09 fev 2021
Vacina herpes zóster

Entenda como funciona, conheça as contraindicações e saiba para qual idade é recomendada a aplicação da vacina herpes zóster

A vacina herpes zóster tem o objetivo de combater a reativação do vírus da varicela no organismo humano e assim evitar as erupções cutâneas dolorosas causadas pela infecção, que também é popularmente chamada de cobrão ou cobreiro.

Vale destacar que a herpes zóster pode acometer pessoas em qualquer idade, mas é mais frequente em homens ou mulheres a partir dos 60 anos.

Felizmente, a doença pode ser evitada pela vacina e, por isso, preparamos tudo o que você precisa saber sobre o tema. Continue a leitura!

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Entenda como a doença é desenvolvida

Qualquer pessoa que já teve catapora pode desenvolver a herpes zóster, mas as causas que levam a essa reativação do vírus ainda não são conhecidas.

As pequenas feridas, conhecidas como bolhas, aparecem na pele, especialmente na região do tronco, duram semanas e, geralmente, desaparecem sozinhas.

Apesar de sumirem espontaneamente, essas feridas causam fortes dores chamadas de nevralgia herpes zoster ou nevralgia pós-herpética, que dificultam atividades comuns como caminhar e dormir, por exemplo.

Esses sintomas de dores na região das bolhas podem durar meses e até anos, mesmo após a cicatrização das feridas. Por isso, a importância da vacina herpes zóster.

Saiba como funciona a vacina herpes zóster

A vacina herpes zóster é composta por vírus vivos atenuados da varicela zóster (VVZ) e cepa Ola/Merck, sacarose, gelatina, ureia, cloreto de sódio, levoglumato de sódio monoidratado, fosfato de sódio dibásico, fosfato de potássio monobásico, cloreto de potássio, traços de neomicina e de soro de bezerro e água para injeção. Não contém conservantes.

Essa composição está licenciada para pessoas a partir dos 50 anos e é recomendada como rotina para maiores de 60 anos de idade.

Vale ainda destacar que a vacina herpes zóster é segura e foi avaliada em mais de 50 mil pessoas acima de 50 anos e, inclusive, em indivíduos entre 60 e 80 anos.

Entre as poucas reações sentidas por uma parcela mínima dos testados estão:

  • Febre em menos de 1% dos vacinados
  • Sintomas respiratórios em 1,7% dos vacinados
  • Diarreia em 1,5% dos que receberam a vacina herpes zóster
  • Alterações na pele em 1,1%
  • Cansaço em 1%

Cuidados antes da aplicação da vacina herpes zóster

A vacina herpes zóster não requer cuidado especial antes da aplicação, mas é preciso adiá-la em caso de doença febril aguda ou para indivíduos que tiveram a infecção em um período inferior a 12 meses.

Pessoas portadoras do vírus HIV devem ser avaliadas por um médico para saber se podem receber a vacina sem comprometer o sistema imunológico.

Por fim, até o momento, ainda não foram diagnosticados casos de transmissão do vírus vacinal por indivíduos que receberam a dose da vacina herpes zóster.

Conheça os casos em que a vacina herpes zóster é contraindicada

Um grupo pequeno de pessoas tem contraindicação para receber a aplicação da vacina herpes zóster. Veja:

  • Pessoas imunodeprimidas
  • Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina
  • Pessoas com tuberculose ativa não tratada
  • Gestantes

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Conheça a VIP Imune

Agora que você já sabe tudo sobre a vacina herpes zóster, é importante conhecer a melhor clínica para a aplicação da dosagem e para seguir corretamente o calendário de vacinação.

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Contamos com uma equipe qualificada e atenciosa na área de imunização e com profissionais experientes, o que resulta em um atendimento humanizado e completo para todas as pessoas, desde bebês até terceira idade.

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02 fev 2021
vacina da COVID-19

Da necessidade até a produção em massa, saiba como foi conduzido o processo de desenvolvimento da vacina da COVID19

 

A vacina da COVID-19 já começou a ser aplicada em diversos países, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. 

No Brasil, até o momento desta publicação, apenas os profissionais da saúde, que estão na linha de frente no combate à doença, começaram a receber a primeira dose.

Inclusive, vale destacar que, atualmente, pelo menos 1,2 milhões de pessoas já foram vacinadas contra o novo coronavírus no Brasil, de acordo com levantamento da CNN.

