13 abr 2021

Conheça as indicações, bem como as contraindicações e saiba quais são os benefícios e os possíveis efeitos colaterais da vacina DTPA + IPV

vacina DTPA + IPV é utilizada para reduzir os casos de difteria, tétano, coqueluche e poliomielite, e é aplicada em crianças a partir dos 3 anos de idade e em adolescentes e adultos, para o reforço da imunização a cada 10 anos.

Para se ter uma ideia do panorama de casos de coqueluche, por exemplo, entre 2018 e 2019, o Sistema de Agravos de Notificação (SINAN) recebeu mais de 13 mil casos suspeitos da doença, sendo que 3.676 foram confirmados, de acordo com o Ministério da Saúde.

Destes casos, segundo o mesmo documento, os estados de São Paulo, Pernambuco, Paraná e Minas Gerais registraram o maior número de pacientes com coqueluche.

Vale destacar que a enfermidade se manifesta por meio de uma tosse com muitas semanas de duração, que é iniciada de maneira branda junto com a coriza leve e, em seguida, se intensifica e se apresenta na forma de acessos, seguida de ruído respiratório, característico da doença e denominado de “guincho”.

Diante disso, a vacina DTPA + IPV é uma das principais maneiras de evitar a coqueluche e outras enfermidades. Saiba mais sobre a imunização.

Leia mais: Vacina herpes zóster: tudo o que você precisa saber

Conheça as principais características da Vacina DTPA + IPV

Composição

vacina DTPA + IPV é um imunizante inativado, formulado com os toxóides diftérico e tetânico (produzidas pelas bactérias causadoras das doenças), componentes da cápsula da bactéria da coqueluche, vírus da poliomielite inativados tipos 1, 2 e 3, sal de alumínio como adjuvante, 2-fenoxietanol, polissorbato 80, cloreto de sódio e água para aplicação.

Indicações

A partir de diversas evidências científicas, a infecção pela B. pertussis (coqueluche) não confere imunidade duradoura. Por isso, a vacinação deve ser realizada a cada 10 anos e a primeira dose deve ser administrada em crianças entre 3 e 4 anos de idade.

Ainda é importante destacar que, na prática, após 1 ano da aplicação da vacina DTPA + IPV, a proteção contra casos graves de coqueluche é próxima a 100%, o que demonstra que a imunização é um importante aliado contra a enfermidade.

Contraindicações

Pessoas que apresentaram anafilaxia após uso de componentes da vacina ou dose anterior não devem receber a vacina DTPA + IPV.

Efeitos colaterais

Ao receberem a imunização, algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais, como:

  • Cefaleia

  • Sonolência

  • Dor, vermelhidão e inchaço no local da aplicação

  • Perda de apetite

  • Irritação

  • Febre

Em alguns casos raros, podem ocorrer reações como o aumento dos gânglios, qualidade ruim de sono, apatia, garganta seca, diarreia, vômito, dor abdominal, náusea e cansaço.

Leia também: Conheça todos os processos para o desenvolvimento da vacina da COVID-19

Conte com a VIP Imune para cumprir o calendário de imunização

Agora que você já conhece as principais características da vacina DTPA + IPV, é importante cumprir o calendário de vacinação e imunização em uma instituição competente e comprometida com o bem-estar dos pacientes como a Vip Imune.

Contamos com uma equipe qualificada e atenciosa na área de imunização, corporativa e familiar, e com profissionais experientes, o que resulta em um atendimento humanizado e completo para todas as pessoas, desde bebês até a terceira idade.

Entre em contato com os nossos profissionais e saiba mais!

08 abr 2021
vacina contra o câncer

Confira como são desenvolvidas e aplicadas os variados tipos de vacina contra o câncer e veja quantos novos casos da doença são registrados por ano no Brasil

A vacina contra o câncer sempre é uma das pautas do dia mundial de combate à doença, lembrado em 08 de abril, e criado pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC), para marcar o combate à enfermidade, que a cada ano atinge milhares de pessoas.

Nesse sentido, de acordo com a publicação Estimativa 2020 – Incidência de câncer no Brasil, do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o país terá 625 mil novos casos de câncer a cada ano do triênio 2020-2022.

Diante disso, a indústria farmacêutica investe cada vez mais para desenvolver medicamentos, como a vacina contra o câncer. Para se ter ideia, em 2019 o BNDS liberou R$ 47,8 milhões para um laboratório construir uma fábrica de medicamentos de combate à doença, segundo a Época Negócios.

Diante deste cenário, conheça em detalhes como funciona a vacina contra o câncer.

