14 out 2019
vacinação

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 10% da população é infectada anualmente pelo vírus influenza e que 1,2 bilhões de pessoas apresentam risco elevado para complicações decorrentes da doença

A transmissão ocorre principalmente através do contato com partículas eliminadas por pessoas infectadas ou mãos e objetos contaminados por secreções a taxa de contaminação é muito elevadas em empresas e ambientes fechados.

MAIS DE 17% DOS AFASTAMENTOS SÃO DECORRENTES DE GRIPES

O AMBIENTE FECHADO É UM LOCAL DE FÁCIL DISSEMINAÇÃO VIRAL

A TRANSMISSÃO OCORRE ATRAVÉS DO AR, MÃOS E OBJETOS  CONTAMINADOS

Pensando na imunidade coletiva, cobertura vacinal e melhor proteção para os trabalhadores, a Vip Imune desenha as melhores estratégias para a vacinação em sua empresa.

Entendemos que as empresas devem ter uma visão global sobre a medicina no trabalho, saindo da ação centrada nas doenças e nos agentes específicos do ambiente de trabalho para uma ação estratégica de promoção de saúde.

É preciso compreender a inter-relação entre o ambiente interno e externo na preservação da saúde e qualidade de vida dos colaboradores.

Em 2020 é esperado o aumento de casos relacionados a três diferentes linhagens de vírus em relação aos presentes na vacina de 2019, aumentando assim a necessidade de vacinação para ampliar a proteção.

2019

A (H1N1) / Michigan/45/2015 pdm09;

A (H3N2) / Switzerland/8060/2017;

B/Phuket/3073/2013;

B / Colorado / 06/2017 

2020

A (H1N1) / Brisbane / 02/2018 pdm09;

A (H3N2) / Austrália do Sul / 34/2019;

B / Washington / 02/2019 (linha B / Victoria);

B / Phuket / 3073/2013 (linhagem B / Yamagata)

Faça sua consultoria para desenhar a melhor estratégia da sua campanha de vacinação empresarial. Entre em contato e te ajudaremos nessa missão.

 

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07 out 2019

Só de chegar o dia da vacina do bebê as famílias já ficam com o coração apertado por conta da dor. Existem algumas opções que auxiliam a diminuir a dor e incômodo sentido pelos bebês e crianças nesse momento. Continue lendo e saiba mais sobre algumas delas.

Mamalgesia

A OMS elaborou um documento recomendando amamentar os lactentes no momento da vacinação e imediatamente após, pois a sucção é analgésica para os bebês. O leite materno contém substancias que ajudam a minimizar a dor. Além disso a amamentação aumenta a segurança da mãe e diminui a ansiedade.

Recomenda-se colocar o lactente ao seio antes e durante o a vacinação, mantendo-o alguns minutos após o final, e não há com o que se preocupar: a criança não irá associar a amamentação com um momento ruim.

Um estudo feito em 2015 na cidade de Ribeirão Preto demonstrou que o contato pele a pele combinado a amamentação pode potencializar o efeito analgésico, contribuindo para a melhor recuperação do RN após o procedimento de vacinação.

Ou seja, é oficial que a “mamalgesia”, o ato de amamentar a criança durante a vacina é uma forma eficiente de conseguir amenizar a dor do bebê tanto durante o procedimento quanto após.

Algumas informações importantes sobre a amamentação:

  • Não há interferência do aleitamento materno na resposta a nenhuma das duas vacinas orais.
  • É importante ter em conta a idade do lactente para colocar mãe e bebê em uma posição confortável, vacinar sempre no colo de sua mãe.
  • O aleitamento materno, sozinho, não é suficiente para proteger contra doenças infecciosas.
  • Para melhor efeito, inicie a amamentação 2-5 minutos antes da injeção.
  • Se o seu bebê necessita de mais uma injeção na outra perna, posicione-o no outro seio. Assegure-se que seu bebê fez a pega correta e está sugando bem antes que a próxima injeção seja dada.

Buzzy™ 

Muitas crianças durante algum processo de imunização podem desenvolver uma fobia de agulhas, esse medo intenso de injeção geralmente começa por volta dos 4 ou 5 anos de idade, e é desencadeado devido a alguma má experiência durante a vacinação.

