra a Poliomielite e após observar as taxas de cobertura vacinal a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que todos os países da América tomem medidas imediatas para aumentar a cobertura da vacinação contra a pólio para 95% a fim de evitar que a doença, que já está erradicada em muitos países, retorne como aconteceu com o Sarampo, por exemplo. “A Região das Américas não tem pólio, mas enquanto houver até um caso de Poliomielite em qualquer parte do mundo, ainda estamos em risco”, disse Jarbas Barbosa, subdiretor da OPAS.

A OMS define a Poliomielite como uma “doença altamente contagiosa causada por um vírus que invade o sistema nervoso, resultando em paralisia em questão de horas. Afeta principalmente crianças menores de cinco anos e é transmitida de pessoa para pessoa”.

A vacina é administrada várias vezes em crianças menores de cinco anos protege durante a vida toda. A proteção contra Poliomielite esta disponível em diversas vacinas, como Hexavalente, DTP+IPV, Pentavalente do serviço privado, além da pólio oral e injetável disponíveis no serviço público.

“Quando se trata de manter as Américas livres da pólio não há lugar para a complacência”, defende Cuauhtémoc Ruiz Matus, chefe da Unidade de Imunização Integral da Família da OPAS. “As taxas de cobertura de vacinação devem ser aumentadas imediatamente para proteger as crianças de nossa Região desta doença mortal. Enquanto a poliomielite existir em qualquer lugar, é uma ameaça para as crianças em todos os lugares”.

 

Fontes: https://portal.fiocruz.br/noticia/oms-alerta-para-reducao-da-cobertura-vacinal-contra-polio-nas-americas

http://saude.gov.br/saude-de-a-z/poliomielite

 

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14 out 2019
vacinação

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 10% da população é infectada anualmente pelo vírus influenza e que 1,2 bilhões de pessoas apresentam risco elevado para complicações decorrentes da doença

A transmissão ocorre principalmente através do contato com partículas eliminadas por pessoas infectadas ou mãos e objetos contaminados por secreções a taxa de contaminação é muito elevadas em empresas e ambientes fechados.

MAIS DE 17% DOS AFASTAMENTOS SÃO DECORRENTES DE GRIPES

O AMBIENTE FECHADO É UM LOCAL DE FÁCIL DISSEMINAÇÃO VIRAL

A TRANSMISSÃO OCORRE ATRAVÉS DO AR, MÃOS E OBJETOS  CONTAMINADOS

Pensando na imunidade coletiva, cobertura vacinal e melhor proteção para os trabalhadores, a Vip Imune desenha as melhores estratégias para a vacinação em sua empresa.

Entendemos que as empresas devem ter uma visão global sobre a medicina no trabalho, saindo da ação centrada nas doenças e nos agentes específicos do ambiente de trabalho para uma ação estratégica de promoção de saúde.

É preciso compreender a inter-relação entre o ambiente interno e externo na preservação da saúde e qualidade de vida dos colaboradores.

Em 2020 é esperado o aumento de casos relacionados a três diferentes linhagens de vírus em relação aos presentes na vacina de 2019, aumentando assim a necessidade de vacinação para ampliar a proteção.

2019

A (H1N1) / Michigan/45/2015 pdm09;

A (H3N2) / Switzerland/8060/2017;

B/Phuket/3073/2013;

B / Colorado / 06/2017 

2020

A (H1N1) / Brisbane / 02/2018 pdm09;

A (H3N2) / Austrália do Sul / 34/2019;

B / Washington / 02/2019 (linha B / Victoria);

B / Phuket / 3073/2013 (linhagem B / Yamagata)

Faça sua consultoria para desenhar a melhor estratégia da sua campanha de vacinação empresarial. Entre em contato e te ajudaremos nessa missão.

 

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07 out 2019
diminuir a dor da vacinação

Só de chegar o dia da vacina do bebê as famílias já ficam com o coração apertado por conta da dor. Existem algumas opções que auxiliam a diminuir a dor e incômodo sentido pelos bebês e crianças nesse momento. Continue lendo e saiba mais sobre algumas delas.

