30 dez 2019
gestação

A vacinação durante a gestação tem a função de proteger não somente a mãe, mas também o feto. Com a vacinação, os anticorpos (agentes de defesa) da mãe são transferidos para ele através da placenta durante a gestação e após o nascimento, pelo leite materno.

Segundo a OMS as seguintes vacinas devem ser administradas na gestação de modo geral.

  • Influenza: Administrada em qualquer período da gestação
  • DTPa: após avaliação do histórico vacinal, com intervalo de 60 dias entre as três doses ou obedecendo ao intervalo mínimo de 30 dias quando necessário, além da dose de reforço a cada 10 anos;
  • Hepatite B: três doses com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda e de 180 dias entre a primeira e a terceira, após o primeiro trimestre de gestação.

A sociedade Brasileira de imunização possui um calendário completo específico para vacinação de gestantes, confira clicando aqui.

 Dr° Renato Kfouri primeiro secretário da Sociedade Brasileira de Imunização relata a importância da vacinação da gestante.

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23 dez 2019
febre amarela

Segundo a OMS há indícios de que uma “terceira onda” de contaminação esteja sendo iniciada, com progressão do surto em direção ao Sul e ao Sudeste.

Pensando na imunidade coletiva, cobertura vacinal e melhor proteção para os trabalhadores a Vip Imune desenha as melhores estratégias para a vacinação em sua empresa. Entendemos que as empresas devem ter uma visão global sobre a medicina no trabalho, saindo da ação centrada nas doenças e nos agentes específicos do ambiente de trabalho para uma ação estratégica de promoção de saúde.

Conheça alguns benefícios da imunização para as empresas, quando contratado o serviço de uma clínica aos seus funcionários:

  • Evita o absenteísmo, quando o funcionário está saudável ele tem mais energia para o trabalho, além de evitar as faltas
  • Dá praticidade ao setor de Segurança do Trabalho, tornando mais fácil a tarefa de controle de vacinações individuais.
  • Otimização do tempo de todos, não é necessário esperar os dias e horários do atendimento público.
  • A gama de vacinas da rede privada é maior do que a da rede pública
  • E por fim, demonstra cuidado com a saúde do funcionário, ele se sente cuidado pelos seus empregadores.

Hoje em dia estar com a carteira de vacinação atualizada é o maior cuidado que alguém pode ter com a saúde.

 

Faça sua consultoria gratuita para desenhar a melhor estratégia da sua campanha de vacinação empresarial. Entre em contato e te ajudaremos nessa missão.

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16 dez 2019
poliomielite

Existem três diferentes cepas de poliovírus selvagem: o poliovírus selvagem tipo 1 (WPV1), o poliovírus selvagem tipo 2 (WPV2) e o poliovírus selvagem tipo 3 (WPV3). Os sintomas nos três casos são os mesmos, e podem causar paralisia irreversível ou até mesmo levar a óbito igualmente. Porém existem diferenças genéticas e virais, que tornam essas três cepas em três vírus separados, sendo necessário que sejam erradicados separadamente.

 

O poliovírus tipo 2 foi erradicado em 2015, esse foi um grande marco para a saúde mundial, e agora em 2019 podemos comemorar mais uma conquista. Em novembro a Comissão Global para a Certificação da Erradicação da Poliomielite anunciou a erradicação do poliovírus selvagem tipo 3. Essas são conquistas das políticas públicas de vacinação.

 

“Essa é uma conquista significativa, que deve revigorar o processo de erradicação e fornece motivação para a etapa final – a erradicação do poliovírus selvagem tipo 1” declarou o professor David Salisbury, presidente da Comissão Global em um evento de celebração na sede da Organização Mundial da Saúde.

 

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da OMS informou que o próximo passo é erradicar o tipo 1 ainda circulante no Paquistão e no Afeganistão. “Continuamos totalmente comprometidos em garantir que os recursos necessários sejam disponibilizados para erradicar todas as cepas. Pedimos aos nossos parceiros que também mantenham o rumo até que o sucesso final seja alcançado”.