 

O Buzzy™ foi criado justamente para amenizar o desconforto dessa situação e torná-la menos “traumática” para as crianças. Ao usá-lo é possível reduzir a dor da agulhada de 50% a 80%, e se combinada a algum outro tipo de distração, esse número pode chegar até em 88%.

Pensando nisso os cartões DistrACTION™ foram criados para serem usados juntos com o Buzzy™, auxiliando na redução da dor e ansiedade da criança.

 

 

Está buscando um ambiente acolhedor e preocupado com a imunização de forma humanizada? Entre em contato conosco.

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Referências:

LEITE, Adriana Moraes et al. Amamentação e contato pele-a-pele no alívio da dor em recém-nascidos na vacina contra Hepatite B. Revista Eletrônica de Enfermagem, [s.l.], v. 17, n. 3, p.1-8, 30 set. 2015. Universidade Federal de Goias. http://dx.doi.org/10.5216/ree.v17i3.31932.

http://www.aleitamento.com/amamentacao/conteudo.asp?cod=2382

http://www.buzzy4shots.com.br/page4/page13/index.html

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04 out 2019
casos de coqueluche

Nos últimos dois anos a taxa de cobertura vacinal diminuiu e os casos de Coqueluche aumentaram. A maior preocupação são os casos precoces identificados em crianças menores de 6 meses, uma vez que nesta faixa etária a doença evolui de forma mais grave.

Vacina contra difteria está em falta na rede pública

A falta da vacina pentavalente (contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e hemófilo B), que já é sentida em vários postos do Sistema Único de Saúde (SUS), deverá se agravar até o fim do ano, em consequência da reprovação do produto, que era importado da Índia. Os primeiros problemas da vacina, produzida pela empresa Biologicals E. Limited, foram identificados no início do ano. Três lotes foram reprovados pelo Instituto Nacional de Qualidade em Saúde (INCQS). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em junho, reprovou a importação. Com isso, cerca de 3 milhões de doses precisaram ser devolvidas.

De acordo com o Ministério da Saúde, foi feita a compra com outros feita a compra com outros fornecedores para atender à demanda do País. A entrega dos imunizantes, contudo, será feita de forma escalonada. Os primeiros carregamentos começaram a chegar em agosto. Foram 400 mil doses, metade da demanda nacional. Se não houver imprevistos no calendário, até novembro chegarão 6,6 milhões de doses. A demora na entrega é atribuída à dificuldade na produção. O Ministério da Saúde afirmou que não havia no mercado internacional disponibilidade imediata para a compra da vacina. Depois da chegada ao País, as vacinas terão de passar por uma avaliação no INCQS antes de serem distribuídas para Estados e chegarem às salas de vacinação.

Todos os meses, 800 mil doses da vacina são aplicadas no País. Há, ainda, uma demanda que não foi atendida nos últimos meses. A pasta informou que, regularizados os estoques, equipes de saúde deverão fazer uma busca ativa para localizar as crianças que não foram imunizadas. A estimativa é de que a situação seja normalizada apenas em fevereiro de 2020.

 

A falta da vacina ocorre às vésperas da campanha de multivacinação anunciada pelo governo. A iniciativa, prevista para outubro, tem como principal objetivo melhorar a cobertura vacinal contra o sarampo, em virtude do surto que atinge 13 Estados. A campanha, no entanto, serviria também para atualizar outras vacinas, como a pentavalente. Com a ausência do imunizante, o alcance da campanha será em parte comprometido. “É uma pena. Seria uma boa oportunidade de se atualizar a carteira”, afirmou o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha. A cobertura vacinal no País está em queda. Nos últimos dois anos, os indicadores, considerados adequados, sofreram uma expressiva redução. Em 2018, por exemplo, como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, 312 cidades do País tinham alto risco de retorno da poliomielite. Em nota, o Ministério informou não haver dados que indiquem emergência das doenças protegidas pela pentavalente. Mesmo assim, acrescentou a pasta, há estoques suficientes para ações de bloqueio, caso surtos ocorram.