Mamalgesia

A OMS elaborou um documento recomendando amamentar os lactentes no momento da vacinação e imediatamente após, pois a sucção é analgésica para os bebês. O leite materno contém substâncias que ajudam a minimizar a dor. Além disso a amamentação aumenta a segurança da mãe e diminui a ansiedade.

Recomenda-se colocar o lactente ao seio antes e durante o a vacinação, mantendo-o alguns minutos após o final, e não há com o que se preocupar: a criança não irá associar a amamentação com um momento ruim.

Um estudo feito em 2015 na cidade de Ribeirão Preto demonstrou que o contato pele a pele combinado a amamentação pode potencializar o efeito analgésico, contribuindo para a melhor recuperação do RN após o procedimento de vacinação.

Ou seja, é oficial que a “mamalgesia”, o ato de amamentar a criança durante a vacina é uma forma eficiente de conseguir amenizar a dor do bebê tanto durante o procedimento quanto após.

Algumas informações importantes sobre a amamentação:

  • Não há interferência do aleitamento materno na resposta a nenhuma das duas vacinas orais.
  • É importante ter em conta a idade do lactente para colocar mãe e bebê em uma posição confortável, vacinar sempre no colo de sua mãe.
  • O aleitamento materno, sozinho, não é suficiente para proteger contra doenças infecciosas.
  • Para melhor efeito, inicie a amamentação 2-5 minutos antes da injeção.
  • Se o seu bebê necessita de mais uma injeção na outra perna, posicione-o no outro seio. Assegure-se que seu bebê fez a pega correta e está sugando bem antes que a próxima injeção seja dada.

Buzzy™ 

Muitas crianças durante algum processo de imunização podem desenvolver uma fobia de agulhas, esse medo intenso de injeção geralmente começa por volta dos 4 ou 5 anos de idade, e é desencadeado devido a alguma má experiência durante a vacinação.

O Buzzy™ foi criado justamente para amenizar o desconforto dessa situação e torná-la menos “traumática” para as crianças. Ao usá-lo é possível reduzir a dor da agulhada de 50% a 80%, e se combinada a algum outro tipo de distração, esse número pode chegar até em 88%.

Pensando nisso os cartões DistrACTION™ foram criados para serem usados juntos com o Buzzy™, auxiliando na redução da dor e ansiedade da criança.

Distração

A utilização de vídeos, desenhos, brinquedos, conversas que distraiam a criança no momento da vacinação evitam que a concentração dela esteja totalmente voltada à temida picadinha. Auxiliam também para a promoção do enfrentamento da imunização.

 

 

Referências: LEITE, Adriana Moraes et al. Amamentação e contato pele-a-pele no alívio da dor em recém-nascidos na vacina contra Hepatite B. Revista Eletrônica de Enfermagem, [s.l.], v. 17, n. 3, p.1-8, 30 set. 2015. Universidade Federal de Goias. http://dx.doi.org/10.5216/ree.v17i3.31932./Aleitamento/Buzzy4shots

 

 

Está buscando um ambiente acolhedor e preocupado com a imunização de forma humanizada? Entre em contato conosco.

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04 out 2019
casos de coqueluche

Nos últimos dois anos a taxa de cobertura vacinal diminuiu e os casos de Coqueluche aumentaram. A maior preocupação são os casos precoces identificados em crianças menores de 6 meses, uma vez que nesta faixa etária a doença evolui de forma mais grave.

Vacina contra difteria está em falta na rede pública

A falta da vacina pentavalente (contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e hemófilo B), que já é sentida em vários postos do Sistema Único de Saúde (SUS), deverá se agravar até o fim do ano, em consequência da reprovação do produto, que era importado da Índia. Os primeiros problemas da vacina, produzida pela empresa Biologicals E. Limited, foram identificados no início do ano. Três lotes foram reprovados pelo Instituto Nacional de Qualidade em Saúde (INCQS). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em junho, reprovou a importação. Com isso, cerca de 3 milhões de doses precisaram ser devolvidas.