                   Conheça também a necessidade da vacinação contra febre amarela com a chegada do verão

Já para Juarez Cunho, presidente da Sociedade Brasileira de imunização (SBIm) esse também é um grande marco na saúde mundial, mas não se pode diminuir os esforços para manter as taxas de vacinação elevadas já que os últimos casos de poliomielite registrados aconteceram ainda nos anos 90 nas américas.

 

 

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6050:no-dia-mundial-da-polio-comissao-de-especialistas-declara-erradicacao-global-do-poliovirus-selvagem-tipo-3&Itemid=812

https://sbim.org.br/noticias/1135-virus-selvagem-da-poliomielite-tipo-3-esta-oficialmente-erradicado

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13 dez 2019
vacinas obrigatórias

Passagem nas mãos, malas feitas e destino definido, mas você já pesquisou quais são as vacinas recomendadas para o local que você vai viajar?  Alguns locais possuem circulação de doenças específicas e é importante se proteger para curtir as férias com tranquilidade.

Vacinas contra difteria, tétano, hepatite B, sarampo, caxumba, rubéola e tuberculose são recomendadas para todo tipo de viagem.

Confira a abaixo a lista de vacinas recomendadas por região geográfica:

Confira a lista de países que exigem Certificado internacional de vacinação contra a febre amarela aqui.

https://www.who.int/ith/ITH_country_list.pdf

 

Vacine-se na Vip Imune e tenha seu certificado de vacinação.

Atenção: É necessário possuir pré cadastro no site da ANVISA.

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09 dez 2019
febre amarela

Febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus e transmitida através da picada de mosquitos infectados. O período de maior ocorrência é entre dezembro e maio, pois nesta época o vírus encontra condições favoráveis à transmissão, como temperaturas elevadas e pluviosidade, alta densidade de vetores e hospedeiros primários, presença de indivíduos suscetíveis devido a baixas coberturas vacinais e eventualmente, novas linhagens do vírus, aumentando assim o risco de surtos.

Seus sintomas iniciais são: febre com calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores musculares, vômitos e fraqueza. A maioria das pessoas melhora após estes sintomas iniciais. No entanto, cerca de 20% apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e, então, desenvolvem uma forma mais grave da doença.

A população que mora em áreas recomendadas para a vacina da febre amarela deve buscar a vacinação antes do início do verão, período de maior risco de transmissão da doença.

Clínicas privadas e o SUS oferecem a vacina seguindo a recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) para esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida. E em caso de deslocamento para uma área endêmica é necessário que a vacina seja realizada com 10 dias de antecedência.

Nas duas ultimas décadas houve surtos e aumento de casos fora dos limites das áreas consideradas endêmicas, caracterizando uma expansão recorrente da área de circulação viral no leste e no sul do país.

Com a chegada do verão é necessário que todos estejam com a vacinação em dia.

 

Está buscando um ambiente acolhedor e preocupado com a imunização de forma humanizada? Entre em contato conosco.

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05 dez 2019
deixar de vacinar

Um projeto de lei que prevê pena de detenção para quem não vacinar criança ou adolescente foi aprovado. Após ajustes na proposta, a multa também se tornou obrigatória, ou seja, a pena aplicará detenção e multa.

Incorre na mesma pena quem divulgar, propagar e disseminar, por qualquer meio, notícias falsas sobre as vacinas

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3842/19, que prevê pena de detenção de um mês a um ano para quem deixar de vacinar criança ou adolescente.

A proposta acrescenta ao Código Penal o crime de “omissão e oposição à vacinação”, assim descrito: omitir-se ou opor-se, sem justa causa fundamentada, à aplicação das vacinas previstas nos programas públicos de imunização em criança ou adolescente submetido ao seu poder familiar, ou tutelado. Quanto à pena, além da detenção de um mês a um ano, há uma multa.

Conforme o texto aprovado, incorre na mesma pena quem divulgar, propagar e disseminar, por qualquer meio, notícias falsas sobre as vacinas componentes de programas públicos de imunização.

