03 abr 2019
vacinas-nao-podem-causar-autismo

Há muitos mitos que circulam referente a vacinação, um deles é se vacinas podem causar autismo. O repasse de informações equivocadas quanto as vacinas é extremamente prejudicial a nossa sociedade, esses boatos podem induzir as pessoas a deixarem de vacinar seus filhos contribuindo assim para o aumento de doenças e epidemias. Entenda melhor como esse mito surgiu e como ele foi desmentido.

Em 1998 um médico britânico chamado Dr. Andrew Wakefield afirmou num trabalho científico publicado na Inglaterra que o Autismo podia ser causado pela vacina tríplice viral, mas isso não é verdade porque foram realizadas muitas outras pequisas científicas a fim de confirmar tal afirmação, e ficou claro exatamente o oposto, que as vacinas não podem causar autismo.

Além disso, ficou comprovado também que o autor do estudo tinha problemas graves na metodologia de como o estudo foi realizado e tinha conflitos de interesse provados em tribunal. O médico foi culpado de má conduta ética, médica e científica por publicar um estudo fraudulento.

No entanto, muitos acreditaram nesse médico, e como o autismo ainda não tem uma causa definida, ficou mais fácil da população acreditar no que foi afirmado pelo médico, gerando dúvidas e preocupações. Assim, muitos pais britânicos deixaram de vacinar seus filhos, expondo-os a doenças que poderiam ter sido evitadas.

vacina-e-autismo

De onde vem a suspeita 

A suspeita de que a vacina MMR, que protege contra a tríplice viral: sarampo, caxumba e rubéola, possa ser a causadora do autismo surgiu porquê as crianças tomam esta vacina por volta dos 2 anos de idade, época em que geralmente o autismo é diagnosticado. A principal suspeita era de que os conservantes usados nessa vacina (Thimerosal) causassem autismo.

Por causa disso diversos outros estudos foram realizados a fim de comprovar essa relação, e os resultados mostraram que não havia relação causal entre o Thimerosal ou mercúrio, que são os conservantes desta vacina, e o desenvolvimento do autismo.

 

Fatos que comprovam

Além dos diversos trabalhos científicos que comprovam que não existe uma ligação direta entre as vacinas e o autismo, alguns fatos que comprovam isso são:

  • Se a vacina tríplice viral fosse uma das causas do autismo, uma vez que essa vacina é obrigatória, os números de casos de autismo regressivo, diagnosticado perto dos 2 anos de vida da criança, deveriam ter aumentado, o que não aconteceu;
  • Se a vacina VASPR, que é o nome da tríplice viral no Reino Unido, causasse autismo, logo depois dela se tornar obrigatória nesse local, os casos de autismo teriam aumentado nesse território, o que não aconteceu;
  • Se a vacina tríplice viral causasse o autismo, os diversos estudos realizados com milhares de crianças da Dinamarca, Suécia, Finlândia, Estados Unidos e Reino Unido, teriam conseguido comprovar a sua relação, o que não aconteceu.
  • Se o Thimerosal causasse autismo, após a sua retirada ou diminuição da quantidade em cada frasco de vacina, o número de casos de autismo teria diminuído, o que não aconteceu.

 

Assim, é recomendado que os pais continuem vacinando seus filhos, de acordo com a orientação médica, sem medo deles desenvolverem o autismo, porque as vacinas são eficazes e seguras para a saúde de crianças e adultos.

 

Quais as causas do autismo

O autismo é uma doença que afeta o cérebro de crianças, que passam a ter sinais e sintomas de afastamento social. Ele pode ser descoberto no bebê ou na infância, e mais raramente na adolescência.

Suas causas não são totalmente conhecidas mas acredita-se que existem diversos fatores que possam levar ao desenvolvimento do autismo, sendo a teoria mais aceite, a genética. Assim, a pessoa com autismo possui em seus genes o cenário perfeito para o desenvolvimento do autismo, e este pode surgir depois de um grande trauma ou uma infecção, por exemplo.

 

Fonte: https://www.tuasaude.com/vacina-e-autismo/

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail
22 mar 2019

O que é a gripe?

A gripe é uma infecção viral respiratória aguda e facilmente contagiosa que pode afetar pessoas de qualquer idade, causada principalmente por 4 diferentes cepas do vírus influenza:

  • CEPA A (H1N1)
  • CEPA A (H3N2)
  • LINHAGEM B/ VICTÓRIA

COMO A GRIPE É TRANSMITIDA?

A gripe é facilmente transmitida de pessoa para pessoa através de espirro, tosse ou contato com pessoas ou superfícies infectadas.

 

GRUPOS DE RISCO

Todos podem contrair o vírus da gripe, mas crianças menores de 5 anos, idosos, grávidas e portadores de doenças crônicas (como asma, diabetes e doenças cardíacas) ou imunocomprometidos apresentam maior risco de complicações da doença.

 

SINTOMAS

Início súbito de febre alta e tosse são sinais que diferenciam a gripe do resfriado comum.

 

COMO SE PREVENIR

Lavar as mãos

Cobrir a boca com um lenço ao tossir ou espirrar

Vacinação

ENTENDA AS DIFERENÇAS DA VACINAÇÃO NA REDE PRIVADA E NA REDE PÚBLICA

 

Vacinação na rede privada

Proteção aplicada para 4 tipos de vírus que podem causar gripe

Podem ser vacinadas pessoas de qualquer faixa etária a partir de 6 meses de vida

Se perder o período da campanha, a vacina fica disponível o ano todo na clínica de vacinação

Vacinação na rede púbica

A vacina disponibilizada no posto de saúde protege contra 3 tipos de vírus, vacina Trivalente, está restrita ao publico considerado “prioritário”, e só permanece disponível durante o período estabelecido pelo Ministério da Saúde.

 

 

ALTERAÇÃO DE CEPA

 Para a temporada de vacinação em 2019 houve alteração em duas cepas. Essa alteração mostra a necessidade de realizar a vacinação anual para prevenir a doença.

A vacinação do maior número de pessoas é importante para prevenir surtos ou epidemias. Quanto antes tomada a vacina menor é o risco de contrair e transmitir a doença, além de evitar aglomerações em busca da vacina em caso de surto.

 

A vacinação é a forma mais eficaz de se proteger e proteger a quem você ama contra a gripe. Não deixe para depois, a saúde é o melhor da vida.

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail
20 fev 2019

Desde dezembro/2018 já houveram novos casos de febre amarela e mortes registradas no Brasil. Após o surto de febre amarela que teve início em 2016, o país pode estar prestes a enfrentar um novo surto, segundo alerta da Organização Mundial da Saúde.

O Ministério da Saúde reforça a orientação de vacinação contra a febre amarela para todos os viajantes que irão visitar alguma área de recomendação de vacina. Para garantir a proteção, a dose deve ser aplicada com, pelo menos, 10 dias de antecedência à viagem, tempo necessário para o organismo produzir os anticorpos contra a doença. Integram a Área com Recomendação de Vacinação cidades de 20 estados e o Distrito Federal. Para quem vai se deslocar no período do Carnaval para uma dessas áreas, a recomendação é buscar a imunização até o fim de janeiro.
Os casos de febre amarela registrados no país permanecem no ciclo silvestre da doença, ou seja, a febre amarela é transmitida apenas pelos mosquitos encontrados no ambiente silvestre, dos gêneros Haemagogus e Sabethes. O último caso de febre amarela urbana foi registrado no Brasil em 1942. Portanto, os cuidados devem ser redobrados para os viajantes que se deslocarem para zonas rurais e áreas de mata.
Para garantir a vacinação de quem vai viajar para essas regiões, o Ministério da Saúde distribui, mensalmente, doses da vacina para todas as unidades da federação. Desde 2017 até o momento, foram encaminhadas cerca de 57,4 milhões de doses da vacina. Para os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia foram enviados cerca de 48,4 milhões de doses da vacina febre amarela, com objetivo de intensificar as estratégias de vacinação de forma seletiva, sendo 18,3 milhões (SP), 10,7 milhões (MG), 12 milhões (RJ), 3,7 milhões (ES) e 3,7 milhões (BA).
DOSE ÚNICA – É importante lembrar que quem já tomou a vacina ao longo da vida não precisa repetir a dose. Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema da dose única, recomendado desde 2014 pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Estudos comprovaram que uma dose é suficiente para proteger durante toda a vida.