 

Preocupação Especialistas ouvidos pelo jornal afirmam que a falta da pentavalente preocupa sobretudo por causa da difteria. Países próximos registraram surto da doença, uma infecção causada por bactéria, transmitida pela tosse, espirro ou contato com objetos ou roupas contaminadas. Na Venezuela, por exemplo, foram mais de mil casos suspeitos em 2018.

 

Outro problema é a coqueluche. Nos últimos dois anos, os casos da doença subiram. Em 2017, foram 1.898 e em 2018, 2.151. O maior receio são os casos precoces, identificados em bebês com menos de 6 meses. Nessa situação, a infecção geralmente é mais grave. “A recomendação é de que gestantes tomem uma vacina, justamente para proteger o bebê nos primeiros meses. O item usado nessa estratégia não está em falta. Mesmo assim, os indicadores vacinais são muito baixos, estão em 50%”, disse Cunha.

 

Enquanto estoques do SUS não forem regularizados, interessados poderão comprar a vacina em clínicas particulares. São três doses, cada uma a R$ 250. Mas a composição da pentavalente aplicada nas clínicas particulares é diferente. Ela protege contra difteria, pólio inativado, tétano, hemófilo B e coqueluche acelular, com menos risco de reação do que a coqueluche usada na pentavalente da rede pública. “São vacinas intercambiáveis. Mas é preciso ficar atento, pois a pentavalente das clínicas não traz a vacina de hepatite B”, diz Cunha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2019/09/11/vacina-contra-difteria-esta-em-falta-na-rede-publica.htm?cmpid=copiaecola

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01 out 2019
Outubro Rosa

O câncer de mama é um tumor maligno, além de ser o câncer que mais causa a morte de mulheres, é também o mais comum em mulheres brasileiras. Durante esse mês faremos um especial Outubro Rosa para contribuir nessa causa. Compartilhar informação pode salvar vidas.

 

Por que precisamos falar sobre o câncer de mama?

  • Uma em cada quatro mulheres diagnosticadas com câncer, tem câncer de mama;
  • O câncer de mama é o tipo de doença mais comum em mulheres;
  • Estima-se 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil em 2019, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer);
  • Somente 10% dos casos de câncer de mama são hereditários;
  • O diagnóstico precoce aumenta em 95% a chance de cura

Muitas pessoas acreditam que o câncer de mama é uma doença que só atinge quem tem histórico familiar, mas isso não é verdade. Entenda quais são os fatores de risco e como se prevenir da doença

Amamentação

A amamentação por longos períodos é uma forma de se proteger, além de evitar exposição à hormônios prejudiciais, ainda contribui para eliminar células mamárias com mutações.

Atenção ao peso corporal

O excesso de gordura corporal aumenta a possibilidade de desenvolvimento de diversos tipos de câncer, inclusive o de mama.

Redução da ingestão de bebida alcoólicas

O alto consumo de bebida alcoólica contribui para a deficiência de nutrientes essenciais, tornando o tecido mamário mais suscetível aos efeitos cancerígeno da bebida.

Movimente-se

A prática de exercícios além de ajudar a reduzir a gordura corporal, estabiliza os níveis de hormônios circulantes, reduz a inflamação e fortalece as defesas do corpo, diminuindo o risco de desenvolver o câncer.

Há muitos mitos sobre o câncer de mama que atrapalham a conscientização sobre a doença. Esclareça os principais mitos e verdades.

Mitos e verdades sobre o câncer de mama

O câncer de mama só atinge quem tem histórico familiar

MITO. Grande parte das mulheres que desenvolveram o câncer não possuem histórico familiar de câncer de mama.

Uso de desodorante e sutiã de bojo podem causar câncer de mama

MITO. Não há relação entre o uso de desodorantes e hastes de metal presentes em sutiãs de bojo e o desenvolvimento do câncer de mama.

Amamentação ajuda a evitar o câncer de mama

VERDADE. Quanto maior o tempo de aleitamento, maior é a proteção. A amamentação reduz a a exposição a hormônios femininos que podem estar por trás do surgimento de tumores, como o estrógeno.