A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Pedro Westphalen (PP-RS), ao texto original da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) e um outro projeto que tramita em conjunto.

“A vida em sociedade exige, certamente, a relativização de direitos por todos, em prol do interesse público, do bem comum, e a vacinação pode ser considerada uma situação paradigma”, disse Pedro Westphalen.

“Por um lado, temos o direito individual na decisão sobre o que acontece com o nosso corpo, que é inviolável, como reconhece a Constituição. Por outro lado, a vida em sociedade exige a restrição de direitos individuais e sabemos que nenhum direito é absoluto”, continuou o relator.

Além de promover ajustes na proposta original, o substitutivo torna a multa obrigatória. Em vez de detenção ou multa, a pena passou a ser de detenção e multa.

Tramitação
O projeto ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário.

 

 

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Wilson Silveira

 

Fonte: https://www.camara.leg.br/noticias/621717-comissao-aprova-projeto-que-tipifica-crime-de-nao-vacinar-crianca-ou-adolescente/

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04 dez 2019
hpv

Há cerca de 150 tipos de HPV, dos quais por volta de 13 são capazes de causar câncer. O HPV está relacionado a 99% dos casos de câncer de colo de útero, 63% dos casos de câncer de pênis, 91% dos casos de câncer de ânus, 75% dos casos de câncer de vagina, 72% dos casos de câncer de orofaringe e 69% dos casos de câncer de vulva. O vírus também pode acarretar verrugas genitais, é um problema de saúde pública que merece atenção.

Além de ser extremamente comum: estimativas apontam que a probabilidade de infecção em algum momento da vida é de 91,3% para homens e 84,6% para mulheres, mais de 80% das pessoas de ambos os sexos contraem o vírus antes dos 45 anos.

O Brasil tem em 2019 duas vacinas HPV licenciadas: a bivalente, que previne os tipos 16 e 18 e a quadrivalente, que previne os tipos 6, 11, 16 e 18. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina quadrivalente para meninas de 9 a 14 anos, meninos de 11 a 14 anos e indivíduos de 9 a 26 anos de ambos os sexos nas seguintes condições: convivendo com HIV/AIDS; pacientes oncológicos em quimioterapia e/ou radioterapia; transplantados de órgãos sólidos ou de medula óssea.

Os tipos 16 e 18, presentes na vacina, são responsáveis por 70% dos cânceres de colo de útero. Os tipos 6 e 11, também inclusos na vacina, estão associados a 90% das verrugas genitais. A eficácia de ambas as vacinas é próxima de 100%.

De cinco a oito anos após a introdução da vacina quadrivalente no sistema público houve redução de prevalência do HPV 16 e 18 em 83% nas meninas de 13 a 19 anos; 66% nas mulheres de 20 a 24 anos; e 37% nas mulheres de 25 a 29 anos.

O uso de camisinha diminui a chance, mas não elimina a possibilidade de infecção pelo HPV. Com exceção da abstinência sexual por toda a vida, a vacina é a medida preventiva mais eficaz.

 

FONTE: https://sbim.org.br/images/files/notas-tecnicas/comunicado-sbimsbpsbifebrasgoabptgicsbmt-vacinahpv-final.pdf

 

 

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22 nov 2019
sarampo

A falta de informação e infestação de fake news continua mostrando seus danos a saúde da população. Devido a esse cenário, os jovens estão deixando de lado a vacinação, dando mais força para o surto de Sarampo que o país está enfrentando.

 

Ministério da Saúde estima que o surto de sarampo levará, pelo menos, entre seis a oito meses para ser contornado

A cada dez casos confirmados de sarampo no Brasil, três foram em jovens na faixa de 20 a 29 anos. Nos últimos 90 dias de surto ativo, essa faixa etária foi a mais acometida pela doença, com 1.729 casos, concentrando 30,6% das confirmações.

 

Por ser o mais afetado, o grupo é o foco da segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra o sarampo que começou nesta segunda-feira (18), em todo o País.