Leia também: Conheça todos os processos para o desenvolvimento da vacina da COVID-19

Saiba como funciona a vacina contra o câncer

Diferentemente dos imunizantes contra infecções, a vacina contra o câncer faz com que o sistema imunológico da pessoa ataque as células cancerígenas. O objetivo é tratar a doença ou evitar a recidiva após tratamentos anteriores.

No entanto, ainda existem imunizantes que previnem contra alguns determinados tipos da enfermidade. Confira a seguir.

Saiba mais: Vacina Herpes Zóster: Tudo O Que Você Precisa Saber

Conheça vacinas para prevenir alguns tipos de câncer

Existem alguns tipos de câncer que são causados por vírus, como de boca, orofaringe, ânus e outros. Por isso, a vacina no combate ao HPV pode ajudar a prevenir essas enfermidades.

Além disso, pessoas que têm o vírus da hepatite B têm risco de desenvolver câncer de fígado. Assim, o imunizante para prevenir a infecção pelo vírus da hepatite B ajuda a diminuir o risco da enfermidade no fígado.

No entanto, esses imunizantes não foram desenvolvidos especificamente contra o câncer. O que acontece é que essas vacinas atuam para combater alguns tipos de vírus, que podem provocar o câncer.

Por isso, é importante destacar que, apesar de todo o avanço da tecnologia e investimento de indústrias e governos no mundo inteiro, ainda não se tem certeza se é possível desenvolver compostos contra cânceres conhecidos, como de pulmão, próstata e mama, por exemplo.

Você pode se interessar por: Saiba como combater o câncer na infância

Vacinas para tratar o câncer

Ainda existem as vacinas para tratar o câncer, que são projetadas para o sistema imunológico atacar células cancerígenas no organismo. Desta maneira, esse tipo de composto, ao invés de prevenir, combate a enfermidade.

Esses imunizantes são formulados com células cancerígenas, partes de células ou antígenos puros. 

Em alguns casos, as próprias células do sistema imunológico de um paciente são coletadas e expostas às cancerígenas para serem modificadas e aplicadas novamente no paciente. O objetivo é melhorar a resposta imunológica contra as células cancerígenas.

Leia mais: Vacina BCG: saiba como prevenir a tuberculose

Conheça a Vip Imune

Como visto, ainda não existe especificamente uma vacina contra o câncer, apenas os imunizantes que combatem alguns tipos de infecções e ajudam a prevenir casos específicos da doença ou até compostos utilizados no tratamento da enfermidade.

Mas, quando o tema é vacina e imunização, é fundamental contar com uma instituição séria e que ofereça os melhores compostos do mercado.

Para isso, a Vip Imune Clinica de Imunizações atua na imunização familiar e corporativa, agregando valor e qualidade a todos.

Contamos com uma equipe qualificada e atenciosa na área de imunização e com profissionais experientes, o que resulta em um atendimento humanizado e completo para todas as pessoas, desde bebês até terceira idade.

Entre em contato com os nossos profissionais e programe sua imunização, de acordo com o calendário de vacinação.

06 abr 2021
saúde da mulher

Desde manter alimentação saudável até seguir corretamente o calendário de vacinação, conheça as melhores práticas sobre a saúde da mulher

Os cuidados com a saúde da mulher devem englobar diversos aspectos, desde hábitos saudáveis como alimentação saudável e atividades físicas até consulta ao ginecologista e exames de rotina.

No entanto, não é só isso. É importante que as mulheres saibam identificar e, principalmente, evitar práticas nocivas à saúde para manter um dia a dia leve e saudável. Saiba mais!

Leia também: Vacina BCG: saiba como prevenir a tuberculose

Melhores hábitos para cuidar da saúde da mulher

Mantenha a alimentação saudável

O primeiro passo para cuidar da saúde da mulher é ter uma rotina de alimentação saudável com equilíbrio em carboidratos, proteínas e gordura.

Comer regularmente porções de frutas, legumes, verduras e alimentos ricos em fibras, por exemplo, reduz a possibilidade de algumas doenças, principalmente as ligadas ao alto colesterol.

Além disso, manter a alimentação balanceada também promove bem-estar físico e mental.

Pratique exercícios regularmente

Exercitar-se regularmente e rotineiramente também é uma dica importante para a saúde da mulher. Por isso, escolha seu esporte favorito e, se possível, inclua ao menos 3 vezes por semana.

Entre os diversos benefícios, as atividades físicas são essenciais para a saúde do coração.

Cuide da sua saúde mental

Outro passo importante ao cuidar da saúde feminina é a saúde mental. Neste ponto, é necessário prestar atenção no seu corpo para identificar precocemente sintomas psíquicos e buscar ajuda profissional.