Um trauma no seio pode causar câncer de mama

MITO. Uma batida não é capaz de contribuir para o desenvolvimento do câncer.

O câncer de mama apresenta sinais e sintomas que podem ser percebidos pela própria mulher. Conheça os principais.

Quais são os principais sintomas?

  • Aparecimento de nódulo fixo e geralmente indolor na mama: indício presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher, esse é o principal sinal, fique atenta!
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou com uma aparência similar à uma casca de laranja;
  • Alterações no mamilo;
  • Surgimento de nódulos nas axilas ou no pescoço;
  • Saída de líquido anormal pelos mamilos.

Preste atenção no seu corpo, ele te dará avisos caso esteja algo errado.

Se notar qualquer anormalidade procure seu médico.

O autoexame é essencial para ajudar a identificar o tumor, e quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de cura. Veja como fazê-lo.

 

O autoexame faz toda a diferença

O exame de mamas pode ser feito de diversas formas:

 

Em frente ao espelho:

Fique de frente ao espelho;

Com os braços para baixo, observe os dois seios;

Coloque as mãos na cintura e faça força;

Coloque as mãos atrás da cabeça e observe tamanho, posição e formato dos mamilos;

Preste atenção se haverá alteração no contorno e superfície das mamas;

Com a mão direita apalpe a mama esquerda, e vice-versa;

Aperte sutilmente o mamilo e veja se há secreções.

 

Em pé (pode ser durante o banho)

Levante o braço esquerdo, apoiando-o atrás da cabeça;

Com a mão direita esticada, apalpe a mama esquerda;

Use as polpas dos dedos, não as pontas ou unhas;

Faça movimento circulares, de cima para baixo, sinta a mama;

Repita na mama direita.

 

Deitada

Com uma toalha dobrada sob o ombro direito, examine a mama direita

Faça movimentos circulares, fazendo uma leve pressão;

Apalpe a metade externa das mamas, e depois as axilas;

Faça o mesmo na mama esquerda.

Se perceber algum nódulo, ou alguma alteração na textura ou tamanho da mama procure um médico.

 

 

Referências: https://www.accamargo.org.br/mitos-e-verdades/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama

https://www.inca.gov.br/controle-do-cancer-de-mama/fatores-de-risco

https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//a_situacao_ca_mama_brasil_2019.pdf

https://www.femama.org.br/2018/br/noticia/o-cancer-de-mama-em-numeros

https://www.gineco.com.br/saude-feminina/exames-de-rotina/autoexame-das-mamas/

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27 set 2019
vacinação-de-funcionários

O absenteísmo é o termo usado para se referir a ausência do trabalhador no local de trabalho, podendo valer para o ambiente estudantil também. As causas dessa falta podem ser diversas, sendo a mais comum por doença ocupacional.

A ausência do trabalhador impacta na produção, qualidade e também na economia, isso exige por parte das instituições estratégias para a prevenção de qualquer tipo de ocorrência que influencie no resultado de forma geral.

Dessa forma a importância de reduzir ao máximo o nível de absenteísmo assim como a eliminação das causas é imprescindível para melhorar a qualidade de vida dos colaboradores e contribuir para o andamento de processos dentro da empresa.

Ações e atitudes preventivas devem ser acionadas por gestores para reduzir e gerenciar essa situação que prejudica tanto o colaborador quanto a instituição.

A Imunização é a melhor solução

A imunização dos colaboradores previne doenças que podem causar desde afastamento até incapacidades que poderão ter impacto não somente nos compromissos trabalhistas, mas que se estendem para vida social e familiar.

Além de prevenir surtos dentro da instituição e o efeito cascata de transmissão de doenças, a vacinação corporativa contribui para o acesso do indivíduo que não teria condições ou oportunidade de se dirigir até um serviço de imunização para completar seu calendário vacinal.

Para instituição, além de ter profissionais capacitados com materiais e equipamentos necessários no local para a realização de campanhas, também é uma forma de garantir mais segurança e aproveitar um atendimento personalizado que atenda cada modelo de negócio em suas particularidades.

