26 out 2020
tríplice viral

O sarampo é uma doença viral que se manifesta normalmente causando alterações na pele, possui nível de transmissão muito alto e é comum que se desenvolva de maneira mais grave. Entre as principais complicações, principalmente em menores de 2 anos a adultos jovens, estão as infecções respiratórias, a otite (infecção do ouvido e orelha), as doenças diarreicas e neurológicas (encefalite).
Em 2015 um estudo evidenciou que o sarampo pode afetar o sistema imunológico por até três anos após o quadro clínico agudo. Ao se espalhar pelo organismo, o vírus do sarampo é capaz de causar inflamação dos pequenos vasos sanguíneos (vasculite) e diversos sintomas como febre alta (acima de 38,5°C), manchas vermelhas por todo o corpo, tosse, secreção nasal intensa, conjuntivite e pequenos pontos brancos na mucosa da boca (manchas de Koplik), característicos da doença.
É uma doença que afeta o mundo todo, todas as faixas etárias podem desenvolver formas graves da doença e tem picos de infecção entre o inverno e a primavera. No Brasil as infecções tendem a aumentar após períodos chuvosos.
Nos países que mantêm altos níveis de vacinação o número de casos é menor.

Sarampo no Brasil

Uma das principais causas de mortalidade infantil no passado, o sarampo foi sendo gradativamente controlado no Brasil graças às políticas de vacinação conduzidas ao longo de décadas, com destaque para o Plano Nacional de Eliminação do Sarampo, de 1992. Em 2016, o Brasil e as Américas foram reconhecidos pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) como área livre do sarampo.
Infelizmente, devido à queda nas coberturas vacinais, o contato de pessoas que contraíram a doença no exterior com brasileiros não vacinados levou à ocorrência, a partir de 2018, de surtos sustentados de grandes proporções — especialmente no Amazonas, Roraima e São Paulo. Com isso, o país deixou de atender aos requisitos necessários para manter o certificado de eliminação.
Desde então, estratégias públicas de vacinação e vigilância vem sendo implementadas para tentar reverter o quadro no país.

 

Fonte: Familia SBIm

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24 out 2020
24 de Outubro: Dia Mundial de Combate à Poliomielite

Dia 24 de outubro é celebrado o Dia Mundial de Combate à Poliomielite, uma doença viral que pode levar à paralisia em questão de horas. A poliomielite também é conhecida como “paralisia infantil”, mas é importante saber que ela pode afetar tanto crianças como adultos. Nos últimos anos nota-se a baixa cobertura vacinal contra a poliomielite, o que preocupa o Ministério da Saúde.

Causas

A poliomielite é uma doença causada pela infecção do poliovírus, que se espalha por contato direto pessoa a pessoa e também por contato com muco, catarro ou fezes infectadas.

O vírus entra por meio da boca e do nariz e se multiplica na garganta e no trato intestinal. Dali, alcança a corrente sanguínea e pode atingir o cérebro. Quando a infecção ataca o sistema nervoso, destrói os neurônios motores e provoca paralisia nos membros inferiores. A pólio pode, inclusive, levar o indivíduo à morte se forem infectadas as células nervosas que controlam os músculos respiratórios e de deglutição.

O período de incubação do vírus, ou seja, tempo que leva entre a infecção e surgimento dos primeiros sintomas, varia de cinco a 35 dias, mas a média é de uma a duas semanas.

Fatores de risco

Uma pessoa está em maior risco de contrair poliomielite se não foi devidamente imunizada contra a doença. Em áreas com más condições de saneamento básico e com ausência de programas de imunização, a população torna-se mais vulnerável ao poliovírus, principalmente crianças até os cinco anos de idade – daí o nome “paralisia infantil”. Mulheres grávidas, idosos e pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como portadores de HIV, são especialmente suscetíveis a contrair a doença.