Nesse sentido, sintomas como ansiedade, insônia, estresse e transtornos alimentares podem ser um sinal importante de que é preciso buscar auxílio de um médico.

Realize consultas e exames de rotina

Por falar em médico, realizar consultas e exames de rotina, principalmente os ginecológicos, também é necessário quando se aborda os cuidados da saúde da mulher.

A princípio, o ideal é fazer um check-up anualmente. Mas, no caso de qualquer sintoma, é importante realizar uma nova consulta médica e exames clínicos.

Planeje e vivencie uma gestação tranquila

Planejar a gravidez também é importante para vivenciar e aproveitar com leveza e alegria todo o desenvolvimento da gestação sem preocupação.

Além disso, o acompanhamento pré-natal também garante a tranquilidade da mamãe em saber que está tudo bem com o seu bebê.

Siga corretamente o calendário de vacinação

Por fim e também fundamental para a manutenção da saúde da mulher é seguir corretamente o calendário de vacinação, desde o nascimento, passando pela fase adulta, gestacional e até na terceira idade.

Nesse sentido, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 1,5 milhão de mortes poderiam ser evitadas por ano, caso a cobertura mundial de vacinação fosse melhorada.

Saiba mais: Vacina Herpes Zóster: Tudo O Que Você Precisa Saber

Conheça a Vip Imune

Agora que você já sabe os principais cuidados sobre a saúde da mulher, inclusive a importância da vacinação na fase adulta e gestacional, é preciso conhecer instituições sólidas, experientes e que ofereçam todas as imunizações do calendário de vacinação.

Neste caso, a Vip Imune Clinica de Imunizações tem a proposta de atuar na vacinação familiar e corporativa, agregando valor, qualidade e informação a todos.

Contamos com uma equipe qualificada e atenciosa na área de imunização e com profissionais experientes para proporcionar um atendimento humanizado e completo para todas as pessoas, desde bebês até terceira idade.

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30 mar 2021
câncer na infância

Entenda a importância de diagnosticar a doença no estágio inicial e conheça os principais sintomas e tratamentos para combater o câncer na infância

Entender e colocar em prática as ações sobre como combater o câncer na infância é fundamental para evitar a enfermidade, que é a principal causa de morte na faixa etária entre 1 e 19 anos, segundo o Instituto Nacional de Câncer – Inca.

Além disso, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, aproximadamente 9,6 milhões de pessoas morrem de câncer por ano em todo o mundo e a previsão é de que em 2030, o número de casos de câncer infantojuvenil atinja 600 mil.

No Brasil, surgem 12,5 mil novos casos por ano, sendo que 6,2 mil crianças são tratadas em hospitais públicos e aproximadamente 4 mil morrem sem ao menos receber o diagnóstico e, consequentemente, o tratamento para tratar a doença.

Diante deste cenário, saiba como combater o câncer na infância.

Leia também: Conheça todos os processos para o desenvolvimento da vacina da COVID-19

Entenda como combater o câncer na infância

O câncer infantil é diferente do adulto?

Geralmente, o câncer infantil afeta as células do sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação. Já nos adultos, a doença afeta as células que recobrem os diferentes órgãos.

Por isso, resumidamente, os cânceres que mais afetam as crianças são os do sangue, como leucemia, os do sistema linfático, como o linfoma, e os do sistema nervoso central, como os tumores originados no cérebro e na medula espinhal.

Outra informação para entender a importância de combater o câncer na infância é que, na maioria dos casos, a doença é mais agressiva e se desenvolve mais rápido nas crianças.

Além disso, em muitos casos não é possível realizar cirurgia, mas o tratamento é melhor respondido e considerado de bom prognóstico nas crianças.

Como a doença aparece?

Até o momento, existem poucas evidências científicas sobre a origem do câncer na infância, principalmente por ser raro, o que limita os estudos e as estatísticas.

No entanto, o INCA considera a doença como um mal genético e justamente por não se saber muito, é preciso ter atenção com os primeiros sintomas que podem ser cruciais para a cura.

Quais são os sintomas?

Antes de apresentar os primeiros e principais sintomas da doença e entender mais sobre como combater o câncer na infância, é preciso saber que o diagnóstico no estágio inicial da enfermidade é essencial para a cura.

Por isso, é muito importante prestar atenção nos principais sintomas que são:

  • Infecções constantes

  • Palidez

  • Dores nos ossos

  • Fraqueza

  • Suor noturno

  • Aparição de gânglios aumentados no pescoço, axila e virilha

  • Dores de cabeça e distúrbios de visão

  • Vômitos

Como é tratado o câncer infantil?