A vacina para a febre amarela é a medida mais importante para prevenção e controle da doença, e confere proteção entre 90% e 98%, além de ser reconhecidamente eficaz e segura. Entretanto, assim como qualquer vacina ou medicamento, pode causar eventos adversos.
Para algumas populações, a vacina é contraindicada, como pessoas com alergia grave ao ovo; portadores de doença autoimune; pacientes em tratamento com quimioterapia/radioterapia; crianças menores de seis meses de idade e pessoas que vivem com HIV/Aids (com contagem de células CD4 menor que 350 células/mm3). Para essas pessoas, a prevenção pode ser feita com uso de repelentes e roupas de manga comprida, além de evitar locais com evidência de circulação do vírus.
Outros grupos devem ser vacinados somente se estiverem em áreas de risco, e antes devem ser avaliados por um serviço de saúde para definir se há necessidade de vacinação. É o caso das gestantes, mulheres que estão amamentando, idosos, pessoas que vivem com HIV; pacientes que já terminaram o tratamento com quimioterapia/radioterapia e pessoas que fizeram transplante.
Por isso, a orientação é que a população siga rigorosamente as orientações do Calendário Nacional de Vacinação e mantenha a caderneta de vacinação atualizada, que deve ser guardada junto aos demais documentos pessoais.
No caso de perda da caderneta, o Ministério da Saúde recomenda ao cidadão que procure o posto de saúde onde habitualmente recebe as doses para resgatar o histórico de vacinação e fazer a segunda via do documento. Caso isto não seja possível, a recomendação é colocar a vacinação em dia, de acordo com a faixa etária e demais indicações.

Fonte: http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/42412-carnaval-vacina-contra-febre-amarela-deve-ser-aplicada-10-dias-antes-da-viagem

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail
17 jan 2019

Desde o final de 2016 o Brasil vem enfrentando o surto de febre amarela mais mortal desde 1980. A partir de março de 2018 o Ministérios da Saúde começou a recomendar a vacina contra febre amarela para todo o país, medida necessária após o aumento de casos de pessoas infectadas.

Já no primeiro mês de 2019 houveram mortes confirmadas e novos casos da doença. A vacinação é imprescindível para se proteger contra a febre amarela.

 

Febre amarela: 2 morrem e 6 estão internados no Vale do Ribeira, em SP

Casos ainda são considerados suspeitos; todos ocorreram na cidade de Eldorado, onde mais de 20 macacos também foram encontrados mortos

Dois homens morreram em pouco mais de uma semana com suspeita de febre amarela, em Eldorado, no Vale do Ribeira, região sul do Estado de São Paulo.

Outras seis pessoas estão internadas com sintomas da doença. Também foram encontrados mais de 20 macacos mortos, possivelmente infectados, no município.

Nesta terça-feira (15), a Secretaria da Saúde do Estado divulgou um alerta para a população residente e visitantes do Vale do Ribeira para tomarem a vacina, caso não estejam imunizados.

 

A região, que registrou 26 casos e 7 óbitos no ano passado, tem índice de vacinação de 66%, dentro da média estadual.

Os dois homens que morreram moravam no quilombo Sapatu, na zona rural. O primeiro óbito aconteceu no dia 5, o segundo neste domingo (13).

Os outros pacientes recebem tratamento no Hospital Regional de Pariquera-Açu. A pasta informou que, apesar de os casos ainda serem tratados como suspeitos, estão sendo tomadas medidas de prevenção. Amostras foram encaminhadas ao Instituto Adolfo Lutz para exames que podem confirmar ou descartar a doença.

Em Eldorado, equipes de saúde da prefeitura, com apoio do Estado se deslocam de casa em casa, na zona rural, para oferecer a vacina às pessoas não imunizadas. O trabalho abrange as comunidades quilombolas onde moravam as pessoas que tiveram suspeita da doença e onde foram encontrados macacos mortos, como o Quilombo Ivaporunduva. Técnicos da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) estão capturando mosquitos para detectar a possível presença do vírus.

 

Conforme a diretora de imunização da Secretaria, Helena Sato, a vacinação no Vale do Ribeira foi intensificada desde fevereiro de 2018. Eldorado tem 60% de cobertura e as ações buscam melhorar esse índice. “O trabalho é árduo porque o município tem uma área territorial imensa, como muitas comunidades quilombolas em regiões de mata.” A diretora viajou para a região nesta terça-feira, 15, para acompanhar os trabalhos de imunização.

Ela alerta a quem vai se deslocar para as áreas de matas e cachoeiras da região e não está imunizado para tomar a vacina ao menos dez dias antes da viagem. “É uma região turística, onde ficam a Caverna do Diabo e as grutas do Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), mas quem não estiver vacinado, não deve adentrar áreas verdes e precisa usar repelente”, disse.

Segundo Helena, todo o território paulista tem recomendação da vacina, que está disponível nos postos de vacinação e é indicada para adultos e crianças a partir dos 9 meses de idade. “Aqui, a recomendação é a mesma que fizemos para Baixada Santista e Litoral Norte. Quem quer vir, precisa estar vacinado.”

 

Macacos

Conforme nota da prefeitura, nas últimas semanas aconteceram relatos de ao menos vinte macacos achados mortos em diversos pontos do município, em grande extensão coberto pela Mata Atlântica. A nota informa que não foi possível realizar coleta de material para exame devido ao estado avançado de decomposição. Em Iporanga, cidade da região, também foram achados mortos vários primatas da espécie bugio.

Nos últimos dois anos, mais de 15 milhões de pessoas foram vacinadas contra a doença no Estado. De acordo com balanço do Centro de Vigilância Epidemiológica, em 2018, até 28 de dezembro houve 538 casos de febre amarela silvestre no Estado, com 184 óbitos. As cidades com mais mortes foram Mairiporã (33), Nazaré Paulista (12), Guarulhos (12), Ibiúna (10) e São José dos Perdões (10). Não há casos de febre amarela urbana no Brasil desde 1942.

 

Fonte: https://noticias.r7.com/saude/febre-amarela-2-morrem-e-6-estao-internados-no-vale-do-ribeira-em-sp-15012019

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail
17 jan 2019

A gripe é uma infecção viral respiratória aguda e facilmente contagiosa que pode afetar pessoas de qualquer idade, a vacinação é a medida mais segura de prevenir a gripe e complicações em decorrência da doença.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou os tipos de vírus que devem compor as vacinas de Influenza para o Hemisfério Sul no ano de 2019. Em relação ao ano de 2018 a vacina Trivalente e Quadrivalente sofreram alteração nas cepas A/H3N2 e B. Veja abaixo:

Cepas recomendas para a vacina quadrivalente na temporada do Hemisfério Sul 2018 x 2019

Recomendação de cepas para Hemisfério Sul – 2018 Recomendação de cepas para Hemisfério Sul – 2019
A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09 A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09
A/Singapore/INFIMH-16-0019/2016 (H3N2)  A/Switzerland/8060/2017 (H3N2)-like virus;
B/Phuket/3073/2013 (Yamagata) B/Phuket/3073/2013 (Yamagata)
B/Brisbane/60/2008 (Victoria) B/Colorado/06/2017-like virus (B/Victoria/2/87 lineage)

Cepas recomendadas para a vacina trivalente na temporada do Hemisfério Sul 2018 x 2019

Recomendação de cepas para Hemisfério Sul – 2018 Recomendação de cepas para Hemisfério Sul – 2019
A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09 A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09
A/Singapore/INFIMH-16-0019/2016 (H3N2) A/Switzerland/8060/2017 (H3N2)-like virus;
B/Phuket/3073/2013 (Yamagata) B/Colorado/06/2017-like virus (B/Victoria/2/87 lineage)

Devido às mutações que os vírus da gripe geralmente sofrem, é necessário atualizar as vacinas anualmente.  Só poderão ser produzidas e comercializadas as vacinas que de acordo com as novas especificações.

Considerando a imprevisibilidade do vírus Influenza, a forma mais efetiva de se prevenir é a vacinação anual de todos os indivíduos a partir de 6 meses de vida.

A vacina influenza trivalente contém duas cepas A e uma B, enquanto que a vacina quadrivalente amplia a proteção, por conter uma cepa B a mais, (duas A e duas B). Nas campanhas nacionais de imunização, são utilizadas as vacinas trivalentes.

As vacinas Quadrivalentes estão disponíveis no Brasil em clínicas privadas e campanhas corporativas em empresas que disponibilizam o benefício da vacinação para os funcionários e em determinadas negociações para seus dependentes.

Quer saber mais sobre a gripe, seus sintomas e formas de transmissão? Faça download do nosso folder informativo.

 

Para mais informações e se proteger contra a gripe entre em contato conosco.

(11) 3723-2828

(11) 3723-2822

(11) 3723-2821

(11) 3723-2827

(11) 99237-7672

recepcao@vipimune.com.br

 

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail
14 jan 2019

Saúde do viajante: brasileiros no exterior, vacinação, preparativos e dicas

Está planejando uma viagem? Não esqueça de ficar atento aos preparativos referentes a saúde também. Além de permitir que você aproveite sua viagem ao máximo, tomar as devidas precauções protege você e quem você ama não somente durante a viagem, mas também após.

Sobre a Saúde do Viajante

Para que você tenha uma ótima viagem, seja qual for o seu destino, e leve de volta para casa apenas boas recordações, consulte dicas práticas e informações essenciais que vão ajudar a proteger a sua saúde e tornar suas férias mais agradáveis e tranquilas.

Aqui, você poderá ter acesso às informações para ajudar no planejamento de quem pretende passar um tempo fora de casa ou do país. O portal do Ministério da Saúde apresenta orientações para preparação, durante e pós-viagem, tanto para brasileiros no exterior como para estrangeiros que viajam pelo Brasil.