 

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Referência: http://www.fleury.com.br/saude-em-dia/artigos/Pages/vacinacao-em-empresas-porque-vacinar-sua-equipe.aspx

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26 set 2019

Vip in Company

Entendemos que as empresas devem ter uma visão global sobre a medicina no trabalho, saindo da ação centrada nas doenças e nos agentes específicos do ambiente de trabalho para uma ação estratégica de promoção de saúde.

É preciso compreender a inter-relação entre o ambiente interno e externo na preservação da saúde e qualidade de vida dos colaboradores.

Saúde do trabalhador

O programa de saúde do trabalhador e a prevenção de riscos devem ter suas ações ampliadas para evitar riscos ocupacionais e neste sentido as doenças infecciosas, que representam um perigo específico inerente a atividade laboral.

Estas doenças prejudicam e comprometem a saúde do trabalhador e sua condição para função que exerce podendo causar um prejuízo econômico.

Considerando que dentro das doenças infecciosas, muitas são evitáveis por meio da imunização, fica claro que o uso da vacina como mecanismo de prevenção e promoção da saúde, proporciona um grande benefício tanto para o trabalhador como para empresa em que trabalha e também para a sociedade.

Vacinar é prevenir

Associada à melhoria das condições e do ambiente de trabalho a vacinação deve ser encarada como a medida mais efetiva na prevenção primária das doenças imunopreveníveis.

Pensando nisso, desenhamos estratégias efetivas e personalizadas de vacinação para empresas. Oferecemos logística de transporte, armazenamento e manuseio das vacinas, equipe treinada para atendimento na vacinação e disponibilização de materiais para realização da ação.

 

Todo o suporte necessário para concluir o objetivo de proporcionar maior qualidade de vida e saúde para o maior número de pessoas.

 

Ajudamos a desenhar a melhor estratégia para a sua campanha

Orientação e conscientização

Desenvolvimento de ações sobre a importância da vacinação.

Comunicação interna

Disponibilizamos material informativo para distribuição.

Planejamento estratégico

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24 set 2019
Desabastecimento da Vacina Pentavalente

A vacina Pentavalente que protege contra Hepatite B, Haemophilus, Difteria, Tétano e Coqueluche está em falta nos postos de saúde.

O desabastecimento aconteceu após a vacina, que é importada, não passar em testes de qualidade realizados pela ANVISA. A previsão é que o abastecimento voltará à normalidade a partir de novembro.

Existem 2 vacinas denominadas Pentavalente no mercado. A Penta Brasil, disponível no Serviço Público e a Pentavalente acelular, disponível no Serviço Privado.

A diferença entre as vacinas Pentavalente

Existem algumas diferenças entre a Penta Brasil e Pentavalente acelular.

1 – Componente Hepatite B que está presente na vacina Penta Brasil, oferecida no serviço público, mas não é encontrado na vacina do serviço privado;

2 – O componente IPV, está presente na vacina do serviço privado e não está na composição da vacina no serviço publico;

3 – Presença do componente pertussis que é de células inteiras no serviço público e acelular nas clínicas privadas, o que leva a quarta diferença que é a reatogenicidade.

A vacina de células inteiras costuma apresentar mais reações, principalmente febre e dor local. Vale lembrar que as duas vacinas são eficazes e seguras.

Recomendações:

  1. Se possível vacinar a criança no serviço privado com a Pentavalente acelular, Pneumocócica 13V e Rotavírus 5V;

 

  1. Lembre-se que as vacinas indicadas no calendário de vacinação aos 2, 4 e 6 meses são inativadas e não é necessário realizar um intervalo entre elas;

 

  1. Em casos de reação local tratar com compressa fria;

 

  1. Não é indicado fazer medicação profilática.

 

Referência: https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-triplice-bacteriana-de-celulas-inteiras-dtpw

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18 set 2019
Vacinas meningocócicas

As meninges são membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, a doença pode ser causada por vírus, bactérias e até fungos. A Meningite Bacteriana é a mais agressiva e também uma das mais comuns.

A infecção pelas bactérias que podem causar meningite é um grande problema no Brasil e no mundo. Atualmente existe vacina para cinco sorogrupo da bactéria, sendo eles disponíveis em duas vacinas, uma que protege contra o Meningococo tipo B e a vacina conjugada que protege contra os tipos A, C, W e o Y.