Mas você sabe como foi desenvolvida a vacina da COVID-19? Continue a leitura e conheça todos os passos, desde a pesquisa, testes em humanos e até a produção em massa.

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Entenda o processo de desenvolvimento da vacina da COVID-19

Necessidade

Primeiramente, é importante entender que essa é a maior pandemia da história moderna, a última foi a Gripe Espanhola em 1918.

Nesse contexto, o coronavírus, além do grande problema de saúde mundial, causou uma recessão econômica global sem precedentes e forçou a aceleração do desenvolvimento da vacina da COVID-19.

Desse modo, a dedicação contínua de pesquisas somada aos avanços tecnológicos para o desenvolvimento de medicações, mais o aporte financeiro de governos e empresas privadas fez com que a vacina da COVID-19 estivesse pronta em tempo recorde.

Pesquisa

No entanto, o primeiro passo para o desenvolvimento de uma vacina é a pesquisa, que é um processo restrito aos laboratórios que realizam os estudos e as análises iniciais.

O agente responsável pela doença é identificado e são ponderadas até centenas de moléculas e métodos para se definir a melhor composição da vacina.

Pré-clínica

A segunda etapa para o desenvolvimento da vacina da COVID-19 é a de pré-clínica. Aqui, após os primeiros testes realizados in vitro ou com células, animais começam a receber os experimentos para comprovar os dados obtidos inicialmente.

Nesse caso, geralmente, são usados camundongos e macacos, que têm organismos que reagem de maneira semelhante ao corpo humano.

Ainda assim, por mais que os resultados sejam encorajadores, não há garantia de que a vacina não cause danos quando aplicada em humanos. É para isso que ainda existe uma próxima etapa.

Clínica

A fase clínica é a mais complexa e demorada, pois é quando o produto começa a ser testado em seres humanos. Esse processo clínico se divide em três fases:

Fase 1

Tem como principal objetivo analisar a segurança do imunizador. São testados poucos voluntários, de 20 a 80 pessoas, geralmente adultos saudáveis. 

São levados em consideração potenciais efeitos colaterais, intensidade do produto e diferentes dosagens para evitar quaisquer danos. 

Além disso, já são possíveis algumas observações a respeito da resposta imunológica da vacina.  

Fase 2

Busca entender de maneira mais concreta a eficácia da vacina da COVID-19. Aqui, a quantidade de voluntários testados aumenta e pode chegar a centenas de pessoas. 

Os pesquisadores já têm conhecimento de dados importantes, como dosagem e efeitos colaterais esperados, por isso, o grupo a ser testado se torna mais heterogêneo, com pacientes considerados de risco. 

Para melhor análise da resposta imunológica, muitas vezes são utilizados grupos de controle – medicados apenas com placebo. Isso ajuda a observar de forma mais detalhada a eficácia da vacina e a reação do organismo. 

Ainda são consideradas observações sobre sua segurança – como possíveis efeitos colaterais mais raros, que não apareceram durante a primeira fase de testes, e podem resultar em um ajuste na dosagem.

Fase 3

Avalia a eficiência e a segurança da vacina no público-alvo. A testagem envolve milhares de pessoas e as análises são levantadas a partir da observação da vacina no mundo real, ou seja, é esperado que os voluntários se exponham ao vírus para entender a eficácia do produto. 

Aqui, o uso do placebo é essencial para comparação dos resultados dos dois grupos. Para isso, existe um sistema chamado “duplo-cego”, no qual nem o cientista nem o voluntário sabem se a aplicação é da vacina ou do composto ineficaz. 

Assim, não há nenhuma mudança de comportamento que possa afetar os resultados. A exposição ao vírus deve acontecer por conta própria – por esse motivo, a terceira fase poderia durar anos.

Mas com a necessidade atual e com o aporte financeiro, esse processo foi acelerado para que o produto final chegasse o quanto antes à população. 

Nessa fase, os pesquisadores costumam procurar áreas de maior incidência da doença, com maiores riscos de contágio. 

Só após esta etapa e a aprovação dos órgãos regulatórios, a fabricação da vacina da COVID-19 começou a ser produzida em maior escala, seguida pela distribuição. 

Vale destacar que, mesmo depois de aprovada, a vacina segue em constante avaliação e observação.

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Agora que você já sabe como foi conduzido o processo de desenvolvimento da vacina da COVID-19, é importante conhecer instituições sólidas e experientes que oferecem um plano completo de imunização

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