Orientações básicas para a saúde do viajante

O Ministério da Saúde apresenta abaixo uma série de cuidados gerais e orientações que as pessoas devem seguir antes da viagem e no destino. Dentre as orientações estão:

  • procurar um médico, entre quatro e oito semanas antes de viajar;
  • solicitar ao profissional de saúde cuidados de prevenção de doenças e lesões;
  • fazer os exames e tomar as vacinas necessárias.

IMPORTANTE: Precisa fazer uso de medicamentos durante a viagem? Não esqueça de levar sempre com você a prescrição médica e a quantidade do medicamento necessária para todo o período que estiver viajando. Proteger a saúde é fundamental para ter uma viagem saudável e tranquila!

Cuidados básicos nos passeios – viajante

O Brasil é um país de clima tropical e subtropical. Recomenda-se ao viajante a ingestão constante de líquidos para evitar a desidratação e algumas outras medidas para manter a qualidade dos passeios e viagens.

  • Use roupas confortáveis e calçados fechados. Eles lhe darão segurança e proteção contra torções, picadas de insetos como, por exemplo, mosquitos e acidentes com animais peçonhentos.
  • Para se proteger do sol, cubra-se com roupas apropriadas, utilize chapéu ou boné e óculos escuros. Evite a exposição direta ao sol entre 10 horas da manhã e 4 horas da tarde.
  • Use protetor solar com fator de proteção adequado à cor de sua pele, de acordo com as orientações do fabricante. Mesmo em locais mais frios, sua pele ficará protegida dos raios solares.
  • Use repelentes quando houver necessidade.
  • Lave as mãos com água e sabão várias vezes ao dia, principalmente antes de ingerir alimentos, após utilizar conduções públicas, visitar mercados ou locais com grande fluxo de pessoas.
  • Consuma alimentos e bebidas de forma saudável.
  • Evite consumir alimentos cujas condições higiênicas, de preparo e acondicionamento, são precárias.
  • Evite alimentos crus ou mal cozidos, principalmente os frutos do mar.
  • Em caso de viagem para Região Amazônica, deve-se evitar o consumo de frutos in naturanão manipulados/processados de maneira adequada (especialmente, açaí e bacaba).
  • Alimentos embalados devem conter no rótulo a identificação do produtor, data de validade e a embalagem deve estar íntegra.
  • Durante o turismo rural, dê preferência aos alimentos que podem ficar sem refrigeração e não estraguem com o calor.
  • Segurança em veículos
    Em automóvel é obrigatório o uso de cinto de segurança pelo(a) condutor(a) e por todos(as) os(as) passageiros(as).
  • Para garantir o transporte seguro de crianças, é obrigatória a utilização de assentos infantis, também conhecidos como dispositivos de retenção para crianças, os quais devem ser escolhidos com base no peso e altura de criança. Crianças de até 10 anos somente devem ser transportadas no banco traseiro dos automóveis.
  • O uso de capacete ao conduzir motocicletas é obrigatório e salva vidas. A pessoa que estiver na garupa também deve usar capacete.
  • Uso do Tabaco
    No Brasil o fumo e proibido em locais fechados de uso coletivo, mesmo que total ou parcialmente fechado em qualquer de seus lados, por uma parede, divisória, teto, toldo ou telhado. Fique atento (a), pois essa proibição se aplica inclusive a restaurantes, bares, boates, hotéis, pousadas, aeroportos, etc.
  • Intoxicações acidentais
    No Brasil, os principais produtos químicos que resultam em intoxicação, pela exposição acidental, são medicamentos, desinfetantes sanitários, abuso de drogas, produtos químicos industriais e agrotóxicos de uso agrícola. Por isso, mantenha em local seguro, fora do alcance de crianças: medicamentos, sabonetes líquidos, xampus, condicionadores, perfumes, talcos e repelentes.

IMPORTANTE: No caso de exposição a esses produtos, bem como no caso de sentir mal-estar, alergia ou desconforto após o uso de repelente, peça orientações pelo disque-intoxicação (0800-722-6001). A ligação é gratuita em qualquer parte do país.

Preparativos para a viagem – cuidados gerais

Antes de viajar é preciso ter alguns cuidados para prevenir possíveis problemas ou complicações de saúde. Os principais cuidados gerais para a saúde do viajante são:

  • Para ter uma estadia segura e saudável no Brasil, informe-se com antecedência sobre os destinos dentro do país, pois você poderá encontrar diferenças de clima, nos hábitos alimentares e culturais.
  • Ao decidir seu roteiro, planeje as atividades de interesse e tome medidas preventivas de saúde.
  • Conheça o local para onde vai viajar. Saiba se há risco de doenças e necessidade de vacinas ou outras medidas preventivas.
  • Evite viajar doente.
  • Procure seu médico, preferencialmente, entre 4 e 8 semanas antes da viagem para informar seu roteiro. Peça orientações sobre cuidados para proteção contra doenças e lesões.
  • Você pode ter dificuldade ou não encontrar os medicamentos que utiliza habitualmente durante a viagem. Peça orientação ao seu médico sobre quais medicamentos e em que quantidade deve levar durante a viagem, incluindo a bagagem de mão.
  • Acondicione os medicamentos de acordo com as normas do fabricante e acompanhado da caixa e bula originais.
  • Alimente-se antes de viajar. Coma o que está acostumado, evitando gorduras, pois podem causar mal-estar durante a viagem.
  • Carregue com você os seus documentos de identificação, de preferência em inglês e português, com informações de contatos pessoais, tipo sanguíneo, se tem alergias, diabetes ou outras doenças que possam requerer particular atenção.
  • Siga as regras exigidas pelas companhias aéreas para o transporte de objetos e líquidos.
  • Se você sentir alteração em seu estado de saúde na viagem, avise aos tripulantes.
  • Antes de viajar consulte a empresa de transporte sobre as regras específicas para gestantes.

IMPORTANTE: Toda gestante deve consultar seu médico antes da viagem, pois estará sujeita a vários riscos e a viagem pode afetar sua segurança e conforto.

Vacinas – Orientações para a Saúde do Viajante

Estrangeiros que irão visitar o Brasil

No Brasil não há obrigatoriedade de comprovação vacinal para entrada no país. No entanto, o Ministério da Saúde recomenda que os turistas internacionais atualizem a sua situação vacinal previamente à chegada ao Brasil, conforme as orientações do calendário de vacinação do país de origem ou residência, em especial, as vacinas febre amarela, poliomielite, sarampo, rubéola, difteria e tétano.

Febre amarela – viajante estrangeiro

Este tópico é importante porque esclarece detalhes sobre viagens para áreas com recomendação de vacinação contra febre amarela no Brasil. A vacina da febre amarela é indicada para residentes e/ou viajantes que se destinam às Áreas com Recomendação de Vacinação (ACRV), com pelo menos 10 dias de antecedência da data da viagem, tempo necessário para que a vacina confira proteção contra a infecção.

Sarampo – viajante estrangeiro

Atualmente, o Brasil tem registrado surtos de sarampo nos estados de Roraima e Amazonas. Ambos os surtos estão relacionados à vinda de imigrantes venezuelanos para o País.

IMPORTANTE: Por se tratar de uma doença potencialmente grave e de alta transmissibilidade, é importante que os turistas atualizem sua situação vacinal contra o sarampo antes de se deslocarem para o Brasil.

Difteria, tétano e poliomielite – viajante estrangeiro

Recomenda-se que os turistas estrangeiros venham ao Brasil com esquema de vacinação completo para difteriatétano e poliomielite, de acordo com as indicações preconizadas no país de origem.

Brasileiros que irão viajar para outro País

Para viagens internacionais, o Ministério da Saúde do Brasil orienta que o viajante esteja com a sua situação vacinal atualizada, conforme as orientações do Calendário Nacional de Vacinação.

Dessa forma, recomenda-se que o viajante procure os serviços públicos de vacinação portando um documento de identificação e o cartão de vacinação, se disponível, para avaliação e atualização, quando necessário.

O viajante deve incluir o cartão de vacinação entre os documentos da viagem, pois, conforme as normas do Programa Nacional de Imunizações, este é o documento que comprova, em território nacional, a vacinação. No entanto, para viagens internacionais é importante dispor também do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP), quando exigido para entrada no país de destino ou no qual ocorra escala de voos.

IMPORTANTE:  As vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde são oferecidas gratuitamente nos serviços públicos de vacinação. Em caso de dúvidas, procure a Secretaria Estadual ou Municipal de Saúde.

Orientações sobre agravos para viajantes brasileiros

Febre Amarela – viajante brasileiro

Em conformidade com o Regulamento Sanitário Internacional (RSI) 2005, alguns países podem exigir a comprovação da vacina febre amarela para a entrada de estrangeiros em seu território, por meio da apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP)*.

A lista de países que apresentam risco de transmissão para febre amarela e de países que exigem o comprovante de vacinação para entrada em seu território deve ser consultada no endereço eletrônico da Anvisa  ou da Organização Mundial da Saúde (OMS).