Na primeira fase, a campanha focou a vacinação de crianças de 6 meses a 4 anos, que têm mais riscos de complicações — seis bebês com menos de 1 ano morreram de sarampo neste ano. Agora, o foco é o grupo com maior incidência da doença e mais desprotegido.

 

O Ministério da Saúde estima que 9,4 milhões de pessoas de 20 a 29 anos não estejam imunizadas ou tenham tomado só uma dose — são necessárias duas.

O infectologista Celso Granato, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que um dos motivos para a faixa de 20 a 29 anos estar mais suscetível à doença é que a maioria só se vacinou uma vez. “O Brasil demorou a introduzir a segunda dose na caderneta de vacinação. Nos anos 90, ficou claro que era necessário aplicar a segunda dose. Só que esse protocolo só passou a ser adotado em 2004.”

 

A estimativa do Ministério é de que o surto de sarampo levará, pelo menos, entre seis a oito meses para ser contornado. Nos últimos 90 dias, foram registrados 5.660 casos da doença, com 6 mortes. Os registros estão espalhados por 18 Estados, mas a maioria ocorreu em São Paulo.

 

Desafio

Entre junho e agosto, foi realizada na capital paulista uma campanha focada em jovens de 15 a 29 anos, que foi ampliada para outras cidades da Grande São Paulo. Solange Saboia, da Coordenadoria de Vigilância em Saúde, órgão ligado à Secretaria Municipal de Saúde, diz que convencer esse público a se vacinar é um desafio. “Conseguimos vacinar 44% dessa população, apesar dos esforços. As fake news estão atrapalhando e há jovens que desconhecem a doença.” Para a nova mobilização, a estratégia vai ser imunizar em universidades, escolas e empresas.

 

O instalador de ar-condicionado Davi Richard Souza, de 21 anos, só se vacinou depois de ter sido alertado pela mãe. “Foi tranquilo, não deu efeito nenhum. Agora sei que estou protegido”, disse Souza, morador de Sorocaba, município com 46 casos confirmados. As reações adversas da imunização são raras e mesmo quem perdeu o cartão e não sabe se tomou as duas doses pode se vacinar. Diretora do Programa Estadual de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde, Núbia de Araújo diz que os jovens devem ir aos postos para verificar se é necessário completar o esquema vacinal. “Esses jovens não viram o sarampo e não conseguem valorizar a vacina. A eficácia é de 95%, é uma vacina excelente, mas uma dose não é suficiente (para proteger).”

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/nove-milhoes-de-jovens-ainda-nao-tem-protecao-contra-o-sarampo/

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19 nov 2019
Herpes zóster

Apesar da gravidade das Herpes-Zóster, há muitas dúvidas em relação à essa doença, que também é conhecida como “cobreiro”. Causada pelo mesmo vírus que da varicela, a diferença entre as duas é que a varicela ocorre com mais frequência em crianças, já a herpes zóster atinge mais idosos. Para entender melhor continue lendo esta matéria.

Herpes zóster (HZ) é uma reativação do Vírus da Varicela Zóster (VZV) latente (o mesmo que causa a catapora), sendo primariamente uma doença de idosos e pessoas imunossuprimidas. Um estudo populacional conduzido no Condado de Olmsted, nos Estados Unidos (EUA), relatou alguns dados importantes sobre a doença.

1) O risco de HZ aumenta com a idade: de 4,7% em pessoas na faixa de 50 a 59 anos de idade a 12% em pessoas com idade igual ou superior a 80 anos de idade.

2) As complicações, principalmente neuralgia pós-herpética (PHN, definida como dor que dura mais de 90 dias desde o início da erupção cutânea HZ), também aumentam com a idade: de 5,41% na faixa entre 50 a 59 anos de idade a 20,32% em idosos com 80 anos de idade ou mais.

Incidência de herpes zóster

Vários estudos mostraram que a incidência da doença aumentou em muitos países, como por exemplo, Austrália, Canadá, Japão e os Estados Unidos. Esse crescimento ocorre pelos seguintes fatores: envelhecimento da população e consequente aumento das doenças crônicas, da prevalência de imunossupressão na população idosa e imunossupressão causada por estresse e depressão a longo prazo.

A tendência global de envelhecimento das populações apresenta um desafio para os recursos de saúde, especialmente em relação às doenças que impactam os idosos, como é o caso da Herpes Zóster. O Instituto Nacional do Envelhecimento estima que em 2030 o mundo provavelmente terá mais de 1 bilhão de pessoas idosas (maiores de 65 anos).

Nesse contexto, foi publicado na BMJ Geritriacs um estudo para estimar o potencial de incidência de herpes zóster ao longo do tempo, levando em consideração as tendências de incidência da doença e envelhecimento global. O documento foi concentrado em três países (Estados Unidos, o Japão e a Austrália) os quais projetaram os casos incidentes de HZ até 2030, na faixa etária maior de 65 anos. Os autores concluíram que o índice de afetados pelo problema deve crescer de 2,35 a 3,74% por ano até 2030.

Como prevenir a herpes zóster?

Aprovada pela Anvisa em 2014, a vacina pode ser administrada mesmo que o paciente já tenha tido um episódio de herpes na vida; está licenciada para pessoas com 50 anos ou mais e é recomendada como rotina para maiores 60 anos de idade.

Dentre as contraindicações temos:

  • Pessoas imunodeprimidas;
  • Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina;
  • Pessoas com tuberculose ativa não tratada;
  • Gestantes.

 

Fontes: https://pebmed.com.br/casos-de-herpes-zoster-devem-aumentar-nos-proximos-anos-como-prevenir/

https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/herpes-zoster/97/

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13 nov 2019
desinformação sobre vacinas

Atualmente muito ouvimos falar referente às fake news, informações falsas que são divulgadas como verdadeiras e que geram muita confusão em diversos assuntos. Apesar de parecer um termo novo, ele já existe há muito tempo, mas somente agora com a propagação do uso das redes sociais e aplicativos que essa expressão ganhou força e se destacou.

Apesar de não parecer, a divulgação de fake news está acompanhada de graves consequências em diversos casos, um exemplo que podemos acompanhar de perto é o retorno de doenças que estavam erradicadas, resultado da baixa cobertura vacinal que o país está passando no momento. Isso se torna um ciclo difícil de ser combatido, a partir do momento em que se recebe uma fake news, quase que automaticamente a pessoa repassa esse conteúdo sem verificar a veracidade das informações contidas, e assim compartilha informações falsas e aumenta o alcance desse tipo de mensagem.

 

Para poder ter uma melhor noção deste cenário, um novo estudo foi solicitado pela Avaaz e pela SBIm, e o resultado foi preocupante.

 

Segundo pesquisa, de cada dez pessoas entrevistadas, sete disseram que acreditaram em pelo menos uma notícia falsa sobre vacina.

Qual o alcance de uma mentira? Com que velocidade ela se espalha? Que efeitos pode ter? Quem foi pesquisar sobre isso ficou preocupado. Não é exagero nenhum a gente falar que existe uma epidemia de desinformação no Brasil sobre vacinas. E essa epidemia está afetando as taxas de vacinação brasileiras.

A Avaaz, uma ONG de mobilização social, e a Sociedade Brasileira de Imunizações encomendaram ao Ibope uma pesquisa que trouxe os seguintes números: de cada dez pessoas entrevistadas, sete disseram que acreditaram em pelo menos uma notícia falsa sobre vacina.

Segundo o estudo, 57% dos que não se vacinaram citaram um motivo relacionado à desinformação, e 48% dos entrevistados falaram que têm redes sociais e aplicativos como uma das principais fontes de informação sobre vacina.

 

Fonte: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2019/11/10/brasil-sofre-com-epidemia-de-desinformacao-sobre-vacinas-revela-estudo-inedito.ghtml

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/curiosidades/fake-news.htm

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