Na maioria dos casos, a doença é tratada com quimioterapia, que hoje é a responsável pela cura de cerca de 70% das crianças com câncer, radioterapia e, em alguns casos, cirurgia.

É necessário que o tratamento seja realizado em um centro especializado, particular ou público, e que seja uma instituição de referência no combate ao câncer na infância e coordenado por uma equipe de especialistas.

Leia também: Vacina Herpes Zóster: Tudo O Que Você Precisa Saber

Conte com a Vip Imune

Agora que você já sabe a importância do diagnóstico no estágio inicial para combater o câncer na infância, é preciso conhecer também instituições que cuidem da sua saúde e de sua família, desde o nascimento até a terceira idade.

Nesse caso, a Vip Imune Clinica de Imunizações tem a proposta de atuar na imunização familiar e corporativa, agregando valor, qualidade e informação a todos.

Contamos com uma equipe qualificada e atenciosa na área de imunização e com profissionais experientes, o que resulta em um atendimento humanizado e completo para todas as pessoas, desde bebês até terceira idade.

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24 mar 2021
tuberculose

Entenda como a vacina BCG é a principal aliada das pessoas para evitar a tuberculose e conheça outros métodos importantes para prevenir-se da doença

Em 24 de março é comemorado o Dia Mundial de Combate à Tuberculose e essa data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) pois neste dia, em 1882, Robert Koch descobriu o bacilo causador da doença, que tem a vacina BCG como melhor opção para prevenção.

Apesar de ser antiga, a tuberculose é considerada enfermidade reemergente desde 1993 pela OMS, que ainda decretou emergência global por conta da doença.

Ainda de acordo com a organização, duas bilhões de pessoas estão infectadas pelo Mycobacterium tuberculosis, com previsão de que 9 milhões desenvolvam a doença e 2 milhões morram por ano.

Somente em 2019, foram 1,4 milhões de mortes causadas pela tuberculose, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Diante deste cenário emergencial, é preciso investir urgentemente na vacina BCG para evitar e erradicar a doença. Saiba mais!

Leia também: Vacina Herpes Zóster: Tudo O Que Você Precisa Saber

Entenda como prevenir a tuberculose

Vacina BCG

A vacina BCG (bacilo Calmette-Guérin), que no Brasil é disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), protege as crianças das variantes mais graves da enfermidade, como a tuberculose miliar e a meníngea.

Nesse sentido, a vacina BCG é aplicada nas maternidades ou nas salas de vacinação das unidades básicas de saúde e deve ser dada às crianças ao nascer ou, no máximo, até os quatro anos, 11 meses e 29 dias.

Tratamento da infecção

Em casos em que a pessoa não tomou a vacina e é diagnosticada com o Mycobacterium tuberculosis, o tratamento da Latente da Tuberculose é uma importante estratégia de prevenção para evitar o desenvolvimento da doença ativa, principalmente nos contatos domiciliares, nas crianças e nas pessoas em condições especiais, como as que têm:

  • Imunossupressão pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV)
  • Comorbidades associadas
  • Que fazem uso de medicamentos específicos.

Por isso, é necessário que a equipe de saúde realize a avaliação dos contatos de pessoas com tuberculose e disponibilize o exame para diagnóstico da ILTB aos demais grupos populacionais, mediante aos critérios para indicação do tratamento preventivo.

Controle de infecção

Por fim, a implementação de medidas de controle de infecção também faz parte das ações de prevenção da tuberculose. Confira as principais:

  • Manter ambientes bem ventilados e com entrada de luz solar
  • Proteger a boca com o antebraço ou com um lenço ao tossir e espirrar
  • Evitar aglomerações

Leia também: Conheça todos os processos para o desenvolvimento da vacina da COVID-19

Conheça a VIP Imune

Agora que você já sabe os principais métodos de combate à tuberculose, inclusive a vacina BCG que é oferecida gratuitamente pelo SUS, é importante conhecer uma empresa séria, com experiência e que ofereça todo o calendário de vacinação e imunização.

Nesse sentido, a Vip Imune Clinica de Imunizações foi idealizada e planejada com a proposta de atuar na imunização familiar e corporativa, agregando valor, qualidade e informação a todos.

Contamos com uma equipe qualificada e atenciosa na área de imunização e com profissionais experientes, o que resulta em um atendimento humanizado e completo para todas as pessoas, desde bebês até terceira idade.

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09 fev 2021
Vacina herpes zóster

Entenda como funciona, conheça as contraindicações e saiba para qual idade é recomendada a aplicação da vacina herpes zóster

A vacina herpes zóster tem o objetivo de combater a reativação do vírus da varicela no organismo humano e assim evitar as erupções cutâneas dolorosas causadas pela infecção, que também é popularmente chamada de cobrão ou cobreiro.