IMPORTANTE: O viajante deve receber a dose padrão da vacina febre amarela pelo menos 10 dias antes da viagem para que a dose seja considerada válida no momento do seu embarque.

Poliomielite – viajante brasileiro

No contexto das ações de vacinação no Brasil e diante do cenário global da poliomielite, alguns países se mantêm endêmicos, de risco ou com surto da doença, mantendo a possibilidade de importação pelos demais países. O Brasil, desde 1990, não registra casos da poliomielite e em 1994 recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) a Certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem.

Assim, o Ministério da Saúde do Brasil orienta que as pessoas que se deslocarão para os países endêmicos, de risco ou com surtos da doença listados nos endereços abaixo procurem a sala de vacinação mais próxima da sua residência, pelo menos 4 semanas antes da data da viagem, para atualização da vacinação contra pólio e emissão do CIVP* quando necessário.

Lista dos países endêmicos, de risco ou com surtos da poliomielite

*O CIVP é um documento de reconhecimento internacional que comprova o atendimento à exigência de vacinação ou profilaxia realizada para imigração de viajantes internacionais nos Estados Membros. Para a emissão do CIVP, o viajante deverá procurar os Centros de Orientação ao Viajante, levando o seu Cartão de Vacinação e um documento de identificação oficial com foto.

Sarampo e rubéola – viajante brasileiro

Muitos países permanecem endêmicos para o sarampo e a rubéola, apresentando surtos com grande número de casos e até mesmo a ocorrência de óbitos por essas doenças, comprometendo os esforços realizados pelos países, especialmente o Brasil, para manter a eliminação desses agravos. Assim, os brasileiros devem atualizar sua situação vacinal para o sarampo e a rubéola pelo menos 15 dias antes da data da viagem.

Difteria e tétano – viajante brasileiro

Surtos recentes de difteria em vários países demonstram o risco a que as pessoas não vacinadas estão expostas. Trata-se de uma doença grave, potencialmente letal, cuja proteção pode ser feita por meio da vacinação. O tétano também é uma doença grave, prevenível por vacina e que ocorre em todo o mundo. Pessoas não vacinadas correm risco de contrair essas doenças. Assim, os brasileiros que irão se deslocar para qualquer país devem atualizar a situação vacinal contra a difteria e o tétano antes da viagem.

Brasileiros no exterior – Saúde do Viajante

Para brasileiros que já estão em viagem no exterior, seguem algumas recomendações relacionadas à saúde.

  • Recomenda-se ao viajante a ingestão constante de líquidos para evitar a desidratação.
  • Use roupas confortáveis e calçados fechados. Eles lhe darão segurança e proteção contra torções, picadas de insetos como, por exemplo, mosquitos e acidentes com animais peçonhentos.
  • Para se proteger do sol, cubra-se com roupas apropriadas, utilize chapéu ou boné e óculos escuros. Evite a exposição direta ao sol entre 10 horas da manhã e 4 horas da tarde.
  • Use protetor solar com fator de proteção adequado à cor de sua pele, de acordo com as orientações do fabricante. Mesmo em locais mais frios, sua pele ficará protegida dos raios solares.
  • Use repelentes quando houver necessidade.
  • Lave as mãos com água e sabão várias vezes ao dia, principalmente antes de ingerir alimentos, após utilizar conduções públicas, visitar mercados ou locais com grande fluxo de pessoas.
  • Consuma alimentos e bebidas de forma saudável.
  • Evite consumir alimentos cujas condições higiênicas, de preparo e acondicionamento, são precárias.
  • Evite alimentos crus ou mal cozidos, principalmente os frutos do mar.
  • Evitar o consumo de laticínios não pasteurizados (leite, queijo e sorvetes). Se o viajante não tem certeza sobre a qualidade do alimento, recomenda-se não consumir.
  • Alimentos embalados devem conter no rótulo a identificação do produtor, data de validade e a embalagem deve estar íntegra.
  • Ter cuidado com o contato direto e indireto com possíveis animais infestados e seus produtos. Particularmente, evitar o contato com mucosas, conjuntivas e cortes na pele.
  • Caso tenha diarreia e vômitos por conta da ingestão de alimentos e bebidas, é preciso cuidado redobrado com a desidratação. Recomenda-se a ingestão de sal de reidratação oral.

IMPORTANTE: Bebidas esportivas não compensam corretamente as perdas e não devem ser utilizadas para tratamento de doença diarreica.

Viajantes que se deslocarem a países e regiões (Mediterrâneo e Ásia) endêmicas de brucelose animal e humana devem ter cuidado no consumo de laticínios não pasteurizados, evitando assim, o risco de contrair a doença.

Uso de bebidas alcoólicas – saúde do viajante

Álcool é uma substância que traz danos à saúde. Se você escolher consumir algum tipo de bebida alcoólica, lembre-se do risco de conduzir qualquer tipo de veículo sob efeito de álcool, ainda que em pequenas quantidades. O consumo de bebidas alcoólicas associado à direção aumenta os riscos de acidentes de trânsito e traz consequências penais e administrativas graves.

Proteja-se, viajante!

Abaixo, seguem algumas recomendações de prevenção e proteção da sua saúde.

  • Ao chegar ao seu local de hospedagem (hotel, pousada, albergue e outros), verifique cuidadosamente se há algum criadouro do mosquito e elimine-o.
  • O risco de infecção por malária, dengue, febre amarela, Chikungunya, vírus Zika podem ser reduzidos, se forem evitadas as picadas.
  • Para isso, hospede-se em locais que disponham de telas de proteção nas portas e janelas, especialmente se estiver longe das capitais, ou leve o mosquiteiro/cortinado como alternativa.
  • Em passeios eco turísticos, utilize roupas que protejam o corpo contra picadas de insetos e carrapatos, como camisas de mangas compridas, calças, meias e sapatos fechados.
  • Em localidades com transmissão de malária, permanecer, principalmente no período entre o anoitecer e o amanhecer, em locais com barreiras para entrada de insetos como telas de proteção, mosquiteiros, ar-condicionado ou outras disponíveis.
  • Aplique repelente nas áreas expostas da pele, seguindo a orientação do fabricante.
  • Pessoas infectadas com malária, vírus Zika, chikungunya ou dengue são o reservatório de infecção para outras pessoas, tanto em casa como na comunidade. Portanto, a pessoa doente, deve seguir as medidas de proteção acima citadas, evitando a propagação da doença.
  • Pratique sexo de forma segura. Usar a camisinha é uma das maneiras mais práticas e eficazes de se proteger contra o HIV. Além do HIV, usar camisinha protege das infecções sexualmente transmissíveis e hepatites virais.

Proteção contra mordeduras ou outros tipos de acidentes com animais

Em caso de contato acidental, mordedura, lambedura ou arranhadura por mamíferos (cão, gato, morcego, ou qualquer outro animal silvestre), lave o local atingido com água corrente e sabão, e procure imediatamente assistência médica;

Se tiver acidentes com animais peçonhentos (escorpiões, cobras, aranhas, abelhas e lagartas), não realize procedimentos caseiros e procure imediatamente o serviço de saúde local. Durante o socorro, mova-se o mínimo possível. O membro atingido deve ser colocado numa posição mais elevada em relação ao corpo e o local da picada pode ser lavado apenas com água e sabão;

Em casos de acidentes com águas-vivas e caravelas, primeiramente, para alívio da dor inicial, usar compressas geladas (pacotes fechados de gelo – “cold packs” – envoltos em panos, ou água do mar gelada, se disponível). Em seguida, realizar lavagem do local da lesão com ácido acético a 5% (vinagre), sem esfregar a região acometida, e, posteriormente, aplicar compressa do mesmo produto por cerca de 10 minutos, para evitar o aumento do envenenamento.

É importante que não seja utilizada água doce para lavagem do local da lesão e/ou aplicação das compressas geladas, pois pode piorar o quadro do envenenamento. A remoção dos tentáculos aderidos à pele deve ver realizada de forma cuidadosa, preferencialmente com uso de pinça ou lâmina. Procure assistência médica para avaliação clínica do envenenamento e, se necessário, realização de tratamento complementar.

Algumas recomendações para esses casos são:

  • Evite contato direto com animais vivos ou mortos, e, acima de tudo, não manipule esses animais, por mais inofensivos que eles pareçam.
  • Evite caminhar descalço em áreas de selvas ou plantações. Preferencialmente, utilize calça e botas de cano longo ou bota com perneira (que protejam até o joelho).
  • No caso específico de aranhas e escorpiões, vistorie roupas e calçados antes de vesti-los, e toalhas ou capas antes de utilizá-las.
  • Durante a realização de trilhas ou caminhadas ecológicas, examine cuidadosamente os locais onde for apoiar-se (árvores, rochas);
  • Tenha cuidado com abelhas e marimbondos. Eles são atraídos por sons, odores e cores, como barulhos de aparelhos de jardinagem e de motores de embarcação.
  • Não coloque a mão em buracos e tocas.

