22 jun 2020

Nós já abordamos anteriormente sobre a importância da vacinação durante a gravidez, um cuidado que ajuda a proteger tanto a mãe quanto a criança e que é respaldado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Mesmo antes do bebê nascer é importante manter a carteira de vacinação em dia, já que elas são importantes tanto para a feto quanto para a mãe. Por isso, não deixe para depois!

Engana-se quem pensa que vai ter de se preocupar com as vacinas só depois que o bebê nascer. Nada disso! “As vacinas tomadas pela grávida protegem tanto a mãe quanto o filho. Os efeitos são transmitidos via placenta para o feto”, explica o obstetra e ginecologista da Unifesp Alberto Guimarães, autor do livro Parto sem Medo. Saiba para que serve cada vacina e quais são as doses necessárias, segundo o especialista:

Influenza (gripe)

Pode ser tomada a qualquer momento da gestação, mesmo que você tenha sido vacinada anteriormente. A gripe durante a gravidez pode aumentar em até 30% o risco de nascimento prematuro do bebê.

Tríplice bacteriana – (dTpa – difteria, tétano e coqueluche)

Protege a mãe contra as três doenças e o bebê contra o tétano neonatal, que pode ser contraído após o parto se os instrumentos usados para o corte do cordão umbilical estiverem contaminados. No caso da coqueluche, se o bebê for acometido pela doença, ela será mais branda. É indicado tomar entre a 27ª e a 36ª semanas.

Hepatite B

Se a mãe transmitir hepatite B para o filho, ele corre um risco enorme de apresentar cirrose hepática e câncer hepático quando adulto. A imunização é feita em três doses, a partir do 2º trimestre de gestação.

Febre amarela

Em caso de surto da doença na região em que a gestante está, o risco-benefício deve ser avaliado pelo obstetra.

 

 

Fonte: Revista Crescer

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