Vale destacar que a herpes zóster pode acometer pessoas em qualquer idade, mas é mais frequente em homens ou mulheres a partir dos 60 anos.

Felizmente, a doença pode ser evitada pela vacina e, por isso, preparamos tudo o que você precisa saber sobre o tema. Continue a leitura!

Leia também: Depressão pós-parto: conheça as causas, sintomas e o tratamento

Entenda como a doença é desenvolvida

Qualquer pessoa que já teve catapora pode desenvolver a herpes zóster, mas as causas que levam a essa reativação do vírus ainda não são conhecidas.

As pequenas feridas, conhecidas como bolhas, aparecem na pele, especialmente na região do tronco, duram semanas e, geralmente, desaparecem sozinhas.

Apesar de sumirem espontaneamente, essas feridas causam fortes dores chamadas de nevralgia herpes zoster ou nevralgia pós-herpética, que dificultam atividades comuns como caminhar e dormir, por exemplo.

Esses sintomas de dores na região das bolhas podem durar meses e até anos, mesmo após a cicatrização das feridas. Por isso, a importância da vacina herpes zóster.

Saiba como funciona a vacina herpes zóster

A vacina herpes zóster é composta por vírus vivos atenuados da varicela zóster (VVZ) e cepa Ola/Merck, sacarose, gelatina, ureia, cloreto de sódio, levoglumato de sódio monoidratado, fosfato de sódio dibásico, fosfato de potássio monobásico, cloreto de potássio, traços de neomicina e de soro de bezerro e água para injeção. Não contém conservantes.

Essa composição está licenciada para pessoas a partir dos 50 anos e é recomendada como rotina para maiores de 60 anos de idade.

Vale ainda destacar que a vacina herpes zóster é segura e foi avaliada em mais de 50 mil pessoas acima de 50 anos e, inclusive, em indivíduos entre 60 e 80 anos.

Entre as poucas reações sentidas por uma parcela mínima dos testados estão:

  • Febre em menos de 1% dos vacinados
  • Sintomas respiratórios em 1,7% dos vacinados
  • Diarreia em 1,5% dos que receberam a vacina herpes zóster
  • Alterações na pele em 1,1%
  • Cansaço em 1%

Cuidados antes da aplicação da vacina herpes zóster

A vacina herpes zóster não requer cuidado especial antes da aplicação, mas é preciso adiá-la em caso de doença febril aguda ou para indivíduos que tiveram a infecção em um período inferior a 12 meses.

Pessoas portadoras do vírus HIV devem ser avaliadas por um médico para saber se podem receber a vacina sem comprometer o sistema imunológico.

Por fim, até o momento, ainda não foram diagnosticados casos de transmissão do vírus vacinal por indivíduos que receberam a dose da vacina herpes zóster.

Conheça os casos em que a vacina herpes zóster é contraindicada

Um grupo pequeno de pessoas tem contraindicação para receber a aplicação da vacina herpes zóster. Veja:

  • Pessoas imunodeprimidas
  • Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina
  • Pessoas com tuberculose ativa não tratada
  • Gestantes

Leia também: Calendário Vacinal Atrasado Durante A Pandemia: O Que Fazer

Conheça a VIP Imune

Agora que você já sabe tudo sobre a vacina herpes zóster, é importante conhecer a melhor clínica para a aplicação da dosagem e para seguir corretamente o calendário de vacinação.

Nesse sentido, a Vip Imune Clinica de Imunizações foi idealizada e planejada com a proposta de atuar na imunização familiar e corporativa, agregando valor, qualidade e informação a todos.

Contamos com uma equipe qualificada e atenciosa na área de imunização e com profissionais experientes, o que resulta em um atendimento humanizado e completo para todas as pessoas, desde bebês até terceira idade.

Entre em contato com os nossos profissionais e programe a aplicação da vacina herpes zóster.

02 fev 2021
vacina da COVID-19

Da necessidade até a produção em massa, saiba como foi conduzido o processo de desenvolvimento da vacina da COVID19

 

A vacina da COVID-19 já começou a ser aplicada em diversos países, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. 

No Brasil, até o momento desta publicação, apenas os profissionais da saúde, que estão na linha de frente no combate à doença, começaram a receber a primeira dose.

Inclusive, vale destacar que, atualmente, pelo menos 1,2 milhões de pessoas já foram vacinadas contra o novo coronavírus no Brasil, de acordo com levantamento da CNN.

Mas você sabe como foi desenvolvida a vacina da COVID-19? Continue a leitura e conheça todos os passos, desde a pesquisa, testes em humanos e até a produção em massa.