Prevenção contra doenças de transmissão respiratória – saúde do viajante

Higienize as mãos frequentemente com água e sabonete, principalmente antes de consumir algum alimento, antes das refeições, de tocar os olhos, a boca e o nariz e após tossir, espirrar ou usar o banheiro são algumas das medidas principais de se prevenir doenças de transmissão respiratória.

Outras formas de prevenir esse tipo de complicação de saúde ao viajante é:

  • No caso de não haver disponibilidade de água e sabonete, se possível usar álcool gel.
  • Evite tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
  • Ao tossir ou espirrar, cubra o nariz e a boca com lenço, preferencialmente descartável. Caso não tenha, evite espirrar nas mãos. Recomenda-se espirrar na parte interna do antebraço (próximo ao cotovelo).
  • Evite contato próximo com pessoas doentes.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.
  • Indivíduos doentes devem ficar em repouso, consumir alimentação balanceada, aumentar a ingestão de líquidos e evitar aglomerações e ambientes fechados.
  • Mantenha os ambientes ventilados.
  • Esteja sempre atento ao apresentar sintomas respiratórios de maior gravidade e procure imediatamente assistência médica.

Continuidade do tratamento antirretroviral por viajante no exterior

Abaixo seguem algumas informações e requisitos para dispensação de antirretrovirais a quem for permanecer no exterior por um período acima de 90 dias. A dispensação antecipada para o período de ausência é realizada em caso de viagem internacional de intercâmbio, estudo ou a trabalho. A retirada pode ocorrer na Unidade Dispensadora de Medicamentos (UDM) até 30 dias antes da viagem.

Para normatizar o processo, existe a Nota Informativa Nº 55/2018, do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV). Os documentos obrigatórios exigidos são:

  • comprovação da viagem (passagem ida e volta e contrato de trabalho ou comprovante de matrícula ou intercâmbio);
  • relatório médico (esquema terapêutico, condições clínicas, imunológicas e virológicas, justificativa para dispensação superior a 90 dias e o motivo da dispensação para o período solicitado);
  • receita médica (formulário de solicitação de medicamentos preenchido e assinado).

Notificação de problemas de saúde do viajante

Você que vai viajar para outro país é importante ficar atento a qualquer sinal ou sintoma que possa aparecer durante a viagem ou após o retorno ao Brasil, como por exemplo, febre, diarreia, sintomas respiratórios, manchas vermelhas ou qualquer outro sintoma. Sempre é importante procurar atendimento médico para ter um diagnóstico mais rápido e um tratamento específico.

A notificação é muito importante para monitorar a ocorrência de doenças de outros países que podem se espalhar no Brasil e colocar nossa população em risco. Essas informações ajudam o Ministério da Saúde a monitorar as principais doenças que estão ocorrendo no país e estabelecer medidas de prevenção e controle.

Faça também a sua parte. Qualquer pessoa pode notificar seus sinais e sintomas ao Ministério da Saúde. É só enviar um e-mail para notifica@saude.gov.br

Durante sua estadia – Saúde do Viajante

Durante a estadia do viajante em qualquer lugar do Brasil, seguem informações úteis sobre os serviços de saúde públicos disponíveis para atendimento. Vale destacar que esses serviços são gratuitos. O turista estrangeiro que apresentar problemas de saúde também pode procurar atendimento na rede de atenção às urgências do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio dos seguintes serviços

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192)

O SAMU 192 funciona 24 horas, todos os dias da semana, e o acesso é feito por meio do número de telefone 192. A ligação é gratuita e pode ser realizada por qualquer telefone fixo ou móvel local. O SAMU realiza o atendimento de urgência e emergência, por intermédio de ambulâncias, motolâncias e outros tipos de viatura, em qualquer lugar: residências, locais de trabalho e vias públicas. A equipe reúne médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e socorristas, que atendem às urgências de natureza traumática, clínica, pediátrica, cirúrgica, gineco-obstétrica e de saúde mental da população

Quando chamar o SAMU 192?

Você pode chamar o SAMU 192 nas seguintes situações de urgência e emergência:

  • Na ocorrência de problemas cardiorrespiratórios.
  • Em casos de intoxicação exógena.
  • Em caso de queimaduras graves.
  • Na ocorrência de maus tratos.
  • Em trabalhos de parto onde haja risco de morte da mãe ou do feto.
  • Em casos de tentativas de suicídio.
  • Em crises hipertensivas.
  • Quando houver acidentes/traumas com vítimas.
  • Em casos de afogamentos.
  • Em casos de choque elétrico.
  • Em acidentes com produtos perigosos.
  • Na transferência inter-hospitalar de doentes com risco de morte.

Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h)

As Unidades de Pronto Atendimento (UPAS 24h) prestam atendimento aos pacientes acometidos por quadros agudos de natureza clínica e o primeiro atendimento aos casos de natureza cirúrgica ou de trauma. Estabilizam os pacientes e realizam a investigação diagnóstica inicial, definindo, em todos os casos, a necessidade ou não de encaminhamento a serviços hospitalares de maior complexidade.

Prevenção para gestantes e mulheres em idade fértil

O Ministério da Saúde recomenda que gestantes e mulheres em idade fértil, com possibilidade de engravidar, tomem as medidas abaixo para se proteger das picadas de insetos.

  • Em localidades com transmissão de Malária, permanecer, principalmente no período entre o anoitecer e o amanhecer, em locais com barreiras para entrada de insetos como telas de proteção, mosquiteiros, ar-condicionado ou outras disponíveis.
  • Evite ambientes com presença de mosquitos, sem as medidas de proteção recomendadas.
  • Sempre que possível utilize roupas que protejam a maior parte possível da superfície da pele.
  • Os repelentes à base de DEET, icaridin, ou picaridin e IR 3535 ou EBAAP, são considerados seguros para uso durante a gestação.
  • Se houver qualquer alteração no seu estado de saúde, comunique o fato aos profissionais de saúde para acompanhamento da gestação.
  • Antes de fechar a casa para viajar, verifique cuidadosamente se há algum criadouro do mosquito e elimine-o.
  • Pessoas infectadas com malária, vírus ZikaChikungunyaou Dengue são o reservatório de infecção para outras pessoas, tanto em casa como na comunidade. Portanto, a pessoa doente, deve seguir as medidas de proteção acima citadas, evitando a propagação da doença.

Prevenção de violências

No Brasil é considerada violência sexual todo ato libidinoso sem consentimento, mesmo que não tenha acontecido conjunção carnal. Em caso de violência sexual, deve-se buscar imediatamente atendimento em uma unidade de saúde.

No serviço de saúde serão oferecidos medicamentos para profilaxia de infecções sexualmente transmissíveis: sífilisHIV e vacina contra hepatite B. No caso de mulheres ou adolescentes do sexo feminino, também é oferecida a anticoncepção de emergência (método para prevenir a gravidez forçada e indesejada resultante de estupro).

O Brasil foi formado por diversos povos e possui enorme diversidade étnico-racial, religiosa e cultural. No país o racismo é considerado crime inafiançável e imprescritível. No Brasil, as crianças e adolescentes são protegidos pela lei contra diversas formas de violência, a saber:

  • negligencia;
  • discriminação;
  • exploração (inclusive a sexual);
  • crueldade;
  • opressão.

Se você tiver conhecimento de que alguma criança ou adolescente está sofrendo algum tipo de violência procure a Policia Civil ou acione o Disque Direitos Humanos – Disque 100. Caso você presencie a violência, poderá acionar imediatamente a Policia Militar (Telefone 190).

Violência infligida contra pessoas idosas também pode ser denunciada a Policia Civil ou ao Disque 100.

No Brasil, os casos suspeitos ou confirmados de alguns tipos de violência são de notificação compulsória por todos os serviços de saúde (público ou privados).

  • Violência doméstica/intrafamiliar.
  • Violência sexual.
  • Violência autoprovocada, entre elas as tentativas de suicídio.
  • Tráfico de pessoas.
  • Trabalho escravo.
  • Trabalho infantil.
  • Intervenção legal.
  • Violência homofóbicas contra mulheres e homens em todas as idades.

No caso de violência extrafamiliar/comunitária, somente serão objetos de notificação as violências contra crianças, adolescentes, mulheres, pessoas idosas, pessoas com deficiência, indígenas e população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais).

IMPORTANTE: No Brasil, a violência contra as mulheres é considerada crime sujeito à prisão. Os casos de violência podem ser denunciados à Central de Atendimento à Mulher – ligue 180. As denúncias de violência contra mulheres podem ser também feitas nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher ou nas Delegacias de Polícia Civil.

Lembre-se que o consumo de bebidas alcoólicas é um fator de risco que aumenta a predisposição para a prática da violência. Além disso, estar sob efeito de álcool pode aumentar a vulnerabilidade da pessoa para sofrer algum tipo de violência. Se você escolher beber, use o bom senso e moderação.

