31 mar 2020
saúde mental

O mundo está passando por um momento delicado em meio a pandemia de coronavírus. São muitas informações e mudanças acontecendo de forma rápida e inesperada. O isolamento social, a incerteza dos próximos dias… é necessário nos cuidarmos para que essa situação não cause danos graves ao nosso mental e psicológico.

O momento de crise, e quarentena, está fazendo muito mal para você?

Além dos cuidados com a saúde física, como a importante higienização correta das mãos, não se pode esquecer que o nosso emocional também fica abalado com o distanciamento social, necessário para pausar a pandemia do covid-19. A overdose de informações, entre elas as fake news, causam ansiedade. O medo e a incerteza do momento prejudicam a saúde mental, isso é fato. Então, mais do que nunca, é momento de se cuidar. Mas como?

Faça atividades físicas

Se você já praticava, mas agora não pode ir à academia, não abandone os exercícios. Ou você que não é tão fã de esportes, que tal começar a se exercitar também? É importante para o seu corpo e sua mente: atividades físicas auxiliam na produção de endorfina, que ajuda no equilíbrio das emoções. Vale caminhada no quintal, esteira dentro de casa, pular corda no jardim, subir escadas. Improvise!

Mantenha o contato (virtual)

Mate a saudade com a tecnologia: abuse e use das vídeo-chamadas para colocar o papo em dia com quem você gosta. Fale de outras coisas além da pandemia, relembre bons momentos, faça planos. Amor e boas risadas sempre são ótimos remédios.

Use o tempo para colocar o estudo em dia 

Sabe aquele assunto que você tem mais dificuldade? Ou alguma aula que você perdeu e acabou deixando passar? Retome e aproveite esse tempo a mais para colocar em dia. Isso vai te dar uma sensação boa, de satisfação, além de trazer bons resultados no futuro.

Fazer cursos pela internet também é ótima ideia nesse período. Confira a lista que selecionamos de cursos online gratuitos para fazer durante a quarentena.

Leia também: Hepatites Virais #TenhaMedodaDoençaeNãodaVacina

Coloque lazer na sua rotina

A gente fala muito de se adaptar e manter uma nova rotina de trabalho e estudo durante a quarentena, o que é de grande importância. Mas lembre-se de pensar no entretenimento também: depois que terminar suas tarefas do dia, não fique só esperando o tempo passar, reclamando do tédio. Que tal assistir àquele filme que te traz uma sensação boa de nostalgia? Ou fazer uma noite de jogos com os familiares ou amigos que moram com você?

Nesses dias, é importante se cuidar mais ainda, seja com uma boa dose de diversão, ou com exercícios de meditação e ioga. Faça o que você mais gosta (dentro de casa).

Atenção!

A preocupação faz parte do momento, mas como reconhecer que esse momento de crise está fazendo muito mal para o seu cérebro? Para responder, Saulo Nader, neurologista do hospital Albert Einstein, e a psiquiatra Maria Fernanda Caliani da clínica Neurologia e Psiquiatria fizeram uma lista de situações que podem estar acontecendo com você:

  • Preocupação excessiva e desproporcional com o tema;
    • Necessidade de ficar checando diversas vezes estatísticas e notícias sobre o assunto, de forma incessante;
    • Pensamentos repetitivos e intrusivos sobre isso a todo momento. Toda hora se pega pensando sobre a chance de infecção em você ou alguém de sua família;
    • Medo exagerado. Sensação de aperto no peito, angústia ou ansiedade de ter contato com o tema e as notícias sobre o assunto;
    • Rigidez excessiva nas medidas de prevenção. Incômodo excessivo em pensar que mãos ou partes do corpo podem estar contaminadas, levando a comportamentos repetitivos e exaustivos de lavagem de mãos ou partes do corpo;
    • Aparecimento de sintomas como tristeza sem motivo aparente, perda de interesse em coisas que antes davam muita satisfação, queda na energia para realizar tarefas, ansiedade alta durante atividades do dia a dia, alterações no sono (ou insônia ou sonolência demais), alteração de apetite (aumento ou perda), crises de angústia, dificuldade em controlar as emoções, irritabilidade excessiva, intolerância e impaciência excessivas, entre outros.

Caso você não consiga lidar sozinho com a situação, procure ajuda médica. Muitos psicólogos estão com iniciativas online para ajudar a sociedade neste momento. Peça ajuda!

 

 

Fonte: GuiaDoEstudante

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16 mar 2020
hepatites virais

A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser causada por vírus ou pelo uso de determinados remédios, além do consumo de álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. Em alguns casos, são doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas.

As hepatites virais são as mais comuns, causadas por vírus que são classificados por letras do alfabeto em A, B, C, D (Delta) e E.

Formas de transmissão:

  • Contágio fecal-oral: condições precárias de saneamento básico e água, de higiene pessoal e dos alimentos (hepatite A e E);
  • Transmissão por contato com sangue, por meio de compartilhamento de seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam (vírus B, C e D);
  • Transmissão vertical: pode ocorrer durante a gravidez e o parto.

Sintomas mais comuns da hepatite A e B:

  • Dor ou desconforto abdominal
  • Dor muscular
  • Fadiga
  • Náusea e vômitos
  • Perda de apetite
  • Febre
  • Urina escura
  • Amarelamento da pele e olhos
    a

Sintomas mais comuns da hepatite C:

  • Dor ou inchaço abdominal
  • Fadiga
  • Náusea e vômitos
  • Perda de apetite
  • Febre
  • Urina escura
  • Coceira
  • Amarelamento da pele e olhos
  • Sangramento no esôfago ou no estômago

Como se prevenir?

A vacinação é o meio mais eficaz de proteção, atualmente estão disponíveis três vacinas que protegem contra hepatite:

  1. Hepatite A+B: Infecções do fígado (hepatites) causadas pelos vírus da hepatite A e hepatite B.

Quem deve tomar?

Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

  1. Hepatite A: É composta por antígeno do vírus da hepatite A.

Quem deve tomar?

Todas as pessoas a partir de 12 meses de vida.

  1. Hepatite B: É composta por proteína de superfície do vírus da hepatite B

Quem deve tomar?

Para pessoas de todas as faixas etárias. Faz parte da rotina de vacinação das crianças, devendo ser aplicada, de preferência, nas primeiras 12-24 horas após o nascimento, para prevenir hepatite crônica – forma que acomete 90% dos bebês contaminados ao nascer.

Especialmente indicada para gestantes não vacinadas.

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