Leia também: Calendário Vacinal Atrasado Durante A Pandemia: O Que Fazer

Entenda o processo de desenvolvimento da vacina da COVID-19

Necessidade

Primeiramente, é importante entender que essa é a maior pandemia da história moderna, a última foi a Gripe Espanhola em 1918.

Nesse contexto, o coronavírus, além do grande problema de saúde mundial, causou uma recessão econômica global sem precedentes e forçou a aceleração do desenvolvimento da vacina da COVID-19.

Desse modo, a dedicação contínua de pesquisas somada aos avanços tecnológicos para o desenvolvimento de medicações, mais o aporte financeiro de governos e empresas privadas fez com que a vacina da COVID-19 estivesse pronta em tempo recorde.

Pesquisa

No entanto, o primeiro passo para o desenvolvimento de uma vacina é a pesquisa, que é um processo restrito aos laboratórios que realizam os estudos e as análises iniciais.

O agente responsável pela doença é identificado e são ponderadas até centenas de moléculas e métodos para se definir a melhor composição da vacina.

Pré-clínica

A segunda etapa para o desenvolvimento da vacina da COVID-19 é a de pré-clínica. Aqui, após os primeiros testes realizados in vitro ou com células, animais começam a receber os experimentos para comprovar os dados obtidos inicialmente.

Nesse caso, geralmente, são usados camundongos e macacos, que têm organismos que reagem de maneira semelhante ao corpo humano.

Ainda assim, por mais que os resultados sejam encorajadores, não há garantia de que a vacina não cause danos quando aplicada em humanos. É para isso que ainda existe uma próxima etapa.

Clínica

A fase clínica é a mais complexa e demorada, pois é quando o produto começa a ser testado em seres humanos. Esse processo clínico se divide em três fases:

Fase 1

Tem como principal objetivo analisar a segurança do imunizador. São testados poucos voluntários, de 20 a 80 pessoas, geralmente adultos saudáveis. 

São levados em consideração potenciais efeitos colaterais, intensidade do produto e diferentes dosagens para evitar quaisquer danos. 

Além disso, já são possíveis algumas observações a respeito da resposta imunológica da vacina.  

Fase 2

Busca entender de maneira mais concreta a eficácia da vacina da COVID-19. Aqui, a quantidade de voluntários testados aumenta e pode chegar a centenas de pessoas. 

Os pesquisadores já têm conhecimento de dados importantes, como dosagem e efeitos colaterais esperados, por isso, o grupo a ser testado se torna mais heterogêneo, com pacientes considerados de risco. 

Para melhor análise da resposta imunológica, muitas vezes são utilizados grupos de controle – medicados apenas com placebo. Isso ajuda a observar de forma mais detalhada a eficácia da vacina e a reação do organismo. 

Ainda são consideradas observações sobre sua segurança – como possíveis efeitos colaterais mais raros, que não apareceram durante a primeira fase de testes, e podem resultar em um ajuste na dosagem.

Fase 3

Avalia a eficiência e a segurança da vacina no público-alvo. A testagem envolve milhares de pessoas e as análises são levantadas a partir da observação da vacina no mundo real, ou seja, é esperado que os voluntários se exponham ao vírus para entender a eficácia do produto. 

Aqui, o uso do placebo é essencial para comparação dos resultados dos dois grupos. Para isso, existe um sistema chamado “duplo-cego”, no qual nem o cientista nem o voluntário sabem se a aplicação é da vacina ou do composto ineficaz. 

Assim, não há nenhuma mudança de comportamento que possa afetar os resultados. A exposição ao vírus deve acontecer por conta própria – por esse motivo, a terceira fase poderia durar anos.

Mas com a necessidade atual e com o aporte financeiro, esse processo foi acelerado para que o produto final chegasse o quanto antes à população. 

Nessa fase, os pesquisadores costumam procurar áreas de maior incidência da doença, com maiores riscos de contágio. 

Só após esta etapa e a aprovação dos órgãos regulatórios, a fabricação da vacina da COVID-19 começou a ser produzida em maior escala, seguida pela distribuição. 

Vale destacar que, mesmo depois de aprovada, a vacina segue em constante avaliação e observação.

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Agora que você já sabe como foi conduzido o processo de desenvolvimento da vacina da COVID-19, é importante conhecer instituições sólidas e experientes que oferecem um plano completo de imunização

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12 jan 2021
Depressão pós-parto

Além das causas, sintomas e tratamento, saiba quais são os hábitos saudáveis que auxiliam na prevenção da depressão pós-parto

 

A depressão pós-parto, como o próprio nome já diz, acomete uma mãe logo após o nascimento do bebê com sintomas como tristeza, indisposição e desmotivação, além de choros frequentes e alterações de humor.