De acordo com o Ministério da Saúde, foi feita a compra com outros feita a compra com outros fornecedores para atender à demanda do País. A entrega dos imunizantes, contudo, será feita de forma escalonada. Os primeiros carregamentos começaram a chegar em agosto. Foram 400 mil doses, metade da demanda nacional. Se não houver imprevistos no calendário, até novembro chegarão 6,6 milhões de doses. A demora na entrega é atribuída à dificuldade na produção. O Ministério da Saúde afirmou que não havia no mercado internacional disponibilidade imediata para a compra da vacina. Depois da chegada ao País, as vacinas terão de passar por uma avaliação no INCQS antes de serem distribuídas para Estados e chegarem às salas de vacinação.

Todos os meses, 800 mil doses da vacina são aplicadas no País. Há, ainda, uma demanda que não foi atendida nos últimos meses. A pasta informou que, regularizados os estoques, equipes de saúde deverão fazer uma busca ativa para localizar as crianças que não foram imunizadas. A estimativa é de que a situação seja normalizada apenas em fevereiro de 2020.

 

A falta da vacina ocorre às vésperas da campanha de multivacinação anunciada pelo governo. A iniciativa, prevista para outubro, tem como principal objetivo melhorar a cobertura vacinal contra o sarampo, em virtude do surto que atinge 13 Estados. A campanha, no entanto, serviria também para atualizar outras vacinas, como a pentavalente. Com a ausência do imunizante, o alcance da campanha será em parte comprometido. “É uma pena. Seria uma boa oportunidade de se atualizar a carteira”, afirmou o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha. A cobertura vacinal no País está em queda. Nos últimos dois anos, os indicadores, considerados adequados, sofreram uma expressiva redução. Em 2018, por exemplo, como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, 312 cidades do País tinham alto risco de retorno da poliomielite. Em nota, o Ministério informou não haver dados que indiquem emergência das doenças protegidas pela pentavalente. Mesmo assim, acrescentou a pasta, há estoques suficientes para ações de bloqueio, caso surtos ocorram.

 

Preocupação Especialistas ouvidos pelo jornal afirmam que a falta da pentavalente preocupa sobretudo por causa da difteria. Países próximos registraram surto da doença, uma infecção causada por bactéria, transmitida pela tosse, espirro ou contato com objetos ou roupas contaminadas. Na Venezuela, por exemplo, foram mais de mil casos suspeitos em 2018.

 

Outro problema é a coqueluche. Nos últimos dois anos, os casos da doença subiram. Em 2017, foram 1.898 e em 2018, 2.151. O maior receio são os casos precoces, identificados em bebês com menos de 6 meses. Nessa situação, a infecção geralmente é mais grave. “A recomendação é de que gestantes tomem uma vacina, justamente para proteger o bebê nos primeiros meses. O item usado nessa estratégia não está em falta. Mesmo assim, os indicadores vacinais são muito baixos, estão em 50%”, disse Cunha.

 

Enquanto estoques do SUS não forem regularizados, interessados poderão comprar a vacina em clínicas particulares. São três doses, cada uma a R$ 250. Mas a composição da pentavalente aplicada nas clínicas particulares é diferente. Ela protege contra difteria, pólio inativado, tétano, hemófilo B e coqueluche acelular, com menos risco de reação do que a coqueluche usada na pentavalente da rede pública. “São vacinas intercambiáveis. Mas é preciso ficar atento, pois a pentavalente das clínicas não traz a vacina de hepatite B”, diz Cunha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2019/09/11/vacina-contra-difteria-esta-em-falta-na-rede-publica.htm?cmpid=copiaecola

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01 out 2019
Outubro Rosa

O câncer de mama é um tumor maligno, além de ser o câncer que mais causa a morte de mulheres, é também o mais comum em mulheres brasileiras. Durante esse mês faremos um especial Outubro Rosa para contribuir nessa causa. Compartilhar informação pode salvar vidas.

 

Por que precisamos falar sobre o câncer de mama?

  • Uma em cada quatro mulheres diagnosticadas com câncer, tem câncer de mama;
  • O câncer de mama é o tipo de doença mais comum em mulheres;
  • Estima-se 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil em 2019, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer);
  • Somente 10% dos casos de câncer de mama são hereditários;
  • O diagnóstico precoce aumenta em 95% a chance de cura

Muitas pessoas acreditam que o câncer de mama é uma doença que só atinge quem tem histórico familiar, mas isso não é verdade. Entenda quais são os fatores de risco e como se prevenir da doença

Amamentação

A amamentação por longos períodos é uma forma de se proteger, além de evitar exposição à hormônios prejudiciais, ainda contribui para eliminar células mamárias com mutações.