Certificado de Direito à Assistência Médica (CDAM)

Os acordos internacionais incorporam-se ao contexto da política externa brasileira, gerida pelo Ministério das Relações Exteriores – MRE e são resultado de consensos diplomáticos entre governos e empenho, à época, do Ministério da Previdência Social – MPS. O Governo brasileiro tem estabelecido acordos com outros países motivado pelo elevado volume de comércio exterior; pelo recebimento no País de investimentos externos significativos; pelo acolhimento, no passado, de fluxo migratório intenso e/ou; por relações especiais de amizade. Assim, o Brasil possui Acordos Multilaterais e Bilaterais em vigência com diversos países, sendo que três países possuem previsão de assistência à saúde, a saber, Cabo Verde, Itália e Portugal.

O Certificado de Direito à Assistência Médica –  CDAM é um certificado oriundo de acordos previdenciários assinados pelo Brasil com Cabo Verde, Itália e Portugal, que permite que o brasileiro (nato ou naturalizado e estrangeiros residentes no Brasil e contribuintes da Previdência Social) que esteja em um desses países possa ser atendido na rede pública dos países acordados como cidadão local. Ou seja, em Portugal, por exemplo, se o português pagar por um procedimento de saúde, o brasileiro também deverá pagar em igual característica. Da mesma forma, os procedimentos gratuitos ao nativo também serão gratuitos aos portadores do CDAM.

O acesso à rede pública de saúde em Portugal, Cabo Verde e Itália é feito por meio da apresentação do CDAM, emitido pelo Ministério da Saúde. A emissão do CDAM é realizada pela Gestão de Pessoas em todos os Núcleos Estaduais do Ministério da Saúde e no Distrito Federal, garantindo o atendimento em todo território nacional.

Orientações Gerais:

– Países com o acordo vigente com o Brasil:

1.1 – Cabo Verde
1.2 – Itália
1.3 – Portugal

– Exemplos de Beneficiários:
2.1 – Celetista
2.2 – Empregadores
2.3 – Domésticos
2.4 – Autônomos
2.5 – Avulsos
2.6 – Temporários
2.7 – Aposentados/Pensionistas pelo INSS – Lei 8.213/91 (Regime Geral de Previdência Social)
2.8 – Dependentes (menores de 21 anos e Cônjuges)

  1. 3. Lista de documentos exigidos para a emissão do CDAM – (Certificado de Direito à Assistência Médica)
    1– Para Portugal (PB4):
    RG
    CPF
    Passaporte Válido
    Comprovante de Residência no Brasil

3.2 – Para Itália (IB2) e Cabo Verde (PB4):
RG
CPF
Passaporte Válido
Comprovante de Residência no Brasil
Comprovante de Vínculo com o INSS

3.3 – Exemplos de Comprovantes de Vínculo com o INSS:
3.3.1 – Empregado celetista: carteira de trabalho assinada (sem data de demissão) ou contrato de trabalho, além do contracheque mais recente (mês anterior ou atual).
3.3.2 – Contribuinte Individual/Segurado Especial/Facultativo: comprovante do efetivo pagamento da contribuição sem atraso da competência vigente na data da solicitação (GPS – Guia da Previdência Social).
3.3.3 – Aposentados/Pensionistas do INSS: Comprovante de concessão da aposentadoria/pensão e documento que contenha o número de inscrição do benefício no INSS.
3.3.4 – Empregador: Contrato social e comprovante do efetivo pagamento da contribuição sem atraso da competência vigente na data da solicitação (GFIP – Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e de Informações à Previdência Social), além do documento que contenha o número de inscrição (individual) no INSS (comprovando que este é vinculado ao CNPJ apresentado).

3.4 – Para os dependentes:
RG
CPF
Passaporte Válido
Documento que comprove a dependência (certidão de nascimento ou RG do filho menor de 21 anos; certidão de casamento/declaração de união estável)