De acordo com o último levantamento da Organização Mundial de Saúde, a depressão pós-parto atinge aproximadamente 25% das mães no mundo todo

No Brasil, o número é um pouco maior, 26,3% das mães têm depressão pós-parto, segundo o estudo Factors associated with postpartum depressive symptomatology in Brazil: The Birth in Brazil National Research Study.

Diante disso, preparamos esse conteúdo com tudo o que você precisa saber sobre este assunto. Confira a seguir.

O que é depressão pós-parto?

A depressão pós-parto é causada por alterações hormonais que acontecem no término da gravidez. Essas alterações acontecem com todas as grávidas, mas as mães que sentem os sintomas com mais intensidade são as que, geralmente, desenvolvem este problema de saúde.

Vale destacar que a depressão pós-parto não se trata de caráter ou fraqueza, é uma questão de saúde e o diagnóstico e tratamento imediatos ajudam a diminuir os sintomas brevemente.

Saiba quais são as causas da depressão pós-parto

Não existe uma única causa, é um conjunto de fatores físicos, emocionais e de estilo de vida aliados à alteração hormonal do final do período de gestação que provocam a depressão pós-parto.

No entanto, existem alguns fatores de risco que podem indicar a probabilidade maior de uma mãe ter esse problema de saúde. Confira:

  • Histórico de depressão pós-parto em gestações anteriores
  • Falta de apoio da família, amigos e do parceiro
  • Estresse, como problemas financeiros ou na própria gravidez, por exemplo
  • Limitações físicas durante a gravidez ou após o nascimento do bebê
  • Histórico de depressão antes ou durante o período gestacional
  • Transtorno bipolar
  • Histórico de desordem disfórica pré-menstrual (PMDD)
  • Violência doméstica

Fatores de Risco e Proteção Associados à Depressão Pós-Parto no Pré-Natal

Conheça quais são os sintomas

Os sintomas mais comuns são o sentimento de tristeza e desespero constante, além da perda de interesse e não sentir disposição para realizar qualquer atividade.

Além disso, algumas pessoas com sintomas mais graves ainda podem pensar em suicídio e em ações que possam prejudicar os bebês.

Dos sintomas comuns diários da depressão pós-parto ainda destacam-se:

  • Perda ou ganho de peso
  • Alterações de apetite
  • Problemas de sono
  • Indisposição
  • Cansaço e falta de energia e disposição
  • Sentimento de culpa
  • Dificuldade de concentração e para tomar decisões
  • Ansiedade
  • Excesso de preocupação

Entenda qual é o tratamento para depressão pós-parto

As mães que sentem alguns desses sintomas devem procurar ajuda profissional para que o tratamento se inicie rapidamente.

Para o tratamento, geralmente, são utilizados antidepressivos e até a terapia hormonal para casos de moderados a graves, além de orientação e suporte psicológico ou até psicoterapia.

Assim, as mães devem sentir a melhora em até 8 semanas após o início do tratamento, que pode levar de 6 a 8 meses, dependendo do diagnóstico realizado pelo médico especialista.

Existe algum método de prevenção contra a depressão pós-parto?

A prevenção 100% eficaz não existe, mas hábitos saudáveis ajudam a evitar a depressão. Confira algumas dicas:

  • Mantenha a alimentação saudável
  • Realize exercícios físicos próprios para gestantes
  • Evite cafeína e medicamentos que não sejam os recomendados pelo seu médico
  • Não consuma álcool
  • Não fume
  • Ter bons hábitos como ficar longe do celular no período noturno contribui para um sono melhor

Conte com a Vip Imune

Agora que você já sabe tudo sobre a depressão pós-parto, também é importante conhecer instituições que garantam a saúde do seu bebê e, consequentemente, te deixem mais segura e tranquila. 

Nesse sentido, a Vip Imune Clinica de Imunizações foi idealizada e planejada com a proposta de atuar na imunização familiar, agregando valor, qualidade e informação a todos.

A Vip Imune conta com uma equipe qualificada e atenciosa na área de imunização e com profissionais experientes, o que resulta em um atendimento humanizado nos cuidados com você e com o seu bebê.Entre em contato com os nossos profissionais e programe as imunizações, sua e do seu bebê, de acordo com o calendário de vacinação.