Atenção ao peso corporal

O excesso de gordura corporal aumenta a possibilidade de desenvolvimento de diversos tipos de câncer, inclusive o de mama.

Redução da ingestão de bebida alcoólicas

O alto consumo de bebida alcoólica contribui para a deficiência de nutrientes essenciais, tornando o tecido mamário mais suscetível aos efeitos cancerígeno da bebida.

Movimente-se

A prática de exercícios além de ajudar a reduzir a gordura corporal, estabiliza os níveis de hormônios circulantes, reduz a inflamação e fortalece as defesas do corpo, diminuindo o risco de desenvolver o câncer.

Há muitos mitos sobre o câncer de mama que atrapalham a conscientização sobre a doença. Esclareça os principais mitos e verdades.

Mitos e verdades sobre o câncer de mama

O câncer de mama só atinge quem tem histórico familiar

MITO. Grande parte das mulheres que desenvolveram o câncer não possuem histórico familiar de câncer de mama.

Uso de desodorante e sutiã de bojo podem causar câncer de mama

MITO. Não há relação entre o uso de desodorantes e hastes de metal presentes em sutiãs de bojo e o desenvolvimento do câncer de mama.

Amamentação ajuda a evitar o câncer de mama

VERDADE. Quanto maior o tempo de aleitamento, maior é a proteção. A amamentação reduz a a exposição a hormônios femininos que podem estar por trás do surgimento de tumores, como o estrógeno.

Um trauma no seio pode causar câncer de mama

MITO. Uma batida não é capaz de contribuir para o desenvolvimento do câncer.

O câncer de mama apresenta sinais e sintomas que podem ser percebidos pela própria mulher. Conheça os principais.

Quais são os principais sintomas?

  • Aparecimento de nódulo fixo e geralmente indolor na mama: indício presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher, esse é o principal sinal, fique atenta!
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou com uma aparência similar à uma casca de laranja;
  • Alterações no mamilo;
  • Surgimento de nódulos nas axilas ou no pescoço;
  • Saída de líquido anormal pelos mamilos.

Preste atenção no seu corpo, ele te dará avisos caso esteja algo errado.

Se notar qualquer anormalidade procure seu médico.

O autoexame é essencial para ajudar a identificar o tumor, e quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de cura. Veja como fazê-lo.

 

O autoexame faz toda a diferença

O exame de mamas pode ser feito de diversas formas:

 

Em frente ao espelho:

Fique de frente ao espelho;

Com os braços para baixo, observe os dois seios;

Coloque as mãos na cintura e faça força;

Coloque as mãos atrás da cabeça e observe tamanho, posição e formato dos mamilos;

Preste atenção se haverá alteração no contorno e superfície das mamas;

Com a mão direita apalpe a mama esquerda, e vice-versa;

Aperte sutilmente o mamilo e veja se há secreções.

 

Em pé (pode ser durante o banho)

Levante o braço esquerdo, apoiando-o atrás da cabeça;

Com a mão direita esticada, apalpe a mama esquerda;

Use as polpas dos dedos, não as pontas ou unhas;

Faça movimento circulares, de cima para baixo, sinta a mama;

Repita na mama direita.

 

Deitada

Com uma toalha dobrada sob o ombro direito, examine a mama direita

Faça movimentos circulares, fazendo uma leve pressão;

Apalpe a metade externa das mamas, e depois as axilas;

Faça o mesmo na mama esquerda.

Se perceber algum nódulo, ou alguma alteração na textura ou tamanho da mama procure um médico.

 

 

Referências: https://www.accamargo.org.br/mitos-e-verdades/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama

https://www.inca.gov.br/controle-do-cancer-de-mama/fatores-de-risco

https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//a_situacao_ca_mama_brasil_2019.pdf

https://www.femama.org.br/2018/br/noticia/o-cancer-de-mama-em-numeros

https://www.gineco.com.br/saude-feminina/exames-de-rotina/autoexame-das-mamas/

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