18 jun 2020

O sarampo já foi uma das maiores causas da mortalidade infantil no Brasil. Em 1992 após a campanha nacional de imunização o número de casos notificados caiu de 42.934 para 7.934.

Em 2018 a taxa de cobertura vacinal no Brasil baixou, foram registrados mais de 10.00 casos e deixamos de ser um país com selo de erradicação de sarampo. Desde então diversas medidas foram adotadas para conter o aumento do número de casos: o Ministério da Saúde introduziu a dose 0 para crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias, aumentou o controle da vacinação de rotina com 12 e 15 meses de idade, orientou a vacinação dos trabalhadores de saúde e completou ou iniciou o esquema de doses de quem tinha a necessidade de vacinação.

Situação Epidemiológica do sarampo no Brasil

Ao contrário do que parece o surto de Sarampo ainda está em curso no Brasil, na região norte, com estatísticas alarmantes, nos primeiros 5 meses foram notificados 10.025 casos de Sarampo.

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Para conter os números de casos é imprescindível aumentar a cobertura vacinal, a vacina Tríplice Viral está disponível em todo serviço público e privado e todas as crianças maiores de seis meses devem estar vacinadas.

 Recomendações:

  • Fortalecer a Vigilância Epidemiológica do Sarampo e reforçar as equipes de investigação de campo para garantir a investigação oportuna e adequada dos casos notificados.
  • A vacina é a medida preventiva mais eficaz contra o sarampo.
  • Medidas de prevenção de doenças de transmissão respiratória também são válidas e os profissionais devem orientar a população sobre: a limpeza regular de superfícies, isolamento domiciliar voluntário em casa após o atendimento médico, medidas de distanciamento social em locais de atendimento de pessoas com suspeita de doença exantemática, cobrir a boca ao tossir ou espirrar, uso de lenços descartáveis e higiene das mãos com água e sabão e/ou álcool em gel.
  • Importância dos estados e municípios apresentarem Planos para o enfrentamento da doença.

 

 

Fonte:Saúde.gov.br

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