04 jan 2021
saúde mental

Quando se fala em saúde, prevenção de doenças e tratamento, as pessoas costumam pensar na saúde do corpo e acabam se esquecendo de que é necessário cuidar da saúde mental também. A saúde mental refere-se à ao estado emocional, neurológico, comportamental, sentimental e fisiológico do indivíduo, mas remete também à sua subjetividade, ao autoconhecimento e as necessidades psicológicas de cada pessoa.

O Brasil está no 11º lugar do ranking de países mais ansiosos do mundo: são 13,2 milhões de pessoas com algum transtorno de ansiedade por aqui.

 

Por que janeiro?

A escolha do mês de janeiro não é por acaso: o período de fim de ano e início de um novo pode causar ou aumentar a ansiedade pela frustração de não ter cumprido metas ou anseio por mudanças. Embora seja liderada por psicólogos e outros profissionais da área, a ideia é que, aos poucos, uma cultura da saúde mental seja fortalecida e disseminada na sociedade brasileira, com desmistificação de crenças populares sobre o assunto

Leia também: Coronavírus: Como cuidar da saúde mental em tempos de pandemia

 

A saúde mental deve ser uma prioridade de todos e uma pauta constante na sociedade. Além de apoio – através de atendimento acessível e interdisciplinar – aos que precisam e às suas famílias, a prevenção é outra bandeira levantada pela campanha Janeiro Branco. É preciso dar a devida relevância ao tema, propor discussões e buscar alternativas para que os números se reduzam quanto às doenças, distúrbios e limitações.

 

Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que a saúde mental depende do bem-estar físico e social, lembrando que o conceito de saúde engloba muito mais do que apenas a saúde física. O conceito de saúde adotado pela OMS é que “Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença.”

 

 

 

Fonte: Revista Galileu

 

10 dez 2020
Calendário vacinal atrasado

As recomendações de distanciamento social e isolamento acarretaram a redução da busca por vacinação em 2020. Dessa forma, as coberturas vacinais estão apresentando baixos índices e grande parte da população está com o calendário vacinal atrasado.

 

No início de junho de 2020, a COVID-19 já era responsável pela morte de mais de 386 mil pessoas em todo o mundo. Uma onda de surtos de sarampo, desencadeada no rastro da pandemia, pode representar outra grande ameaça à saúde global.1 Entre janeiro e outubro de 2020 mais de 8.000 casos de sarampo foram confirmados no brasil.

Sendo assim, a preocupação é de que as baixas taxas de cobertura vacinal e a reabertura das creches resultem em uma sobrecarga do sistema de saúde que já está afetado pela COVID-19.

Quando os sistemas de saúde estão sobrecarregados, aumentam de forma significativa tanto a mortalidade direta causada pela pandemia, como a mortalidade indireta causada pelas doenças imunopreveníveis e tratáveis.2

 

A febre amarela também preocupa. Até maio de 2020, 56 municípios estavam afetados pela doença, distribuídos nos estados do Paraná (38), São Paulo (4), Santa Catarina (13) e Pará (1), além de 153 municípios ampliados (circunvizinhos) localizados nos estados do Paraná (68), São Paulo (37), Santa Catarina (38) e Pará (10) ─ todos incluídos na estratégia de intensificação da vacinação do Ministério da Saúde em área de risco.3

 

Mantenha o calendário vacinal em dia

Dessa forma, são necessárias ações para que a vacinação seja incentivada, para isso podemos acelerar os calendários vacinais, respeitando a idade e os intervalos mínimos entre doses e estimular a multivacinação (aplicação do maior número possível de vacinas na mesma visita).

Mesmo durante a pandemia da COVID-19, as doenças infecciosas que podem ser evitadas com vacinas continuam colocando você e sua família em risco. As vacinas são seguras e não aumentam o risco para a COVID-19. Portanto, mantenha sua vacinação em dia.4

 

 

Referências:

1  Johns Hopkins Hospital. Coronavírus Resource Center. [Acesso em 2020 mai 31]. Disponível em https://coronavirus.jhu.edu/map.html.

2 Organização Pan-Americana da Saúde. O programa de imunização no contexto da pandemia de COVID-19. 2020 mar 26. [acesso em 2020 mai 4]. Disponível em: https://iris.paho.org/bitstream/handle/10665.2/51984/OPASBRACOVID1920036_por.pdf?sequence=1&isAllowed=y. 3.

3 Measles & Rubella Initiative. More than 117 million children at risk of missing out on measles vaccines, as COVID-19 surges. UNICEF. 2020 abr 3. [acesso em 2020 mai 4]. Disponível em: https://www.unicef.org/press-releases/more-117-million- -children-risk-missing-out-measles-vaccines-covid-19-surges.

4 https://sbim.org.br/images/files/cartilha-campanha-sbim-sbp-unicef-200611b-web.pdf