  1. 4. Solicitando CDAM em nome de outra pessoa:
    1– É necessária a apresentação de Procuração Pública e documento de identificação do procurador;
    4.2 – A documentação deverá ser apresentada com autenticação em Cartório, Embaixada ou Consulado. Se possível, apresentar os originais para que as cópias sejam autenticadas pelo órgão emissor do CDAM (Ministério da Saúde).
    4.3– O procurador deverá, no ato da entrega da documentação, fornecer o endereço de residência do segurado no Brasil.
  2. 5. Informações importantes:
    1– Para os países Itália e Cabo Verde, é vedado o fornecimento de certificado a funcionários públicos que não contribuem com o Regime Geral de Previdência Social – RGPS;
    5.2– O certificado terá validade de até um ano, contado a partir da data da emissão;
    5.3 – O certificado poderá ser entregue em até 05 (cinco) dias úteis da data de solicitação.
    5.4 – O Certificado não é equivalente a um seguro viagem.
    5.5 – É recomendável realizar o reconhecimento de firma da assinatura no certificado bem como o Apostilamento (Convenção da Apostila da HAIA) nos cartórios;
    5.6 – Deverão ser apresentados os documentos originais ou cópias autenticadas;
    5.7 – O menor de idade (menos de 18 anos) não poderá ser titular do CDAM, salvo a emancipação (devendo esta ser comprovada). Apenas será registrado como dependente, tendo como titular um dos pais ou seu tutor/curador. O cidadão poderá ser titular do CDAM a partir dos 18 anos de idade, contudo, poderá ser registrado como dependente de um titular até os 21 anos de idade, desde que comprovada a dependência.
    5.8 – Nos casos de menor sob guarda, somente serão aceitos quando comprovada a guarda judicial;
    5.9 – Visando agilidade no seu atendimento, apresente cópias simples dos documentos exigidos.
UF DADOS
Acre Responsável: CLÁUDIO ROBERTO DO NASCIMENTO
Endereço: Rua Coronel Sebastião Dantas, nº 2.418, Térreo – Estação Experimental – Rio Branco/AC
Telefone: (68)3212-2915 ou 3212-2900
Atendimento: 08h às 12h e 13h às 17h
Alagoas Responsável: THIAGO EVARISTO SOUZA SANTOS e ADERALDO GOMES DE ARAÚJO
Endereço: Rua Prof. José da Silveira Camerino, nº 880, Ed. Empresarial Belo Horizonte, 1º andar, sala 124 – Pinheiro – Maceió/AL
Telefone: (82) 3198-1783
Atendimento: 08h às 14h
Amapá Responsável: ELZARINA BARBOSA FONSECA
Endereço: Av. Antônio Coelho de Carvalho, 2517 – Santa Rita – Macapá/AP
Telefone: (96) 2101-1403
Atendimento: 08h30 às 12h
Amazonas Responsável: MARINA EUGENIA LEITE BARRONCAS
Endereço: Av. Djalma Batista, nº 1018, Sala de Capacitação – Chapada – Manaus-AM
Telefone: (92) 3671-6254
Atendimento: 08h às 12h e 13h às 17h
Bahia Responsável: ISAURA DO BOMFIM SILVA
Endereço: Rua do Tesouro, 21/23, 6º andar – Centro – Salvador/BA
Telefone: (71) 3266-1732 ou 3266-2702
Atendimento: 08h – 11h e 13h – 15h
Ceará Responsável: PEDRO HENRIQUE SERRA AZUL e LEDA MARIA FALCÃO FONSECA
Endereço: Rua do Rosário, nº 283, sala 709 – Centro – Fortaleza/CE
Telefone: (85) 3209-3480/3209-3456
Atendimento: 08h30 às 12h
Distrito Federal Responsável: GLEISSE DE CASTRO FONSECA E RENALDO VASCONCELOS DA PONTE
Endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco G, Anexo, Térreo, Ala B, Sala B – Brasília/DF
Telefone: (61) 3315-2612/ 3315-2611
Atendimento: 7h às 19h (senhas até às 18h30)
Espírito Santo Responsável: RAULINO PEREIRA GOUVEIA/SOLANGE ROCHA SAMPAIO
Endereço: Rua Moacyr Strauch, nº 85, Térreo, Sala do Serviço de Gestão de Pessoas – Praia do Canto – Vitória/ES
Telefone: (27) 3145-2700
Atendimento: 08h às 12h (limitado a 20 (vinte) senhas de atendimento por dia, de segunda a sexta)
Goiás Responsável: MARLI SOREL DE ARAÚJO GONÇALVES
Endereço: Rua 82, nº 179, 6º andar Setor Sul – Goiânia/GO
Telefone: (62) 3526-1044 ou 3526-1046
Atendimento: 08h às 11h e 13h às 16h
Maranhão Responsável: ROBERTO ALMEIDA DE MELO
Endereço: Av. Professor Carlos Cunha, 3000, Shopping Jaracati – Bairro Jaracati – CEP: 65.076-979.
Telefone: (98) 3231-1336 ou 3232-8634
Atendimento: 08h às 12h e 14h às 17h
Mato Grosso Responsável: JORGE FREDERICO CARDOSO
Endereço: Av. Senador Filinto Muller, 35 (Esquina c/ Av. Gel. Ramiro de Noronha) – Bairro Duque de Caxias – Cuiabá – MT – CEP: 78043-400
Telefone: (65) 3617-5842 ou 3617-5825
Atendimento: 07h às 11h e 13h às 16h
Mato Grosso do Sul Responsável: JOSEFINA ROZANA CAIMAR
Endereço: Rua Jornalista Belizário Lima, nº 236, 1º Andar, Sala de Recursos Humanos – Vila Glória – Campo Grande/MS
Telefone: (67) 3317-3221
Atendimento: 08h às 11h e 13h às 16h
Minas Gerais Responsável: JOSÉ ADRIANO CUPERTINO
Endereço: Rua Espírito Santo, 500, 11º andar, sala 1103 – Centro – Belo Horizonte/MG
Telefone: (31) 3248-2814
Atendimento: 09h às 15h
Pará Responsável: NELSON AUGUSTO SILVA DE SOUZA e SOLON JOSE GUIMARAES IMBIRIBA
Endereço Av. Conselheiro Furtado, nº 2520, Ed. Daniel Leite Dias – Cremação, Belém-PA. CEP: 66.063-060. Andar Térreo – Sala do Protocolo
Telefone: (91) 3265-6347
Atendimento: 08h às 14h
Paraíba Responsável: MARCOS AURÉLIO MARTINS DE PAIVA
Endereço: Av. Duarte da Silveira, 610, Térreo, Central de Atendimento ao Público – Centro – João Pessoa/PB
Telefone: (83) 3612-3428 ou 3612-3430
Atendimento: De 2ª a 5ª feira: 08h às 11:30h e 13h30 às 17h; 6ª feira: 08h às 12h (senhas distribuídas até uma hora antes do encerramento do expediente)
Paraná Responsável: MARCIO TREVISAN
Endereço: Rua Cândido Lopes, 208, 4º andar, Sala 404 – Centro – Curitiba/PR
Telefones:(41) 3310-3545 / 3546
Atendimento: Às 08h é iniciado o recolhimento da documentação necessária (documentos originais e cópia ou cópia autenticada).
Informações adicionais pelos telefones (41) 3310-3545 e (41) 3310-3546 nos horários de 10h às 13h e de 15h30 às 17h.
Pernambuco Responsável: SORAYA MARIA DANTAS JORDÃO
Endereço: Rua Prof. Aluisio Pessoa de Araújo, 75, 1º Andar, Edifício Empresarial BV Corporate – Boa Viagem – Recife/PE
Telefone: (81) 3303-4678
Atendimento: 08h às 15h30
Piauí Responsável: KATTIÚSCIA DE SOUSA ALVES e HIRLA DE SOUSA MIRANDA TELES
Endereço: Rua Magalhães Filho, 519, esquina com Lisandro Nogueira – Centro Norte – Teresina/PI
Telefone: (86) 3326-2102
Atendimento: 07h às 12h
Rio de Janeiro Responsável: ALMIR SILVA PEREIRA
Endereço: Rua México,128, térreo, Central de Atendimento de Pessoas – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 3985-7620 ou (21) 2240-2733
Atendimento: 9h às 15h
Rio Grande do Norte Responsável: FERNANDO LUIZ RODRIGUES DO AMARAL
Endereço: Av. Rodrigues Alves, 881, Térreo, Sala CAP – Tirol – Natal/RN
Telefone: (84) 3133-1500
Atendimento: 08h às 12h e 13h às 17h
Rio Grande do Sul Responsável: ZENILDA RIBEIRO CORRÊA/MARIA CRISTINA DE OLIVEIRA
Endereço: Avenida Borges de Medeiros, nº 536, 5º andar, sala 509 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS
Telefone: (51) 3213-2072 ou 3213-2074
Atendimento: 08h às 17h (com hora marcada)
Rondônia Responsável: IRGO MENDONÇA ALVES
Endereço: Av. Campos Sales, 2645, Sala de Recursos Logísticos – Centro – Porto Velho/RO
Telefone: (69) 3216 6170
Atendimento: 08h as 11h e 14h as 17h
Roraima Responsável: VANUZA LIZ PANTOJA
Endereço: Av. Santos Dumont, nº1403, Térreo, Sala 07 – São Francisco – Boa Vista /RR
Telefone: (95) 3623-3542
Atendimento: 08h às 12h e 14h às 17h
Santa Catarina Responsável: JAIRO QUADRO SILVA e LUIZ ANTONIO KNOPP
Endereço: Praça Pereira Oliveira, nº 35 – 1º andar – Centro – Florianópolis/SC
Telefone: (48) 3212-2860 e 3212-2861
Atendimento: 10h às 16h
E-mail: cdamnucleosc@saude.gov.br
São Paulo Responsável: FATIMA APARECIDA GARDIM
Endereço: Rua Santo Antônio, 594 – Bela Vista – CEP 01314-000 – São Paulo/SP
Telefone: (11) 3291-8973 ou 3291-8976 ou 3291-8975
Atendimento: 9h às 13h
E-mail: acordosp@saude.gov.br 
Sergipe Responsável: PAULO ROBERTO ANDRADE COSTA
Endereço: Rua Estância, 633, térreo e 1º andar, Setor de Cadastro – Centro – Aracaju/SE
Telefone: (79) 3214-0164
Atendimento: 08h às 12h e 13h às 16h
Tocantins Responsável: MARLENE RODRIGUES GUIMARAES
Endereço: Quadra 104 Norte, Av. LO 02, Conjunto 01, Lote 19, Ed. Homaidan – Plano Diretor Norte – Palmas/TO
Telefone: (63) 3218-3917
Atendimento: 08h às 12h e 14h às 18h

Regionais de dados cadastrais

Atualização: dezembro/2018

O atendimento é presencial em qualquer um dos Núcleos Estaduais do Ministério da Saúde, localizados nas capitais dos estados brasileiros, conforme tabela abaixo.

Centros de apoio à saúde do viajante

Núcleo do Viajante Emílio Ribas – SP
Av. Doutor Arnaldo, 165 – 01246-900 – São Paulo –  São Paulo/SP
CEP: 01246-900
(11) 3896-1366

Ambulatório do Viajante no Hospital das Clínicas – SP
Endereço: Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255 Cerqueira César 05403-000 São Paulo – Brasil
CEP: 05403-000
(11) 2661-6392 / (11)2661-0000

Ambulatório de Medicina do Viajante/UNIFESP – SP
Rua Borges Lagoa, 770 – Vila Clementino – São Paulo/SP
CEP: 04038-001
(11) 5084-5005

Medicina dos Viajantes Hospital das Clínicas/USP – Ribeirão Preto
Av. Bandeirantes, 3900 – Monte Alegre / Campus – Ribeirão Preto/SP
CEP: 14048-900
(16) 3602-2695

Centro de Informações em Saúde para Viajantes/CIVES/UFRJ – RJ
Ilha do Fundão – Av. Athos da Silveira Ramos, Sala 2 – Cidade Universitária, Rio de Janeiro – RJ CEP: 21941-611
(21) 3215-2792 / (21)3215-2785

Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas
Av. Brasil, 4365 – Manguinhos, Rio de Janeiro
CEP: 21040-360
(21) 3865-9595

Fiocruz
Av. Brasil, 4365 – Manguinhos, Rio de Janeiro/RJ
CEP: 21040-900
(21) 2598-4242

A quem o viajante pode recorrer?

SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
Solicitações de atendimento de urgências em residências, locais de trabalho e vias públicas. O serviço funciona 24 horas com equipes de saúde que atendem as ocorrências de natureza traumática, clínica, pediátrica, cirúrgica, gineco-obstétrica e de saúde mental. A ligação é gratuita.
192
DISQUE-INTOXICAÇÃO – Dúvidas e denúncias relacionadas a intoxicações
Atendimento 24 horas para orientação e recebimento de denúncias relacionadas às intoxicações. A ligação é gratuita.
0800 722 6001
ANVISA- Agencia Nacional de Vigilância Sanitária
Canal de comunicação para denúncias, reclamações e solicitações sobre vigilância sanitária. Horário de funcionamento: 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. A ligação é gratuita.
0800 642 9782
ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil
Serviço destinado para denúncias, reclamações, críticas, elogios ou sugestões sobre a prestação de serviços aeroportuários de competência da Anac e de seus agentes. Funciona durante 24 horas e a é ligação gratuita.
0800 725 4445
ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres
Para denúncias, reclamações, críticas, elogios ou sugestões sobre a prestação de serviços terrestres de competência da ANTT e de seus agentes. Funciona 24 horas e a ligação gratuita.
166
ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Destinado para denúncia, reclamação, crítica, elogio ou sugestão sobre a prestação de serviços terrestres de competência da ANTAQ e de seus agentes. Horário de funcionamento: 8h às 18h, de segunda a sexta-feira.
0800-6445001

Fonte: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-do-viajante

 

 

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail
29 nov 2018

Causado pelo vírus Morbillivirus o sarampo é uma doença infecto-contagiosa e é uma das maiores causas de mortalidade infantil em países sub-desenvolvidos.

Após receber um certificado em 2016 da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) de eliminação da circulação do vírus, esse ano o Brasil enfrenta surtos de sarampo em Roraima e no Amazonas.