A doença Meningocócica é de alta evolução e alta letalidade (ocorrendo em 20% dos casos, mas podendo chegar a 50% quando há meningococcemia) e a melhor maneira de prevenção é a vacinação. Todas as faixas etárias estão vulneráveis, porém a metade dos casos acometem crianças menores, sendo a maior parte no primeiro ano de vida.

No Brasil o sorogrupo tipo C é o principal causador da doença, entretanto as análises de taxas de incidência por idade relatam um aumento da incidência pelo grupo B em crianças menores de 5 anos, e no sul do país observa-se o aumento da incidência do grupo W em diversas faixas etárias, chegando a representar 20% dos casos.

As sociedades brasileiras de Imunizações (SBIm) e de Pediatria (SBP) recomendam a vacinação com a vacina Meningocócica B e Meningocócica ACWY no primeiro ano de vida, iniciando aos três meses com uma primeira dose, a segunda aos três e um reforço entre doze e quinze meses de idade.

Crianças e adolescentes vacinados anteriormente com a Meningocócica C disponível no SUS podem ser beneficiadas com a Meningocócica ACWY a fim de ampliar o nível de proteção.

Outros causadores de meningite são: Streptococcus pneumoniae (pneumococo) que é imunoprevenível pela vacina PVC10, PCV 13 e PCV 23 e pela Neisseria meningitidis, Haemophilus influenzae que esta presente nas vacinas Pentavalente e na Hexavalente e o Listeria monocytogenes, entre outros vírus e bactérias.

 

Fontes: https://sbim.org.br/images/files/notas-tecnicas/nt-meningo-sbim-sbp-220819-at110919-ok.pdf

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01 ago 2019
mamalgesia

Só de chegar o dia da vacina do bebê as famílias já ficam com o coração apertado por conta da dor. A procura por uma forma de diminuir o incômodo sentido pelos bebês nesse momento chegou ao fim de uma forma simples e natural.

A OMS elaborou um documento recomendando amamentar os lactentes no momento da vacinação e imediatamente após, pois a sucção é analgésica para os bebês. O leite materno contém endorfina, substância química que ajuda a suprimir a dor e também reforça a eficiência da vacina. Além disso a amamentação aumenta a segurança da mãe e diminui a ansiedade.

Recomenda-se colocar o lactente ao seio antes e durante o a vacinação, mantendo-o alguns minutos após o final, e não há com o que se preocupar: a criança não irá associar a amamentação com um momento ruim.

Um estudo feito em 2015 na cidade de Ribeirão Preto demonstrou que o contato pele a pele combinado a amamentação pode potencializar o efeito analgésico, contribuindo para a melhor recuperação do RN após o procedimento de vacinação.

Ou seja, é oficial que a “mamalgesia”, o ato de amamentar a criança durante a vacina é uma forma eficiente de conseguir amenizar a dor do bebê tanto durante o procedimento quanto após.

Notas sobre amamentação:

  1. Não há interferência do aleitamento materno na resposta a nenhuma das duas vacinas orais.
  2. É importante ter em conta a idade do lactente para colocar mãe e bebê em uma posição confortável. Quando se tratar de um lactente pequeno, é conveniente que esteja no colo de sua mãe.
  3. O aleitamento materno, sozinho, não é suficiente para proteger contra doenças infecciosas.
  4. Para melhor efeito, inicie a amamentação 2-5 minutos antes da injeção.
  5. Se o seu bebê necessita de mais uma injeção na outra perna, posicione-o no outro seio. Assegure-se que seu bebê fez a pega correta e está sugando bem antes que a próxima injeção seja dada.
Referências:

LEITE, Adriana Moraes et al. Amamentação e contato pele-a-pele no alívio da dor em recém-nascidos na vacina contra Hepatite B. Revista Eletrônica de Enfermagem, [s.l.], v. 17, n. 3, p.1-8, 30 set. 2015. Universidade Federal de Goias. http://dx.doi.org/10.5216/ree.v17i3.31932.

http://www.aleitamento.com/amamentacao/conteudo.asp?cod=2382

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03 abr 2019
vacinas-nao-podem-causar-autismo

Há muitos mitos que circulam referente a vacinação, um deles é se vacinas podem causar autismo. O repasse de informações equivocadas quanto as vacinas é extremamente prejudicial a nossa sociedade, esses boatos podem induzir as pessoas a deixarem de vacinar seus filhos contribuindo assim para o aumento de doenças e epidemias. Entenda melhor como esse mito surgiu e como ele foi desmentido.

Em 1998 um médico britânico chamado Dr. Andrew Wakefield afirmou num trabalho científico publicado na Inglaterra que o Autismo podia ser causado pela vacina tríplice viral, mas isso não é verdade porque foram realizadas muitas outras pequisas científicas a fim de confirmar tal afirmação, e ficou claro exatamente o oposto, que as vacinas não podem causar autismo.

Além disso, ficou comprovado também que o autor do estudo tinha problemas graves na metodologia de como o estudo foi realizado e tinha conflitos de interesse provados em tribunal. O médico foi culpado de má conduta ética, médica e científica por publicar um estudo fraudulento.

No entanto, muitos acreditaram nesse médico, e como o autismo ainda não tem uma causa definida, ficou mais fácil da população acreditar no que foi afirmado pelo médico, gerando dúvidas e preocupações. Assim, muitos pais britânicos deixaram de vacinar seus filhos, expondo-os a doenças que poderiam ter sido evitadas.

vacina-e-autismo

De onde vem a suspeita 

A suspeita de que a vacina MMR, que protege contra a tríplice viral: sarampo, caxumba e rubéola, possa ser a causadora do autismo surgiu porquê as crianças tomam esta vacina por volta dos 2 anos de idade, época em que geralmente o autismo é diagnosticado. A principal suspeita era de que os conservantes usados nessa vacina (Thimerosal) causassem autismo.

Por causa disso diversos outros estudos foram realizados a fim de comprovar essa relação, e os resultados mostraram que não havia relação causal entre o Thimerosal ou mercúrio, que são os conservantes desta vacina, e o desenvolvimento do autismo.

 

Fatos que comprovam

Além dos diversos trabalhos científicos que comprovam que não existe uma ligação direta entre as vacinas e o autismo, alguns fatos que comprovam isso são:

  • Se a vacina tríplice viral fosse uma das causas do autismo, uma vez que essa vacina é obrigatória, os números de casos de autismo regressivo, diagnosticado perto dos 2 anos de vida da criança, deveriam ter aumentado, o que não aconteceu;
  • Se a vacina VASPR, que é o nome da tríplice viral no Reino Unido, causasse autismo, logo depois dela se tornar obrigatória nesse local, os casos de autismo teriam aumentado nesse território, o que não aconteceu;
  • Se a vacina tríplice viral causasse o autismo, os diversos estudos realizados com milhares de crianças da Dinamarca, Suécia, Finlândia, Estados Unidos e Reino Unido, teriam conseguido comprovar a sua relação, o que não aconteceu.
  • Se o Thimerosal causasse autismo, após a sua retirada ou diminuição da quantidade em cada frasco de vacina, o número de casos de autismo teria diminuído, o que não aconteceu.

 

Assim, é recomendado que os pais continuem vacinando seus filhos, de acordo com a orientação médica, sem medo deles desenvolverem o autismo, porque as vacinas são eficazes e seguras para a saúde de crianças e adultos.

 

Quais as causas do autismo

O autismo é uma doença que afeta o cérebro de crianças, que passam a ter sinais e sintomas de afastamento social. Ele pode ser descoberto no bebê ou na infância, e mais raramente na adolescência.

Suas causas não são totalmente conhecidas mas acredita-se que existem diversos fatores que possam levar ao desenvolvimento do autismo, sendo a teoria mais aceite, a genética. Assim, a pessoa com autismo possui em seus genes o cenário perfeito para o desenvolvimento do autismo, e este pode surgir depois de um grande trauma ou uma infecção, por exemplo.

 

Fonte: https://www.tuasaude.com/vacina-e-autismo/

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