Sem a vacina, outros fatores também podem aumentar o risco, como:

  • Viajar para uma área onde a poliomielite é comum
  • Viver ou cuidar de alguém que possa estar infectado com o poliovírus
  • Ter extraído as amígdalas por amigdalectomia
  • Estresse extremo ou a atividade física extenuante após ter sido exposto ao vírus, uma vez que o esgotamento pode deprimir o sistema imunológico e tornar o corpo mais vulnerável à infecção.

Dia Mundial da Pólio

O Dia Mundial Contra a Pólio foi criado pela Rotary Internacional há uma década para comemorar o nascimento de Jonak Salk, que liderou a primeira equipe a desenvolver uma vacina contra a poliomielite. Desde então, o dia tem sido usado para aumentar a conscientização sobre a importância da vacinação na erradicação do vírus. O dia é comemorado todos os anos em 24 de outubro.

A vacina é administrada várias vezes em crianças menores de cinco anos protege durante a vida toda. A proteção contra poliomielite esta disponível em diversas vacinas: Hexavalente, DTP+IPV, Pentavalente do serviço privado, além da pólio oral e injetável disponíveis no serviço publico.

 

Fontes: Portal FioCruz/Minha Vida

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19 out 2020
Importância da vacinação em adultos

Em 2016 e 2017 o Brasil viveu um surto de febre amarela e a partir do ano de 2018 começou a registrar casos de sarampo, uma doença que não era registrada de forma autóctone há 18 anos. Ambos os surtos poderiam ser menores se não fosse a baixa taxa de cobertura vacinal, o que reforça a importância da vacinação em adultos.

A vacinação em adultos tem a função de proteger individualmente e coletivamente, além de controlar e/ou erradicar diversas doenças no mundo.

Atualmente, o Ministério da Saúde oferece quatro tipos de proteção para as faixas etárias mais elevadas na rotina do Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). São elas: Hepatite B, dT (difteria e tétano), Febre Amarela e Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola).

Por que o adulto não se vacina? 

Apesar de o governo oferecer diversas vacinas gratuitamente em todo o território nacional, dados do documento Coberturas Vacinais no Brasil, apresentado pelo MS em 2015, mostram que as taxas de proteção entre os adultos estão abaixo do ideal – que varia entre 95% e 100%, dependendo da patologia que se está combatendo.

A da influenza, por exemplo, em 2014 ficou em 86,1%. Já a da Hepatite B, em 61,9% na faixa etária de 20 a 24 anos; 55,9%, na de 25 a 29; 20,8%, na de 30 a 39; 14%, na de 40 a 49, e 11,8%, na de 50 anos ou mais.

E as razões para isso são várias. Segundo Eliane Matos dos Santos, médica da Assessoria Clínica da Bio-Manguinhos, unidade produtora de imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), “a primeira delas é que muita gente acredita que vacina é apenas para criança, desconhecendo que existe um calendário específico para quem tem a partir de 20 anos”.

Além disso, há quem tenha medo das reações. “Algumas eventuais, como dor no local da aplicação e febre baixa, até ocorrem, mas a doença é sempre mais grave do que os eventos adversos que a vacina pode causar. O importante é o profissional de saúde estar bem preparado para informar e orientar” acrescenta a especialista.

Ela ainda aproveita para afirmar a segurança deste tipo de proteção: “Antes de serem registradas e colocadas à disposição nos postos de saúde, as vacinas passam por uma série de estudos clínicos bem criteriosos. Até elas chegaram ao mercado pode demorar de cinco a 15 anos, e mesmo depois de licenciadas continuamos fazendo o acompanhamento”.

Para Cunha, da SBIm Nacional, o que também faz com que o adulto não se vacine é a falsa sensação de segurança. “Como muitas doenças estão controladas, as pessoas acham que não precisam se imunizar. A maioria só vai atrás quando as notícias começam a aparecer com mais frequência e, principalmente, quando ocorrem mortes, como aconteceu com o sarampo e a febre amarela.”

Outra questão que dificulta a busca pela vacina são as fake news, divulgadas o tempo todo nas redes sociais e nos aplicativos de conversa. Combatê-las não é tarefa fácil, porém, o MS informa que diariamente avalia mais de 7 mil menções do que pode ser um foco de desinformação proposital para espalhar boatos sobre saúde e, caso necessário, realiza uma intervenção para esclarecê-las.

 

 

Fonte: BBC

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16 out 2020
Campanha de Multivacinação e Poliomielite

Durante o mês outubro está sendo realizada a Campanha de Multivacinação e a Campanha de Vacinação Contra Poliomielite, crianças menores de 5 anos são o público alvo da vacina de poliomielite.  A estimativa do Ministério da Saúde é que haja no país 11,2 milhões de crianças nessa faixa etária, e a meta é imunizar 95% desse público.

Esta ação tem como objetivos reduzir o risco de reintrodução do poliovírus selvagem no país, oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais e homogeneidade, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis e contribuir para o controle, eliminação e/ou erradicação dessas doenças.

O Ministério da Saúde, diante do cenário do novo coronavírus, destaca a necessidade de vacinar o maior número possível de crianças e adolescentes, adotando-se todas as medidas de proteção amplamente divulgadas, para diminuir o risco de contágio da doença tanto entre os trabalhadores da saúde quanto da população.

Leia também: Baixa taxa de cobertura vacinal de Poliomielite é alarmante

Tendo em vista a complexidade do atual Calendário Nacional de Vacinação, que dispõe de pelo menos 14 vacinas para as crianças e cinco para os adolescentes, é fundamental que toda a população alvo compareça aos serviços de saúde levando a caderneta de vacinação, para que os profissionais de saúde possam avaliar se há alguma vacina que ainda não foi administrada ou se há doses que necessitam ser aplicadas para completar o esquema vacinal de cada vacina preconizada atualmente pelos calendários vacinais.

 

 

Fontes: Agência Brasil/SBIm

 

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13 out 2020
Vacinação e a volta às aulas

A partir do dia 7 de outubro para o ensino médio e 3 de novembro para o fundamental, o governo autorizou o retorno gradual às aulas. Durante a pandemia, a cobertura vacinal caiu não só em São Paulo, mas em todo o Brasil, é de extrema importância que o calendário vacinal esteja atualizado para que não haja proliferação de novas doenças.

As crianças são expostas à diversas doenças imunopreveníveis através de vacinas. O convívio aumenta o risco de contágio e por isso é de extrema importância que o calendário vacinal esteja atualizado.

Manter o calendário vacinal completo é importante, pois protege a criança e toda a sociedade à sua volta, o que chamamos de Estratégia Cocoon. A segurança da saúde coletiva depende de taxas elevadas de vacinação.

 

Governo de SP faz campanha por vacinas atrasadas para volta às aulas

 

O governo de São Paulo anunciou hoje que aproveitará o início da campanha de vacinação contra a poliomielite em outubro para tentar regularizar o calendário vacinal que foi afetado pela pandemia do novo coronavírus. As vacinas atrasadas ajudarão na retomada das aulas letivas presenciais, que estão autorizadas a voltarem na rede estadual a partir de 7 de outubro para o ensino médio e em 3 de novembro para o fundamental. Durante a pandemia, a cobertura vacinal caiu não só em São Paulo, mas em todo o Brasil. O grande motivo foi o receio pela contaminação com o coronavírus ao buscar a vacinação e também o respeito às medidas de isolamento social que foram adotadas em diversos estados.

Em São Paulo, o próprio governo admitiu que essa não era uma prioridade nos primeiros meses da pandemia.

“A adesão às campanhas vacinais acabaram sendo postergadas”, disse hoje Jean Gorinchteyn, secretário estadual de Saúde, em entrevista coletiva realizada no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

“Não temos um vírus circulante só no nosso meio, temos outros. Se precisamos retomar (as aulas) para que as crianças voltem às escolas, temos que trazer segurança também nesse requisito”, explicou o secretário.

Gorinchteyn anunciou que a partir de 5 de outubro o estado paulista aproveitará a campanha nacional de vacinação contra a poliomielite, realizada pelo Ministério da Saúde, para convocar os pais a regularizem possíveis vacinas atrasadas dos seus filhos em São Paulo.

“A partir do dia 5 de outubro começaremos uma campanha para a pólio, e nessa campanha serão convocadas as crianças para que tomem as vacinas para que todo o calendário vacinal seja normalizado, atualizado. Para que assim estaremos garantindo que essas crianças voltem para as escolas de uma forma absolutamente segura”, afirmou Gorinchteyn.

O governo de São Paulo ainda divulgará mais detalhes sobre a campanha, mas é esperado que o calendário siga o nacional, que prevê a imunização contra a poliomielite de 5 a 30 de outubro. O público-alvo da campanha nacional são crianças e adolescentes com até 15 anos.

 

 

Fonte: Uol

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07 out 2020
como prevenir o HPV

Os HPVs são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas, existem mais de 150 tipos diferentes de HPV. Desses diversos tipos, 40 deles podem infectar a região genital e provocar cânceres, como o de colo do útero, vulva, vagina, pênis, ânus e orofaringe, e os outros podem causar verrugas genitais.

Sabemos que o câncer de colo de útero é o segundo mais frequente entre as brasileiras – o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima em 18 mil o número de novos casos diagnosticados por ano, infelizmente com alta mortalidade. O Papanicolau é um exame que busca prevenir o câncer de colo de útero, por isso é importante estar com seus exames de rotina em dia.

Leia Também: HPV #TenhaMedoDaDoençaENãoDaVacina

Como prevenir o HPV?

A prevenção das doenças causadas pelos HPVs depende essencialmente da vacinação e da realização periódica de exames preventivos. Os principais vírus são combatidos com duas doses da vacina. O uso do preservativo (camisinha) ajuda, mas não é 100% eficaz. A vacinação é recomendada para homens e mulheres a partir dos 9 anos de idade, fase em que a resposta às vacinas é muito mais alta e quando ainda não houve contato com o vírus. Entretanto as pessoas mais velhas e/ou que já foram infectadas também se beneficiam, uma vez que as vacinas contêm mais de um tipo de HPV em sua formulação.

Existem duas vacinas disponíveis no Brasil: a vacina HPV Bivalente que protege contra dois tipos de vírus e a HPV quadrivalente que protege contra quatro tipos de vírus, além de prevenir infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 6,11,16,18. Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Também previne o câncer de colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus e verrugas genitais (condiloma).

 

 

 

 

Nós te ajudamos a se proteger contra o HPV. Temos uma equipe qualificada e atenciosa na área de imunização e profissionais experientes em relações corporativas, resultando em um diferencial humano na prestação de serviços a empresas e clientes.

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01 out 2020
câncer de mama

O câncer de mama é um tumor maligno, além de ser o câncer que mais causa a morte de mulheres, é também o mais comum em mulheres brasileiras. Muitas pessoas acreditam que o câncer de mama é uma doença que só atinge quem tem histórico familiar, mas isso não é verdade, somente 10% dos casos são hereditários.

Depois do câncer de pele, o câncer mais comum entre as mulheres do mundo todo é o de mama, que corresponde a 28% dos novos casos de câncer nas mulheres. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. O câncer de mama também acomete homens, porém esse número representa menos de 1% dos casos. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Somente 10% dos casos de câncer de mama são hereditários.

Nos últimos anos percebeu-se o aumento dos casos em países desenvolvidos e nos subdesenvolvidos.

Leia também: Como prevenir o câncer

Quais sintomas do câncer de mama?

O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Outros sinais de câncer de mama são:

• edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja;
• retração cutânea;
• dor;
• inversão do mamilo;
• hiperemia;
• descamação ou ulceração do mamilo;
• secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea.

A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos palpáveis na axila.
Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém podem estar relacionados a doenças benignas da mama.
A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença.

 

 

Fonte: Ministério da Saúde

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