Confira informações atualizadas sobre os surtos de sarampo que estão acontecendo no Brasil em 2018.

 

Força-tarefa no Amazonas encerrou casos que estavam em investigação no Amazonas.

 

Rio Grande do Sul é o terceiro estado em número de casos de sarampo — Foto: Cristine Rochol/Prefeitura Municipal de Porto Alegre

 

Foram confirmados 10.163 casos de sarampo no Brasil desde o início de 2018. O novo balanço foi divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Saúde. O país enfrenta dois surtos da doença, um no Amazonas e outro em Roraima.

Uma força-tarefa foi feita em Manaus para tentar verificar os casos em investigação da doença. Mais de 7 mil suspeitas de sarampo precisavam ser esclarecidas, mas, de acordo com a pasta, o Amazonas zerou a “fila” dos registros. O pico do número de infecções do estado ocorreu entre os meses de julho e agosto; em Roraima, entre fevereiro e abril.

Ainda segundo o boletim do ministério, três estados apresentaram mortes pela doença: quatro em Roraima, seis no Amazonas e dois no Pará.

Os surtos ocorridos no Brasil estão ligados à importação do genótico do vírus (D8) da Venezuela, país vizinho com um alto número de casos desde 2017.

 

Meta de vacinação

O Brasil atingiu a meta geral de vacinação de crianças contra sarampo e poliomelite estabelecida pelo Ministério da Saúde. A taxa proposta pelo governo era vacinar 95% do público-alvo (crianças de 1 a cinco anos).

Segundo o balanço final, a cobertura vacinal ficou em 95,4% para a pólio e 95,3% para sarampo, totalizando 10,7 milhões de crianças vacinadas.

Porém, 516 mil crianças não receberam as doses recomendadas. A única faixa etária que não chegou ao índice de 95% foi a de um ano de idade, cuja cobertura está em 88%. Apesar do fim da campanha, a vacina continua disponível o ano inteiro nos postos de saúde.

 

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1

 

Fontes: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2018/11/28/sarampo-numero-de-casos-confirmados-passa-de-10-mil-no-brasil-diz-ministerio.ghtml

https://www.minhavida.com.br/saude/temas/sarampo

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail
21 nov 2018

Pensando no seu bem-estar desenvolvemos opções diversas de planos de vacinação. Queremos poder oferecer saúde que se encaixe no seu dia-a-dia e no seu orçamento. Os benefícios que os planos podem te oferecer são:

reserva-de-vacinas

Reserva de vacinas

atraso-vacinal

Evitar atraso vacinal

programação-financeira

Programação financeira

descontos-exclusivos

Descontos exclusivos

plano-personalizado

Planos personalizados

Para oferecer benefícios contínuos nossos planos podem ser utilizados em diferentes clientes:

 

  • Plano de vacinação do 1º ano de vida

Contempla as vacinas dos 2º ao 9º mês

  • Plano de vacinação de reforço

Contempla as vacinas de 12 a 24 meses

  • Plano personalizado

Podem ser feitas várias combinações de acordo com o histórico vacinal, necessidade e idade.

Conheça as vacinas que devem ser tomadas e os períodos corretos de vacinação:

  • Rotavírus
  • Hexavalente
  • Meningite B
  • Meningite ACWY*
  • Influenza (Gripe)
  • Febre Amarela
  • Pneumocócica 13
  • Pneumocócica 23
  • Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola)
  • Tetraviral
  • Varicela
  • Hepatite A
  • Hepatite B
  • Hepatite A+B
  • Herpes Zoster
  • HPV
  • Triplice Bacteriana

Consulte a tabela de preços com validade até dia 31/03/2019 através dos contatos:

(11) 3723-2828

(11) 3723-2822

(11) 3723-2821

(11) 3723-2827

(11) 99237-7672

recepcao@vipimune.com.br

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail
06 nov 2018

A febre amarela é uma doença infecciosa muito grave e transmitida por mosquitos, principalmente o Aedes aegypti eHaemagogus.

Desde o começo do ano de 2017 o número de casos de pessoas infectadas vem aumentando e se tornou o pior surto da doença desde 1980.

O Instituto Adolfo Lutz confirmou nesta segunda-feira mais uma morte pela doença. Desde o começo do ano, houve 502 casos da doença no estado, com 175 mortes.

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo fez alerta na tarde desta segunda-feira (5) para que quem vai viajar para o litoral do estado esteja vacinado contra a febre amarela. A recomendação é para que os turistas se vacinem com intervalo de ao menos dez dias antes da viagem.

O alerta foi feito após o Instituto Adolfo Lutz confirmar mais uma morte pela doença no estado, no município de Cunha, no Vale do Paraíba.

Desde o começo do ano, houve 502 casos de febre amarela no estado. Deste total, 175 pacientes morreram da doença. Segundo o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde, Mairiporã, na Grande são Paulo, e Atibaia têm quase 40% dos casos – são 152 casos no primeiro município, onde houve 33 mortes, e 48 no segundo, com 10 mortes.

Atualmente, não há nenhuma região do estado livre do vírus da febre amarela. A circulação está mais concentrada em área de Mata Atlântica.

O caso de morte que o Instituto Adolfo Lutz confirmou nesta segunda-feira é de um homem de 26 anos que morava em Cunha, no interior, e estava internado no Hospital Emílio Ribas. Ele morreu na semana passada.

A Secretaria de Saúde do estado não divulgou o nome da vítima, mas informou que ele contraiu a doença na zona rural de Caraguatatuba, enquanto procurava emprego na duplicação da Rodovia dos Tamoios, num canteiro de obras perto da mata.

Fontes: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2018/11/05/governo-de-sp-alerta-para-vacinacao-de-febre-amarela-para-quem-vai-para-o-litoral.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-smart&utm_campaign=share-bar

https://www.minhavida.com.br/saude/temas/febre-amarela

https://saude.abril.com.br/medicina/surto-de-febre-amarela-ja-e-o-mais-mortal-desde-1980-e-agora/ 

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail
11 jul 2018

O Ministério da Saúde alertou que todas as localidades com cobertura vacinal contra poliomielite abaixo de 95% estão sob ameaça de surto da doença, destacando 312 municípios brasileiros — especialmente na Bahia, onde a vacinação contra a doença não chegou a atingir 50% da população.

Apesar de o Brasil não registrar casos de poliomielite há 28 anos, a resistência de pais e mães em imunizar os filhos contra a doença tem aumentado o risco de novos casos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a poliomielite foi erradicada nas Américas em 1994, embora no mês passado a Venezuela tenha registrado o primeiro caso em anos.

Segundo informações da Agência Brasil, entre as cidades onde a situação é mais grave, 15% estão na Bahia e 14,29% no Maranhão, ambos os estados na Região Nordeste do país. No Sudeste, São Paulo tem 44 municípios sob alerta e no Espírito Santo não há cidades com risco elevado — assim como em Brasília (DF) e Rondônia. “Uma cidade com esses indicadores tem todas as condições de voltar a transmitir a doença em nosso país. Será um desastre para a saúde como um todo”, comentou Carla Domingues, coordenadora do Programa de Imunização, durante reunião com secretários estaduais e municipais de saúde.

Campanha de Vacinação

Devido aos casos de poliomielite registrados recentemente na Venezuela, o Ministério da Saúde brasileiro informou no mês passado que a campanha de vacinação contra a doença no país deve recomeçar no mês que vem: de 6 a 31 de agosto. Nos dois últimos anos a campanha aconteceu em setembro.

Em 2017, 22 unidades da Federação não atingiram a cobertura considerada ideal durante a campanha: pelo menos 800.000 crianças ficaram sem o esquema vacinal completo, que compreende três doses do imunizante.

Diante dessa realidade, o ministério orienta os gestores locais a organizarem as redes de prevenção, levantando a possibilidade de readequação de horários, para que sejam compatíveis com a rotina da população brasileira. O ministério ainda recomenda o reforço de parcerias com creches e escolas, para ajudar na mobilização sobre a vacinação.

Poliomielite

Também conhecida como paralisia infantil, a poliomielite é causada por um vírus que vive no intestino (poliovírus), atingindo crianças com menos de 4 anos, mas pode contaminar adultos também. A doença pode ser transmitida de uma pessoa para outra por meio de saliva e fezes, assim como água e alimentos contaminados.

A maioria das infecções apresenta poucos sintomas, geralmente semelhantes às infecções respiratórias (febre e dor de garganta) e gastrintestinais (náusea, vômito e prisão de ventre). A forma paralítica da poliomielite pode atingir cerca de 1% dos infectados pelo vírus, deixar sequelas permanentes e causar insuficiência respiratória — em alguns casos, levar à morte.

Apesar de não ter um tratamento específico, é possível prevenir a doença através da vacinação, que é oferecida pelos postos da rede pública de saúde. O esquema de vacinação contra a poliomielite oral trivalente deve ser administrado aos 2, 4 e 6 meses de vida. O primeiro reforço é feito aos 15 meses e o segundo entre 4 e 6 anos de idade.

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail